O professor Viaro "amassou" o Lucas Pavanato em sua resposta às ofensas proferidas aos professores:
"Vc é um burro por excelência, que exerce o burrismo, que é quando o burro tem orgulho de não conhecer".
@TVBrasil Quando Seu Noca chegava na quadra, era um querido. Falava com todos de modo sorridente e simpático. E a gente sabia que ali no meio de pessoas "comuns" estava uma estrela de enorme grandeza na Portela, no samba e na cultura desse país.
@FlavioBolsonaro Caro senador: é melhor não ficar pedindo ajuda para a IA. Tá ficando pior a coisa. Fica em silêncio, senador! O senhor não tem capacidade cognitiva para formular respostas, tampouco justificativas. Apenas cale.
O redpill quer casar
Engana-se quem pensa que redpills não querem esposa. Querem sim. Porém, buscam a pejotização da parceira.
Em uma sociedade tomada pela falta de direitos, pelo esvaziamento da CLT, da Justiça do Trabalho, e da Força Sindical os homens alinhados às pseudoteorias da machosfera buscam a esposa que não possua direitos no divórcio.
Para eles, a prostituta é a parceira uberizada, enquanto que a esposa é a pejotizada. No final das contas, a mais-valia está presente na exploração da esposa enquanto operária do chão da casa.
O redpill vê o feminismo como o patrão vê o sindicato: uma coletividade construída para furtar o lucro obtido pelo esforço do "detentor do meio de produção".
Todo redpill quer uma esposa para chamar de sua, desde que ela acompanhe sua evolução - privando-se de estudo, aprimoramento e independência. A lógica é exatamente a mesma: o empregado é demitido quando envelhece ou deixa de servir para o cargo. O redpill quer que o divórcio seja o rompimento sem indenização.
Se ele não conseguir uma esposa que esteja buscando uma "oportunidade" ao seu lado, optará pela uberização da profissional do sexo, pois é para isso "que elas servem". Todo redpill é um CEO de MEI reivindicando o direito de explorar a mulher.
Canalhas.
Adriano Viaro
Caso Cazarré: a imbecilidade também oprime
Juliano Cazarré é mais um de muitos canalhas. Canalha como o guarda do bairro que ajuda a senhora com as sacolas, mas que à noite bate na esposa.
Canalha como o CEO da empresa campeã em serviços para a sociedade, mas que aos domingos faz palestra para seu grupo de redpills.
Canalha como o "chefe de família" preocupado com a educação dos filhos, mas que na rua flerta com mulheres caminhando na praia.
Cazarré representa o "bom homem", ou "homem de bem". Ele quer apenas o que muitos querem: o direito de ser misógino.
Cazarré é o representante da representação representada: o macho que tem medo de perder espaço de protagonismo e opressão. O macho canalha que reage às mulheres que querem equiparar direitos.
Todo canalha como o Cazarré é um medíocre impulsionado por sua selvageria interior. Todos, absolutamente todos, querem o retorno ao neolítico como forma de frear o avanço feminista.
O feminismo mostra aos canalhas o quão insuficientes e incapazes eles são. Não podem aceitar que mulheres acordem para o fato de que não precisam de machos para movimentar a sociedade.
Cazarré usa seu capital social para engajar mais canalhas em uma luta pela legitimidade da opressão. São limitados em essência. Não possuem habilidade sem que haja toda uma população feminina aguardando por seu protagonismo.
Cazarré é um imbecil comandando um barco de imbecis pelo mar da imbecilidade. Arranca aplausos dos selvagens limitados que lotam auditórios pelo direito de oprimir.
São toscos, tolos, machistas e imbecis. O palco está dado e faltará espaço na primeira fila. E você homem de bem, honesto, íntegro, pagador de impostos e provedor de família continua achando que Cazarré é "apenas um". Na verdade, ele é apenas MAIS um - assim como você.
Adriano Viaro