Vídeo novo no canal!
Em 15 minutos expliquei alguns dos conceitos presentes na relação do Ensino de História com os Jogos eletrônicos.
É o tema que tenho estudado na minha monografia. Ficaria muito feliz se você pudesse compartilhar.
Um RT não custa nada!
Todo mundo avisou. Todo mundo. Gente de esquerda, gente de centro, gente que queria uma terceira via e até gente de direita (os muitos que não bebem Ypê, claro).
“A família Bolsonaro não presta. A família Bolsonaro é o há de pior.”
Não adiantou.
Pois bem. Agora, com áudio do filho armando esquema e se declarando para o ladrão da vez, espero (sem muita esperança, confesso), que os últimos adoradores de pneu caiam na real e que essa corja saia do cenário político brasileiro de uma vez por todas.
A democracia brasileira precisa de gente muito… muito melhor.
Enquanto a esquerda não radicalizar o debate sobre segurança pública, continuará perdendo o debate e deixando a pauta ser dominada pela direita.
Bandido ou simpatizante com fuzil na mão é retaliação máxima! Ficar de demagogia não vai mais comprar o eleitor.
O jogador da minha vida.
Vi Messi, Ronaldos, Romário, alguns dos maiores de todos os tempos e todos eles do estádio. Apreciei. Mas vivi Gabigol.
O futebol é o que é, acima de tudo, pelos sentimentos que despertam na gente. Teve raiva, beleza, mas a história que Gabigol escreveu no Flamengo é de alegria. Do início ao fim.
Em 2019 ganhamos um super-herói, daqueles que quando a tragédia tá desenhada ele surge pra salvar o dia. A má fase recente talvez tenha afetado as memórias mais fracas, mas eu não esqueço. Não esqueço a sensação de ter um super-herói no meu time. Lembro dos momentos em que o time não estava bem, que tínhamos pouca esperança em um determinado jogo, mas só de olhar pra figura dele em campo já era o suficiente pra sair do pessimismo pra certeza de vitória. E ela normalmente vinha, normalmente com gol dele.
Tenho 32 anos. Sou de uma geração que só ouvia do que foi o Flamengo. Do que foi o Zico. O Flamengo, pra gente, era o passado. Existia uma sensação de que o grande orgulho que teríamos com o nosso time só se viveria no YouTube com aquela imagem da década de 80. Gabigol chegou pra ser a cara da salvação dessa geração. Messiânico. Isso não tem preço.
Foram 6 anos de gols, títulos, orgulhos, amor, polêmica e até raiva. Mas nunca vivemos um jogador que fosse tão Flamengo quanto ele. Gabigol e Flamengo foram indissociáveis. O torcedor do Flamengo estava em campo quando ele estava lá.
Pra muitos, as polêmicas e a má fase dos últimos anos pesam mais. Sinto pena de deles. As vezes a vida é fácil, as vezes ser feliz é uma questão de escolha. A amargura de não gostar de alguém que te deu suas maiores alegrias é uma opção de quem hoje poderia chorar de orgulho e gratidão por quem deu tanto.
Obrigado, Gabriel. Nunca fui tão feliz na minha vida.
A partir desse momento, eu me torno imortal. Daqui a 30, 40, 50 anos, quando falarem do Flamengo, vão ter que falar meu nome, e quando falarem meu nome, vão ter que falar do Flamengo.
- Gabigol
Dia…
Bem, vai chegando a hora.
Aquele momento que no fundo sabíamos que um dia chegaria, mas de alguma forma torcíamos para demorar o máximo possível. Nada mais, além do pouco tempo, nos separa do compromisso de amanhã, no Maracanã.
Ao mesmo tempo em que é fácil falar dele e tudo que representa pro Flamengo também é complicado se despedir depois de tudo.
Gabriel veio (como muitos), viveu (como poucos) e venceu (como poucos). Chegou como apenas “mais um” e sairá pelo portão do Ninho como uma lenda, que terá seu nome repetido eternamente, por gerações e gerações.
Hoje eu me emociono com a tua partida, mas, olha que engraçado, curioso, quando o Flamengo te contratou eu não gostei muito, te achava “marrento demais” no Santos. Mas, quando você chegou e o tempo passou pude perceber que a sua marra combinava com a nossa, com a do rubro-negro raiz, com a do Flamengo. Seu deboche, sua ironia e sua predestinação à grandeza pareciam com a nossa. Entendi que, no fundo, todo mundo gostaria de ter um Gabigol no seu time, e a reação dos rivais com os rumores da sua saída deixou isso ainda mais claro.
Aos poucos, @gabigol foi vendo seus grandes amigos de vestiário se aposentarem e saírem do elenco. Diego, Diego Alves, @filipeluis… Filipe este que voltou e deu a Gabriel um final digno no Flamengo, e Gabriel, por sua vez, retribuiu a Filipe um “começo” da melhor maneira possível. Daquelas perfeições inexplicáveis que só acontecem no Flamengo, que parecem escritas caprichosamente por outro plano.
Quando Gabriel voltou da suspensão por “doping” eu escrevi que gostar dele era como ter um irmão, mais velho ou mais novo, o contraste entre a implicância e a alegria dos bons momentos. A maneira como Gabriel irritou, fora de campo, mas compensou, no campo, foi única.
Idolatrar é carregar esse sentimento cego, talvez até meio infantil eu diria, inocente, de achar que o amor e a paixão sempre superam todas as barreiras e todos os problemas, que no final tudo sempre vai ficar bem e a vida vai seguir normalmente, que nada de bom tem o seu fim. A vida não é assim, mas o futebol e o amor de alguma maneira mudam o nosso olhar.
Como dizia minha querida Cássia Eller:
“Está tudo assim tão diferente
Se lembra quando a gente
Chegou um dia acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber que o pra sempre, sempre acaba
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou…”
E quando você marcou o seu primeiro, no Carioca, depois de alguns jogos de seca? Ufa!
E quando você encobriu o goleiro contra o Santos, num dos gols mais bonitos da história do Maracanã, naquele confronto direto do Brasileiro de 2019? Fomos campeões, batendo todos os recordes.
E quando você pediu no Beira-Rio?
E aquele 5-0 histórico no Grêmio? Depois ainda fez o 🖐🏼 na casa dos caras…
E quando você respirou com calma aos 87’, empatou aos 89’ e virou aos 92’, em Lima, na maior virada da história da Libertadores? Conseguimos.
E quando você, pendurado, colocou o Brasileiro 2020 no bolso naquelas últimas rodadas, ficando todas elas sem tomar um amarelinho sequer (algo raro vindo de você hahahah)? “Não desistimos faltando 3 minutos, vamos desistir faltando 10 rodadas?”. Conquistamos, de novo.
E quando perdemos por azar aquela final em 2021 e você cravou que voltaríamos e venceríamos no ano seguinte?
E quando você marcou em Guayaquil? Voltamos e vencemos, de novo. Dito e feito.
E quando você chamou “O Inferno” pra virarmos aquele confronto? A torcida foi junto, foi épico.
E todos aqueles clássicos que você decidiu?
E quando você converteu e “virou o jogo” nos pênaltis da final da Copa do Brasil em 2022, levantando o Maracanã? Deu certo.
E todas aquelas manhãs de jogos decisivos que acordamos e dissemos para nós mesmos e para os nossos que “hoje tem”? Um simples “hoje” já era de fácil compreensão para todos, inclusive para os adversários.
E naquela vez que você… Bem, acho que eu poderia ficar o dia inteiro nessa, né… Enfim…
(termina no tweet abaixo, perdi a linha eu sei!)
Algumas despedidas deixam um gosto amargo, pela conexão criada e pela gratidão estabelecida entre as duas partes ao longo de todo esse tempo.
Ao Gabriel, seremos eternamente gratos por tudo que conquistamos, e sua ligação com o Flamengo e com a Nação é algo que pouquíssimos conseguiram na história.
Quando chegou, em 2019, Gabigol iniciou uma jornada com o Manto quase impossível de se imaginar. Pelo Mengo, foram 13 títulos:
Copa Libertadores da América: 2019 e 2022
Recopa Sul-Americana: 2020
Campeonato Brasileiro: 2019 e 2020
Copa do Brasil: 2022 e 2024
Supercopa do Brasil: 2020 e 2021
Campeonato Carioca: 2019, 2020, 2021 e 2024
Sua grande marca em sua brilhante passagem pelo Mais Querido foram seus gols de título, e não poderia ser diferente nos seus últimos passos com nossas cores.
Como Gabi disse, tivemos uma última dança, e ao som do choro dos atleticanos, essa dança teve a música que nos acostumamos a ouvir juntos, o canto da nossa torcida, o grito de gol. Na nossa última dança, você soube bem escolher a música para se despedir.
Obrigado, Gabigol. Por tudo e pra sempre!
#Nação12
#Nadanospara
#Flamengo
☝🏽✌🏽🚩🏴💪🏽🤷🏽
A lógica é simples foram 38 anos entre uma e outra, é provável q vc nem tenha visto a 1ª e por isso daqui a 1, 2, 5, 10 anos, qnd vir acontecer de novo, ainda NÃO VAI SER IGUAL. Vc vai negar pq se tornou orgulhoso ranzinza, mas vai continuar lembrando de 2019 de forma inigualável