Apareço aqui só de farra e tá os mesmos papos de merda nesse câncer do c4cete. Haddad, Bolsonaro, Carla Zambelli e Lula, vão pra m3rda vcs e quem puxa o saco de qualquer um de vcs, vcs são a 3scór1a da humanidade, os políticos e qqr b4b4ca que os apoia feito m4r1c4s!
Por incrível que pareça, essa é uma parte da Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira. Diferente do que se vê entre os batistas hoje em dia, né?
Arnaldo é o John Textor do jornalismo esportivo. Ele sai insinuando esquemas, apontando roubos e afirmando até que árbitros decidiam com base na Central do Apito, sem provar nada.
Ética jornalística é mato.
Qualquer tipo de interpretação escatológica da tensão entre Irã e Israel é um uso pouco comprometido com a leitura equilibrada da Bíblia e desrespeito à teologia cristã.
Se acolher as pessoas nas culturas delas e deixar que elas sejam cristãs com liberdade cultural, política, musical, enfim, nas coisas secundárias, estando todos unidos em doutrina, e livres em cultura, aí os jovens vão se sentir acolhidos, ao serem bem tratados do jeito que são.
E não é sobre dar uma nova roupa, colocar pastor tatuado, show de luzes, parede preta, dar cara de boate ou balada para a igreja, é sobre acolher as pessoas que se vestem, curtem, têm um vocabulário, que pensam diferente, que não estão nos padrões gospel/luterano/reformado. +
As igrejas tradicionais históricas estacionaram na década de 1970.
As igrejas pentecostais estacionar na década de 1990.
As igrejas neopentecostais estacionaram na década de 2000
Os jovens de hoje pensam diferente e não se adaptam a esse atraso todo do cristianismo brasileiro. +
Falar mal do Instagram o @YouTube
faz questão de não divulgar, uma mísera visualização, uau hein! Parabéns por protegerem seus amiguinhos do @instagram e do Meta!
https://t.co/UEAhTJ28Xf
Assim como ignoram as décadas de massacres de Israel contra palestinos, omitem que foi o governo de Netanyahu quem bombardeou a embaixada iraniana e matou várias pessoas.
Nunca, jamais espere que um sionista esteja preocupado com a verdade. Sem a mentira, essa ideologia sequer existiria.
@HerbertiPedroso É lamentável. Não me espanta que justamente um cara q nunca falou em Israhell direito como Hernandes Dias Lopes, quando começou a promover viagens pra a Terra Profana, começou a pagar de dispensacionalista do nada agora e achou q esses dronezinhos do Irã era Jesus voltando.
Israhell não é o Israel de Deus a muito tempo e só crente neopenteca burro e manipulado e uns teonomistas e puxa-sacos da teologia do domínio em igrejas como IPB que não vêem isso ou não querem ver.
Deixa eu contar uma história para vocês. Sabe o papo de que deputados bolsonaristas foram ao Parlamento Europeu denunciar a ditadura no Brasil?
Então, a sala estava vazia. Presentes so poucos da extrema direita europeia herdeiros do ditador Franco e outros da mesma categoria.
Glenn Greenwald escreve artigo na Folha em que acusa ilegalidades em decisões do STF. Não há argumentos jurídicos. Só o chorume que escorre do monturo bolsonarista.
Por que ele faz isso? Não especularei a respeito agora. Apego-me a outra questão.
Glenn acusa a esquerda de ser servil a Alexandre, ignorando divergências do passado. Pois é…
Tudo tem de ser visto no seu tempo. Se o ministro, dentro das regras do jogo, enfrenta os fascistoides e golpistas, nada há de estranho em tal apoio.
Se Glenn vê nisso uma incoerência, ele próprio é personagem de uma contradição que lhe parece condenável.
Quando o bolsonarismo tentou chutá-lo do Brasil — numa mistura de autoritarismo, ilegalidade, xenofobia e homofobia —, Glenn recebeu o apoio unânime das esquerdas, que ele agora ataca.
Parece um empate de contradições, mas não é. Explico:
1: a esquerda era, sim, hostil a Alexandre e hoje apoia muitas de suas decisões pq ele enfrenta os neofascistas;
2: Glenn, antes apoiado pelas esquerdas contra as ameaças neofascistas, hoje está em campo oposto e alinha suas posições com os que queriam expulsá-lo ou prendê-lo.
Como se nota, nos dois casos, há, na verdade, coerência dos progressistas. Quem precisa explicar suas novas e más companhias é Glenn, não a esquerda.
A propósito: Glenn revela uma alma, digamos, algo colonialista em relação ao Brasil: toma as leis de seu país de origem como universais.
E, também no seu caso, é uma sorte que não seja. Nos EUA, um episódio como o dos hackers poderia lhe render cadeia por “contempt of court”.
No Brasil, tentar golpe de estado pode render processo e cadeia — para jornalista ou não.
Mas jamais um jornalista será ameaçado por não revelar sua fonte. Moro, hoje aliado de Glenn, bem que tentou. Mas as esquerdas, hoje inimigas do buliçoso e belicoso jornalista americano, denunciaram a ameaça ilegal.
Glenn precisa parar com essa mania de achar que está aqui para “civilizar” os nativos.
No que respeita à defesa da democracia, os EUA têm muito a aprender com o Brasil contemporâneo, não o contrário.
Desde que saiu do Intercept, Glenn tenta encontrar por aqui um lugar no mercado das ideias. Até agora não conseguiu nada além de ser linha auxiliar do bolsonarismo, que queria expulsá-lo do Brasil e chegou a acusá-lo de fazer parte, com o então marido, de um complô para conseguir uma vaga na Câmara.
A esquerda é coerente quando apoia hoje um Alexandre que esquerdista nunca foi. Incompreensível é que Glenn tenha encontrado um abrigo no peito daqueles que essencialmente o odeiam.
Mas aí, na hipótese benevolente, é com Freud, não comigo.
E na hipótese “não benevolente”? Aí é matéria para o jornalismo investigativo.
Estadão e Folha se uniram nos ataques a Alexandre de Moraes, o Roda Viva entrevista Flávio Bolsonaro...
Repito: quem manda no governo de São Paulo, manda na imprensa. Tarcísio dita a linha editorial.