@eusourogeriojr@futebol_info Mesmo se a costa do marfim ganhar ou empatar, se o Equador ganhar da Alemanha eles provavelmente ficam entre os melhores 3° colocados, apesar de difícil não tem nada perdido ainda
Everest, com a preparação certa e na época certa é bem possível sobreviver, já que hoje em dia existe passeio e até hospedagem na montanha
Nazaré com o preparo certo e na época certa, também é possível
Saara é impossível, é suicídio
200 milhões de reais na tua conta pra tu e um amigo sobreviverem a uma dessas 3 experiencias:
1 - Surfar uma onda gigantesca (26m) em Nazaré
2 - Subir até o pico do Everest
3 - Atravessar o Deserto do Saara a pé
Qual você escolheria?
@Oliver_mc0@_FlaDaDepressao Andar no saara no calor infernal do dia com pouca água, é questão da algumas horas pra vc morrer de desidratação, e se sobreviver até a noite, é um frio abaixo de 0°C, além de ser quase 1/3 da África e mal ter civilização na região. Escolher o saara é maluquice pô
@Kaisernero7 Porque na maioria das vezes, quem faz a cirurgia sequer sabe onde está o problema, e resolve fazer o "padrão atual" na expectativa de melhora, e acaba destruindo a harmonia natural do rosto
Lá estava eu.
Apenas um operador de caixa skin.
1,69 m em dia bom.
Tênis Olympikus cansado.
Moto financiada em 72 parcelas.
Salário comprometido até 2041.
Mas Deus resolveu sorrir para mim.
Dei match com a garota mais bonita de Cabrobó-PE.
Ela era perfeita.
Princess face;
Fairy voice;
Angel eyes;
Golden hair;
Cheiro natural de baunilha.
Quando cheguei ao encontro, minhas mãos tremiam.
Ela parecia uma personagem desbloqueada de DLC.
Conversamos.
Rimos.
Tudo fluía.
Pela primeira vez em anos, pensei:
"Talvez sobre algo pra mim."
Foi aí que a porta do restaurante se abriu.
O ambiente inteiro congelou.
Os talheres vibraram.
O Wi-Fi aumentou de velocidade.
O gerente saiu da cozinha apenas para olhar.
Um homem havia entrado.
Mas não era um homem.
Era o patch mais recente da evolução humana.
1,98 m.
Loiro.
Olhos azuis.
Mandíbula tão afiada que violava regulamentações da Anvisa.
O sujeito caminhava lentamente.
Cada passo parecia aumentar o valor dos imóveis da região.
Quando ele passou pela nossa mesa, a garota simplesmente parou de me ouvir.
Ela ficou olhando.
Igual um marinheiro observando um farol durante uma tempestade.
— Você está bem? — perguntei.
— Sim.
Ela mentiu.
Não estava.
Ninguém estava.
Quando chegou a conta, descobri que meu banco havia bloqueado o cartão por atividade suspeita.
Meu saldo disponível:
R$ 11,37.
A conta:
R$ 412.
Acabou.
Era o fim.
Eu já estava me preparando psicologicamente para virar auxiliar de lava-pratos quando ouvi uma voz atrás de mim.
— Eu cuido disso.
Era ele.
O homem.
O fenômeno.
O erro estatístico.
Ele passou o cartão sem sequer olhar o valor.
A maquininha aprovou antes mesmo de encostar.
A garota quase desmaiou.
Quando ele foi embora, deixou cair um envelope.
Peguei.
Dentro havia um exame médico.
Resultado:
Testosterona: Sim.
QI: Sim.
Altura: Sim.
Riqueza: Sim.
Genética: Sim.
Expectativa de vida: Permanente.
Nome do paciente:
Lucas Bergvall.
Senti um frio percorrer minha espinha.
Mais tarde fui até a casa da garota.
Talvez ainda existisse esperança.
Talvez.
Ao chegar lá, vi uma multidão.
Carros de luxo.
Helicópteros.
Equipe de televisão.
Policiais organizando trânsito.
Perguntei o que estava acontecendo.
Um senhor respondeu:
— Você não soube?
— O quê?
— Lucas Bergvall passou aqui.
Meu coração afundou.
Olhei para frente.
Lá estava ele.
Sentado numa cadeira de plástico da Skol.
Ao seu redor:
Miss Universo;
Medalhistas olímpicas;
Atrizes;
Cantoras;
A garota do meu encontro.
Todas disputando sua atenção.
Mas o mais absurdo nem era isso.
Era a televisão.
O jornal anunciava:
"Lucas Bergvall acaba de resolver o conflito diplomático entre sete países durante o intervalo do jantar."
Outra manchete apareceu:
"Economistas atribuem crescimento do PIB nacional à presença de Lucas Bergvall no território."
Outra:
"NASA confirma que Lucas Bergvall é visível da Estação Espacial Internacional."
Foi demais para mim.
Saí correndo.
Atravessei a rua sem olhar.
Fui atropelado por um Gol G4 rebaixado.
Acordei dias depois.
No hospital.
Todo quebrado.
Sem conseguir me mover.
Olhei para a TV.
Última notícia da noite:
"Lucas Bergvall conquista a Copa do Mundo, a Bola de Ouro, o Nobel de Física e encontra a cura da calvície no mesmo final de semana."
Os médicos me encararam.
— Temos uma notícia ruim.
— O que foi, doutor?
— Você vai sobreviver.
Olhei para o teto.
Uma lágrima escorreu.
Porque algumas dores...
Nem a medicina consegue curar.
It's over.
Brutal.
🗿🚬