@Deficryptosanti@big_ozeal@grok Você pode considerar-se assim, mas a cultura popular baseada na MAIORIA das referências, como o Grok traz, diz o contrário.
@mulamanca144806@RubinhoNunes Com a mãe? A mãe é convidada, num iate somente com adultos que não são tão amigos de longa data, só tem as 2 meninas de crianças, só com música alta e letras duvidosas e a menina tem certo transtorno e não gosta de barulho… muito familiar mesmo
Aqui vai um fio e uma sequência de todas as vezes que LULA PRESO escreveu cartas à sua base de 'RESISTÊNCIA'. TIVERAM MUITAS CARTAS! MUITAS!
1) Lula, em carta da prisão, lida por Gleisi Hoffmann, saúda resistência e desafia Lava Jato
@IdeiasVermelhas@folha UOL, Brasil de Fato e Agência Pública. Ou seja, Lula deu 1 entrevista a cada 26 dias. E você sabe disso, mas como todo militante, é um mentiroso contumaz.
@IdeiasVermelhas@folha Preso Lula deu entrevistas para a Folha, BBC, The Intercept, Der Spiegel (revista alemã), Diário do Centro do Mundo, Tutaméia, Rede TVT, Sul21, TVE Bahia, TV 247, BBC Brasil, Carta Capital, Página/12, Revista Fórum, Opera Mundi, Jornal GGN, Migalhas, Russia Today, France 24 (cont
Quando você tiver qualquer dúvida sobre a possibilidade de o Brasil dar certo, lembre-se de Aracruz, no Espírito Santo.
O sujeito que invadiu duas escolas armado e assassinou TRÊS PROFESSORAS e uma ALUNA DE 12 ANOS, além de ferir outras 12 pessoas, FOI SOLTO após míseros três anos de internação no “SPA” para menores infratores.
Neste exato momento, ele está nas ruas. Não porque foi inocentado, nem porque cumpriu uma pena proporcional ao massacre que cometeu, mas porque tinha 16 anos no dia do crime.
@ErikakHilton Ele não tem 1 tri de patrimônio, esses valores são valor de mercado de suas empresas. Você esquerdista com cérebro de ervilha não sabe a diferença
@betosalesrio Tem que aguardar as promoções de transferência de pontos para as companhias aéreas com bonificações a cerca de 100%, acima de 70% já é vantajoso, você dobra suas milhas
Geralmente em março e na black friday tem promoções de 100% (já vi várias de até 120%)… tem que se programar
O ministro Gilmar Mendes não apenas votou, fez algo politicamente muito mais grave; ele verbalizou, em rede nacional e sem qualquer pudor, o caminho jurídico que pode ser usado para implodir investigações sensíveis no país - do INSS ao Banco Master, e de tudo o que ainda possa respingar nos andares de cima.
Durante o julgamento desta quinta-feira, 26 de março, em que o STF enterrou a prorrogação da CPMI do INSS por 7 votos a 2, o decano não se limitou a divergir, ele deu um sermão. E, no meio do sermão, entregou a fórmula já vista na época da lava jato - quebra de sigilo sem fundamentação individualizada, uso abusivo de dados, exposição pública de informações protegidas, desvio de finalidade, humilhação de convocados. Foi um catálogo de nulidades, roteiro pronto, um manual de demolição processual.
O problema não é apenas a CPMI do INSS ter sido derrotada. O problema é que quando uma investigação começa a se aproximar demais de zonas sensíveis do poder, o debate deixa de ser sobre o fato investigado e passa a ser sobre o vício do investigador. O foco sai do escândalo e migra para o procedimento e o mérito perde lugar para a nulidade. Foi exatamente essa lógica que marcou, por anos, o enterro de grandes operações no Brasil.
aPor isso o vídeo de Gilmar tem tanto peso. Ele remete ao ambiente da Lava Jato; não porque os casos sejam idênticos, mas porque o mecanismo é reconhecível. Primeiro tolera-se o avanço investigativo. Depois, quando passa a ameaçar estruturas maiores, invoca-se o devido processo, expõem-se abusos e a discussão é rearranjada para o terreno da invalidação - o investigado vira vítima e o investigador criminoso.
Foi isso que se desenhou no plenário. Mendonça e Fux insistiram na continuidade diante de um “roubo de bilhões”, mas a maioria mandou o recado que a prorrogação não é automática e as CPIs não podem funcionar como terra sem lei.
No fim, quem saiu julgado não foi só a CPMI do INSS, foi o próprio Congresso - derrotado, esvaziado e incapaz de sustentar sua própria função investigativa. E o mais grave; o roteiro final para anular as investigações já foi dito em voz alta.
O mesmo juiz que prorroga um inquérito há 7 anos, que já investigou a Receita Federal, Elon Musk e a revista Crusoé, agora diz que a CPMI do INSS é longa e abrangente demais.
“Perigo para o Estado de Direito”.
É a cara de pau dos intocáveis.