La producción de patatas es un ejemplo claro sobre cómo el modo de producción capitalista ha divorciado por completo al humano con la naturaleza. Muestra claramente la necromanía del capital.
Algunos ejemplos 👇
Soc veí de la Sagrada Família d'ençà que vaig néixer i visc a 200 m del temple.
Com no sé res de papes, litúrgies i esglésies, parlaré del que en sé: del BARRI, en concret de les 9 mançanes bunkeritzades avui per la visita papal.
GUIA històrica, caòtica i popular:
Eu nunca fui de expor nossas dores aqui. Mas hoje eu preciso tentar.
Meu filho convive com dermatite atópica crônica desde que nasceu. Não é “uma alergiazinha”. É dor, feridas, pele machucada, sangramento de tanto coçar, noites sem dormir e um sofrimento diário que acompanha ele há anos.
Tem dias que ele chora de desespero por não conseguir parar de se coçar.
Pra manter a pele minimamente controlada, usamos cerca de 2 potes de CeraVe 473ml POR SEMANA. E mesmo assim, em muitas crises, precisamos recorrer aos hidratantes calmantes e especiais, que custam ainda mais caro.
Além disso, o uso excessivo de corticoides ao longo da vida trouxe consequências pesadas: meu filho desenvolveu catarata. Já passou por cirurgia em um olho e agora vai operar o outro. São remédios, colírios, consultas, tratamentos… e tudo vai acumulando.
Eu não estou fazendo esse post pra pedir dinheiro. De verdade.
Só queria pedir que vocês me ajudassem marcando a @CeraVeBrasil e @cerave , compartilhando e comentando nesse post. Talvez, com alcance, eles enxerguem a história do meu filho e possam ajudar com os hidratantes que são essenciais pra qualidade de vida dele.
Já tentamos contato antes, mas o processo era tão difícil que acabamos desistindo no meio do caminho.
Então hoje estou apelando pra internet. Pra empatia. Pra humanidade.
Porque às vezes o que parece “só um creme” pra algumas pessoas… é o que permite que meu filho consiga dormir sem dor.
Se puder compartilhar, eu vou ser eternamente grata. 🤍
Five years ago today, I took these photos of one of our lemon trees in Beit Lahia, in northern Gaza.
Two and a half years have passed since our home was bombed by Israel and reduced to rubble. For just as long, no one has watered the trees or tended the garden. The lemon tree, along with the oranges, olives, mangoes, peaches, eggplants, and so much else we grew, did not survive the terrorist Israeli attack.
And yet, the sun has never stopped shining. Every day, it rises as if still searching for those trees, for the life that once filled that garden.
That is what I choose to remember when I think of home: not the ruins resting over my books and clothes, but the light, the growth, and the garden that once lived there.