@FredGuga519286@Marcinhu_@Nettuno82 Fred, seu erro é presumir que a demanda por bets será extinta por causa dessa proibição. Pelo contrário: a demanda tende a migrar para o mercado paralelo, q, mesmo antes da proibição, já detinha um market share relevante no mercado. Ou seja, torna maior um problema q já existia.
“Mesmo que um colega tenha envolvimento, um filho, não pode ser submetido a esse vexame. Até a Máfia tem ética.”
Foi a maior declaração de como eles enxergam a si mesmos. Praticamente uma confissão.
R$ 1 milhão na Selic de hoje rende uns R$ 9,9 mil por mês, líquidos. Parece aposentadoria, até fazer a conta que ninguém faz.
Boa parte desse rendimento só repõe a inflação. A retirada que preserva o poder de compra do patrimônio por décadas, com juro real de 4%, é de R$ 3,3 mil por mês. Tem estagiário de banco ganhando mais.
E se o milhão inclui casa e carro, o que rende é só a sobra. Patrimônio é estoque, renda é fluxo.
Por isso o número da pesquisa do Google com a alta renda parece loucura mas fecha na planilha: quem ganha de R$ 30 a 50 mil por mês acha que precisa de R$ 17 milhões pra largar o trabalho. A 4% real, R$ 50 mil de renda pedem R$ 15 milhões. Não é ganância, é aritmética.
O primeiro milhão segue sendo o mais difícil e o mais importante. Só não é linha de chegada. É catraca de entrada.
fonte: E-Investidor/Estadão
"O óbvio dos óbvios. Uma democracia não pode ser instaurada por meios democráticos: para isso ela teria de existir antes de existir. Nem pode, quando moribunda, ser salva por meios democráticos. Para isso teria de continuar saudável enquanto vai morrendo.
O assassino da democracia leva sempre vantagem sobre os defensores dela. Ele vai suprimindo os meios de ação democráticos e, quando alguém tenta salvar a democracia por outros meios, os únicos possíveis, ele o acusa de antidemocrático.
É assim que os mais pérfidos inimigos da democracia posam de supremos heróis da vida democrática."
- @opropriolavo
"A gente vai jogar para se divertir. A responsabilidade é toda do 2º melhor time do país, que é o Palmeiras."
🎙️ Neymar, sobre o jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil.
📸 Reprodução/Premiere
Galera… Cristo morreu crucificado… e era o próprio Deus vivo…
Morreu em dor e agonia.
Sozinho e injustiçado.
Achincalhado, torturado e humilhado.
Bons e maus irão morrer.
Não existe em nenhuma parte da bíblia promessas de justiça para esse mundo.
Tudo envolve a vida em outro reino. Outro lugar.
Quem acredita em Deus não espera nada de verdade desse mundo. Vive pela promessa de Deus.
Eu desejo e acredito que o Lito encontrará a eternidade com o pai, a ETERNIDADE, onde ele não precise passar por mais nada disso.
Assim como para mim, para todos que amo.
Quem prega prosperidade, paz e justiça nessa terra aqui, não está falando de Deus de verdade.
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
A economia do Bolsonaro/Temer/Guedes era boa para quem trabalha, comerciante, construiu um pequeno/médio negócio. Péssimo para quem tinha dinheiro no banco e queria lucrar sem risco.
A economia do PT/Lula é boa para quem tem dinheiro já. CDI de 15% é um luxo raro na história do mundo. (Obviamente, a dívida está crescendo e até isso pode ser insustentável)
Basicamente são modelos econômicos antagônicos com vencedores e perdedores diferentes.
Father Larry Holland, a Catholic priest in Canada, was offered euthanasia twice after being hospitalized with a broken hip.
He was not terminally ill. Despite knowing that he was a priest and opposed to euthanasia, hospital staff suggested ending his life.
Today it’s “voluntary“ euthanasia. Tomorrow, forced. We must stop both.
NEWS: Elon Musk rejects the far right label in an exchange with The Economist
"I support the normal people. What you call the far right, falsely."
He challenged the interviewer to say what is extreme about 3 positions.
"Here are the principles and tell me which of these sound terrible. That we should have secure borders, that we should have safe cities, that we should have sensible spending. Which of those three are far right fringe?"
Elon then turned on the framing itself.
"I would like to just admonish you and the media for the absurd characterization of the far right. It is false and misleading and nonsense."
He asked that the exchange survive the edit. "Please keep this part in."
Elon said the same speeches get judged by who delivered them, describing a habit of reading Obama and Clinton speeches to people and telling them Trump said it. He named Rupert Lowe as an example of who he means by normal people.
(Source: The Economist, July 2026)
Islamophobia is a made up term that uses the West's suicidal empathy to shut off its survival instinct. If a religion seeks to eradicate your heritage, culture, society, civilization, and religion, then it is perfectly RATIONAL to be phobic of its intrusion into your societies.