#StopCensorship
Meu Presidente ainda é Bolsonaro!
Pátria, família e liberdade!
Perfis com zero postagens e zero seguidores é block na hora!
#MeuAmigoFlavio
Você se lembra de quando ingressou no X? Eu me lembro! #MeuAniversárioNoX
E quero comemorar postando nesta conta, recentemente recuperada.
Obrigado, @elonmusk!
Thank you, @elonmusk!
Cadê os porcarias que falam que o problema são os filhos do Bolsonaro? Será que vão dizer que os filhos de lula são problema?
Porque este tipo de notícia aí eu nunca nem passei perto viu, a quadrilha voltou para a cena do crime mesmo.
@juliovschneider Será que a ação dos EUA contra os envolvidos de alguma forma com as facções narco-TERRORISTAS, PCC e CV, não chegará também a esses Tribunais de Justiça de todo o Brasil? Parece que já está chegando! Alexandre de Moraes e Toffoli que se cuidem!
🚨 Resumo do escândalo do dia:
A ministra do Superior Tribunal Militar, Verônica Sterman, indicada por Lula e que defende a retirada da patente militar de Jair Bolsonaro, agora também está no centro de questionamentos envolvendo pagamentos divulgados em reportagens sobre um ex-ministro do STJ e uma empresa de São Paulo.
*O Genocídio Que a História Preferiu Esquecer**
Em 652 d.C., um general árabe chamado Abdallah ibn Saad impôs à Núbia um tratado com nome quase burocrático: o Baqt. Na prática, era uma sentença. Todos os anos, o reino sudanês deveria entregar centenas de escravos ao Egito como tributo. Começava ali, num documento administrativo, o mais longo sistema de escravização de africanos que o mundo já viu. Treze séculos depois, ele ainda não tinha um nome conhecido pelo grande público.
O tráfico transatlântico tem museus, filmes, currículos escolares inteiros dedicados a ele. O tráfico árabe-muçulmano tem uma nota de rodapé.
**Uma máquina de três continentes**
As rotas cruzavam o Saara a pé e o Oceano Índico a bordo de dhows, com Zanzibar operando como um dos maiores mercados humanos já erguidos. Estima-se que entre 10 e 18 milhões de africanos foram capturados ao longo de mais de 1.300 anos, um número que rivaliza com o Atlântico, mas espalhado por um período mais de três vezes maior. A maioria das vítimas era mulher: cerca de 7 milhões, destinadas a haréns e serviço doméstico. Outros 4 milhões eram crianças.
O deserto cobrava seu preço antes mesmo de a mercadoria chegar ao mercado. Marchas de até três meses sob sol escaldante matavam por sede, fome e exaustão. Quem não conseguia manter o ritmo era deixado para trás, na areia, sem ritual e sem nome.
**A mutilação como política**
O que distingue esse sistema de qualquer outro na história da escravidão é a castração em massa dos homens capturados. Não era acidente nem exceção: era método. Ao castrar os cativos, os traficantes garantiam guardiões de harém que jamais gerariam herdeiros, jamais fundariam linhagens, jamais deixariam descendência capaz de reivindicar identidade própria. A operação era feita de forma primitiva, sem anestesia nem assepsia. A mortalidade beirava 60 a 90%.
Existiam centros dedicados só a isso, espalhados pelo continente africano. Os sobreviventes valiam fortunas nos mercados do Oriente Médio, incluindo os palácios do sultão otomano.
O antropólogo franco-senegalês Tidiane N'Diaye, que dedicou décadas ao tema antes de morrer em outubro de 2025, chamou esse sistema de "genocídio velado". O termo não é retórico. É descritivo. Um povo pode ser apagado sem uma única execução em massa, bastando impedir que ele se reproduza.
**Duas travessias, dois destinos**
Compare os dois sistemas lado a lado e a assimetria salta aos olhos.
No Atlântico, apesar de toda a brutalidade, os escravizados podiam se reproduzir. Isso bastou para gerar uma diáspora de dezenas de milhões de pessoas nas Américas, com sobrenomes, religiões sincréticas, línguas crioulas, música, culinária, uma cultura inteira nascida do trauma e ainda assim viva. No sistema árabe-muçulmano, a castração em massa dos homens e o confinamento das mulheres em haréns cortaram essa linha de continuidade pela raiz. O resultado, treze séculos depois, é a quase ausência de uma diáspora africana identificável no mundo árabe, apesar do número de vítimas ser comparável ou até maior.
O contraste se repete no plano simbólico. Em 1992, João Paulo II visitou a Casa dos Escravos em Gorée e reconheceu publicamente o pecado da Igreja no tráfico atlântico. Em 1998, Bill Clinton fez o mesmo em Uganda, ao dizer que os americanos "estavam errados" em se beneficiar dos frutos da escravidão. Nenhum chefe de Estado árabe ou líder religioso islâmico de peso equivalente jamais fez gesto comparável em relação ao tráfico transaariano ou do Índico. O silêncio institucional não é um acidente de cobertura histórica: é a continuação, por outros meios, do mesmo apagamento.
E há o plano legal. A escravidão no Ocidente foi extinta por movimentos internos, que levaram décadas de luta política e moral até vencer. No mundo árabe-muçulmano, a abolição chegou de fora, quase sempre imposta por potências coloniais europeias, e chegou tarde: a Arábia Saudita só proibiu a prática formalmente em 1962, a Mauritânia em 1981. Relatos de escravidão clandestina no Golfo, no Sudão e em outras regiões seguem aparecendo até hoje.
Três eixos, um só padrão: o que o Ocidente tratou como ferida a ser exposta, o mundo árabe-muçulmano tratou como página a ser virada sem nunca ser lida.
**A areia guarda o que os livros não contam**
O comércio árabe-muçulmano de escravos não é história antiga fechada num capítulo esquecido. É a origem do maior apagamento demográfico da história africana, sustentado por treze séculos de razias, mutilações e silêncio cúmplice. Zanzibar, o Saara, os haréns de Istambul: cada um desses lugares guarda parte de uma dívida histórica que ainda não foi cobrada.
A verdade não perde validade por ser incômoda. E o silêncio em torno dela não é neutro: é escolha.
O engenheiro agrônomo Paulo Herrmann, ex-CEO da John Deere no Brasil, foi convidado para uma palestra e deixou uma mensagem que está repercutindo nas redes.
“Vote em quem você quiser… mas escolha alguém que tenha os 10 dedos nas mãos.”
Cinco Minutos que destroem 30 Anos de propaganda Climática.
Richard Lindzen, Professor Emérito de Meteorologia no MIT (Massachusetts Institute of Technology), um dos maiores especialistas mundiais em dinâmica atmosférica, ondas planetárias, monções e física da atmosfera. Publicou centenas de artigos científicos revisados por pares e foi por décadas uma das figuras mais autorizadas no campo.
O hino de Portugal a tocar na coluna.
>Polícia: tens de pôr isso mais baixo
>Afonso: não tenho nada de pôr mais baixo, ainda ponho é mais alto, estamos em Portugal!!
Que rei👑
@AndreCVentura Faz todo o sentido para os revolucionários, que não se importam em reescrever a história. Seus métodos devem ser trazidos a luz e seus atos devem ser responsabilizados