🚨🇪🇺 Este é um dos vídeos mais perturbadores que já vi nesta plataforma.
A epidemia de estupro de migrantes na Europa é real.
Felizmente, esta mulher foi salva, mas muitas outras não têm a mesma sorte.
Como é possível ouvir esses gritos e não querer deportá-los imediatamente?
“Toffoli é um exemplo” entre “magistrados firmes”, pois “não teme reações adversas”, disse o então ministro Lewandowski em evento patrocinado por Master e JBS em outubro de 2024 em Roma, com Daniel Vorcaro, Ciro Nogueira e PGR Paulo Gonet.
Dois meses depois, Vorcaro se reuniu com Lula, por intermédio do ex-ministro Guido Mantega, que faturava R$ 1 milhão por mês do Master, enquanto o escritório da família Lewandowski recebia R$ 250 mil mensais do banco de Vorcaro, o que renderia mais de R$ 6 milhões até setembro de 2025.
Toffoli lamentou a quantidade exorbitante de 14 mil processos julgados por ano no STF, criticando a “judicialização excessiva”. Mas ele próprio somaria mais um, mantendo o caso Master no Supremo, sob sua relatoria. A administração do resort Tayayá, ligado à sua família, já teve participação do cunhado do dono do Master e hoje está a cargo de um advogado da JBS - as mesmas empresas patrocinadoras daquele evento.
A “firmeza” contra “reações adversas”, obviamente, só é admirável quando essas reações afrontam a verdade, violam a moralidade e demandam indiferença às regras do jogo.
Do contrário, não se tem “firmeza”, mas apenas o descaramento das condutas impróprias, das decisões convenientes e da blindagem do sistema. Essa postura, sim, é admirada e desejada por muita gente poderosa que tem rabo-preso e esqueleto no armário.
[* Assista a outros conteúdos no canal de Felipe Moura Brasil no YouTube, clicando na aba Vídeos: https://t.co/3ByYOtay1n]
Posição do Brasil no Ranking da Imparcialidade da Justiça (142 países).
🇺🇾Uruguai: 25º
🇨🇱Chile: 55º
🇦🇷Argentina: 62º
🇵🇪Peru: 99º
🇵🇾Paraguai: 105º
🇨🇴Colômbia: 113º
🇪🇨Equador: 114º
🇧🇴Bolívia: 123º
🇧🇷Brasil: 141º (2º pior do mundo)
🇻🇪Venezuela: 142º (pior do mundo)
Sim, temos o 2º mais injusto e corrupto Judiciário do mundo, ganhando apenas da Venezuela.
Como a ditadura bolivariana caiu, é provável que em poucos anos NÓS tenhamos o PIOR, MAIS INJUSTO e MAIS CORRUPTO Judiciário do mundo.
Ainda há quem acredite que está tudo bem.
O Hakimi estava a caminho do campo de treinos de Marrocos quando viu um grupo de crianças a jogar à bola na rua.
Ele saiu da carrinha em que viajava, começou a jogar futebol com elas, cumprimentou uma a uma e autografou as camisolas.
Que momento ❤
Sabe quem tá respirando aliviado com a captura de Maduro pelos EUA?
- Toffoli (que pegou jatinho com advogado do Master e impôs sigilo total no rombo bilionário);
- Moraes (cuja esposa embolsou contrato de R$129 milhões do banco fraudulento);
- Lulinha (ligado aos compradores do Master na CPMI dos consignados roubados);
Porque agora ninguém mais lembra do maior escândalo financeiro do Brasil: fraudes de dezenas de bilhões em consignados falsos, créditos fictícios e conexões diretas com o STF, tudo varrido pra debaixo do tapete.
Pq o povo venezuelano não está comemorando nas ruas de Caracas a captura do ditador Nicolás Maduro?
A resposta pode ser encontrada neste vídeo. Milícias fortemente armadas pelo regime chavista, os chamados colectivos, patrulhando as ruas e revistando celulares à procura de qualquer menção de regozijo pela queda do ditador.
Ele não deu assistência e nem fez gol.
E mesmo assim foi o melhor jogador da partida e o mais efetivo do Chelsea, faltou os companheiros ajudarem ele.
Estevão William é muito craque, essa partida contra o Bournemouth foi sacanagem.
https://t.co/UV7cki1gEE
2026 chegou.
O Brasil não tem mais governo.
Tem cobrança.
Não existe projeto de país.
Existe um projeto claro de tirar dinheiro do povo.
Imposto em tudo.
Imposto recorde.
Serviço lixo.
A conta caiu no colo de quem?
Da classe média.
Porque pobre não paga.
Rico sempre dá um jeito.
Quem sobra é quem trabalha, produz, paga imposto e não recebe nada.
O objetivo é simples.
Destruir a classe média.
Criar dois grupos.
Um governo gigante.
E um povo pobre, dependente, sem saúde, sem educação e sem perspectiva.
Isso não é erro.
É método.
Eles mesmos disseram isso por décadas.
Socialismo não chega de uma vez.
Chega aos poucos.
No imposto.
Na dependência.
No controle.
O discurso é sempre o mesmo.
“Democracia”.
“Liberdade”.
“Defender as instituições”.
Enquanto isso, o dinheiro vai embora.
Não vai para escola.
Não vai para hospital.
Não vai para saneamento.
O Brasil segue mal em educação básica.
Segue mal em saneamento.
Segue mal em produtividade.
Segue cheio de doenças de país pobre.
Mas com imposto de país rico.
O país está endividado.
O povo está endividado.
E o Estado nunca esteve tão confortável.
Esse dinheiro não some.
Ele financia poder.
Campanha.
Narrativa.
E projetos políticos que querem se eternizar.
Dizem que existe eleição.
Dizem que existe escolha.
Dizem que existe futuro.
Na prática, querem um povo ocupado demais sobrevivendo para pensar.
Quando todo mundo depende do governo,
ninguém questiona o governo.
Isso não é crise.
É projeto.
E o mais perverso:
muita gente ainda acha que est�� sendo protegida.
O que há é um Estado gordo.
E um povo cada vez mais magro.
Não é colapso repentino.
É esgotamento programado.
Quando a classe média acaba,
o país vira refém.
E refém não vota.
Sobrevive.
Fim de jogo.
“Faça as pessoas discutirem o que não faz diferença nenhuma e elas nunca perceberão o que realmente está acontecendo.” — Livro “1984” - George Orwell
Olha o Brasil real enquanto todo mundo discute o comercial da Havaianas.
• R$ 226 bilhões arrecadados em impostos em um único mês.
• Mais de R$ 2,6 trilhões tirados do bolso do contribuinte no ano.
• 27 aumentos de impostos desde 2023.
• 30 mil presos soltos de uma vez por “saídinha”.
• Déficit nominal no pior nível desde o Plano Real.
Soma isso com:
• Escândalos em bancos.
• Rombo no INSS.
• Corrupção que nunca acaba.
• Supremo Tribunal Federal decidindo o que deveria ser debatido no Congresso.
Mas o grande debate nacional é:
👉 a sandália.
Não é que a polêmica da Havaianas não importe.
Ela importa porque mostra lado numa guerra cultural antiga.
O truque é achar que isso é o centro do problema.
Enquanto a gente briga por símbolo,
os números — esses sim — seguem avançando.
Orwell não previu o futuro.
Ele só descreveu o método.
Agora me diz:
você está olhando pro barulho ou pros números?