A informação transforma. Sim, existe eleitor que só é Flávio por pura desinformação. Não bebem detergente, não rezam pra pneu, nem cheiram cloroquina. É gente manipulada por fake news e ódio, e isso tem cura, olha esses influencers do campo após o debate.
Flávio Bolsonaro fala em cortar R$ 200 bilhões do orçamento, mas não explica de onde vai sair esse dinheiro!
O povo precisa saber: vai faltar dinheiro para aposentadoria, salário, seguro-desemprego ou programas sociais? Não dá para anunciar um corte desse tamanho sem dizer quem vai pagar a conta!
Eu e meu vice, Geraldo Alckmin, defendemos uma coisa muito simples: responsabilidade com o dinheiro público e respeito aos direitos do povo trabalhador!
A pergunta é direta, Flávio: de onde você vai tirar esses R$ 200 bilhões? O povo brasileiro merece saber! 🇧🇷
Na hora de prometer cortes, falam em bilhões. Na hora de pagar a conta, sobra para o mais pobre.
De onde vai sair? Do Bolsa família que põe comida na mesa? Do pé-de-meia que mantém o jovem estudando? Do remédio de quem mais precisa? Flávio Bolsonaro precisa responder.
Meu compromisso é com quem trabalha, com quem estuda e com quem dedicou a vida a este país. Seu direito não pode virar corte. Seu voto é a sua voz.
Vá votar e defenda suas conquistas! 🇧🇷
Eu sou nordestino e sei de perto o que o nosso povo vive, as dificuldades que enfrenta e os sonhos que carrega no coração.
Minha caminhada sempre foi para ver essa terra de tanta força, história e gente querida ter cada vez mais oportunidades e futuro próspero.
O Nordeste não merece oportunistas. Essa região merece todo o nosso amor, respeito e compromisso!
📸 @ricardostuckert
Quem trabalha merece descanso, salário digno e tempo para viver. O fim da escala 6x1 representa mais qualidade de vida, mais tempo com a família e a garantia de que o trabalhador não precisa viver apenas para trabalhar.
Alice Carvalho dá o recado neste vídeo.
Enquanto lutamos pela escala 5x2, sem redução salarial, Flávio Bolsonaro tentou barrar essa mudança e defende o trabalho por hora.
Isso pode significar menos segurança na renda e o risco de perder direitos que os trabalhadores levaram décadas para conquistar.
BERNARDO MELLO FRANCO | "Em 30 de abril de 1981, um capitão e um sargento do Exército cruzaram o Rio em missão secreta. Transportavam duas bombas para causar terror e pânico num show que reunia milhares de jovens em comemoração ao Dia do Trabalhador. O plano era culpar a esquerda e sabotar o processo de redemocratização do país.
Em 30 de abril de 1981, um tenente que amava a ditadura, mas era tido pelos superiores como 'excessivamente ambicioso', assistiu em Resende ao nascimento do primeiro filho. Tempos depois, ele entraria na política como porta-voz dos porões".
Leia o artigo completo de @BernardoMF no site do #JornalOGlobo. Link na bio.
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