@roberto_ma71025@CelioAndrade370 Como falei anteriormente em outro post, o RJ do Povo está sendo exibido em novo horário às 11h30 horário local pro RJ assim como Nordeste do Povo para o Nordeste, onde não tem programação local, às 11h30 fica com a exibição do RedeTV Notícias 1ª Edição.
Como deu certo game show na Record a tarde com o Tom, eu faria uma experiência com o Mega Sonho nas tardes de Domingo. Tbm criaria um programa do mundo animal com aquele veterinário q tinha um quarto no SBT ou com aquele famoso q já teve programa, e tbm criaria um show de talentos com crianças e adolescentes na apresentação de Wellington Muniz.
De 11h55 a 15h30 nem conta né, overdose de vídeos repetidos da internet. E tbm a noite o Horário do ZAP, o Para Aqui , e o Madrugada Animada com mais overdose de vídeos da internet e com overdose de pegadinhas repetidas tbm não dá pra considerar.
Amanhã a RedeTV! vai exibir programação própria de 11h55 até 03h da madrugada. Fazia anos que eu não via uma sequência tão grande de programação sem nenhuma igreja ou infomercial no meio
@roberto_ma71025 Uma sessão de filmes salvaria e daria mais audiência na ausência dos eventos esportivos e tbm agradaria as mesmas pessoas q consomem esporte. Ou até mesmo um esportivo especial.
@roberto_ma71025 Tem q acabar com o A Hora do ZAP e Madrugada Animada, deixar esse conteúdo dentro do Pará Aqui junto com uma nova Escolinha, Sátiras de Programas das TVs, e outras enquetes e matérias a lá Pânico e CQC. E nessas faixas substituir por novas atrações com mais conteúdo e qualidade.
CONCLUSÃO
A história recente do Botafogo representa um dos casos mais emblemáticos da transformação do futebol em uma indústria globalizada.
Em poucos anos, o clube viveu praticamente todas as fases desse novo modelo de gestão esportiva: recebeu investimentos internacionais, modernizou sua estrutura, voltou a disputar títulos relevantes, conquistou a América, enfrentou uma grave crise financeira, ingressou em recuperação judicial e iniciou uma nova transição de controle.
A Era John Textor deixará marcas profundas na história alvinegra. Sob sua liderança, o Botafogo recuperou protagonismo esportivo, fortaleceu sua marca e voltou a ocupar espaço entre os principais clubes do continente. Ao mesmo tempo, os acontecimentos que envolveram a Eagle Football evidenciaram os riscos associados a estruturas altamente dependentes de financiamento, alavancagem e ciclos contínuos de captação de recursos.
Agora, o clube se encontra diante de um novo desafio.
A chegada da GDA Luma e de Gabriel de Alba representa mais do que uma simples troca de controlador. Trata-se da transição entre dois modelos distintos de gestão. De um lado, um projeto baseado na expansão acelerada e na integração internacional de ativos esportivos. De outro, uma proposta centrada em reestruturação, governança e sustentabilidade de longo prazo.
O caso Botafogo tornou-se uma espécie de laboratório para o futebol brasileiro. Pela primeira vez, um clube campeão continental passa simultaneamente por recuperação judicial, disputas societárias internacionais e uma mudança de controle em meio a um cenário de elevada complexidade financeira. O desfecho desse processo poderá influenciar a forma como investidores, credores, dirigentes e torcedores enxergam o futuro das SAFs no país.
Mais do que reorganizar balanços, renegociar passivos ou concluir uma aquisição, a nova gestão terá a missão de preservar um patrimônio esportivo que voltou a sonhar grande. O desafio será demonstrar que responsabilidade financeira e ambição competitiva podem caminhar juntas.
O Botafogo já provou que é capaz de retornar ao topo da América.
O próximo passo é ainda mais difícil: construir uma estrutura sólida o suficiente para permanecer entre os protagonistas, independentemente de quem esteja no comando.
A história continua sendo escrita.
E os próximos capítulos poderão definir não apenas o futuro do Botafogo, mas também servir como referência para toda a evolução do modelo de SAF no futebol brasileiro.
DOSSIÊ ESPECIAL
BOTAFOGO ENTRE DUAS ERAS
A queda da Eagle Football, o fim do ciclo Textor e os desafios da GDA Luma para reconstruir a SAF alvinegra
APRESENTAÇÃO
Poucas histórias recentes do futebol mundial reúnem tantos elementos quanto a transformação vivida pelo Botafogo entre 2022 e 2026.
Em menos de quatro anos, o clube passou por:
aquisição por um investidor internacional;
transformação em SAF;
crescimento acelerado;
conquista da Libertadores da América;
integração a uma rede global de clubes;
crise financeira internacional;
transfer ban;
recuperação judicial;
disputa societária;
mudança de controle.
O caso tornou-se um dos mais complexos processos de reorganização esportiva e empresarial da história recente do futebol.
Este dossiê reúne os principais fatos, personagens, riscos, oportunidades e cenários relacionados à transição entre a Era John Textor e a possível Era GDA Luma.
CAPÍTULO 1
A REVOLUÇÃO CHAMADA SAF
Em 2022, o Botafogo iniciava oficialmente uma nova fase de sua história.
A venda de 90% da Sociedade Anônima do Futebol para John Textor representava uma ruptura com décadas de dificuldades financeiras enfrentadas pelo clube associativo.
O empresário americano apresentou um projeto ambicioso:
modernização da gestão;
aumento dos investimentos;
profissionalização do futebol;
integração à Eagle Football Holdings.
O objetivo era transformar o Botafogo em uma potência esportiva sustentável.
Pela primeira vez em décadas, o clube possuía capacidade de competir financeiramente com os principais rivais nacionais.
CAPÍTULO 2
A ASCENSÃO DO PROJETO
Os primeiros resultados surgiram rapidamente.
Entre 2022 e 2024, o Botafogo registrou:
Evolução esportiva
retorno às competições internacionais;
protagonismo no Campeonato Brasileiro;
fortalecimento do elenco.
Evolução institucional
modernização de processos;
ampliação da estrutura de scout;
profissionalização de departamentos.
Evolução comercial
crescimento de receitas;
valorização da marca;
fortalecimento da relação com patrocinadores.
O ponto máximo ocorreu em 2024.
A conquista da Libertadores da América colocou o Botafogo novamente entre os protagonistas do continente.
Para muitos torcedores, tratava-se do início de uma nova era dourada.
CAPÍTULO 3
O MODELO EAGLE FOOTBALL
O projeto de John Textor estava baseado em um conceito específico.
A criação de uma rede internacional de clubes.
A Eagle Football reunia:
Botafogo;
Lyon;
Crystal Palace;
RWD Molenbeek.
A lógica era simples.
Permitir:
circulação de talentos;
compartilhamento de conhecimento;
ganho de escala;
valorização conjunta dos ativos.
Durante algum tempo, o modelo funcionou.
Mas sua sustentabilidade dependia de um elemento central:
Disponibilidade constante de financiamento.
Foi exatamente nesse ponto que surgiram os problemas.
CAPÍTULO 4
COMO A CRISE COMEÇOU
A deterioração financeira não começou no Botafogo.
Os primeiros sinais surgiram na própria Eagle Football.
O grupo passou a depender cada vez mais de:
financiamentos;
empréstimos estruturados;
antecipações de receita;
captações junto ao mercado.
A situação se agravou especialmente após os problemas financeiros envolvendo o Lyon.
Com o aumento da pressão dos credores, o modelo começou a apresentar fragilidades.
Gradualmente, a capacidade de financiamento da estrutura diminuiu.
Os efeitos chegaram ao Botafogo.
CAPÍTULO 5
O TRANSFER BAN E A EXPOSIÇÃO DA CRISE
O transfer ban representou o momento em que os problemas deixaram os bastidores.
A punição expôs:
dificuldades de fluxo de caixa;
atrasos financeiros;
problemas operacionais.
A partir desse momento, o mercado passou a questionar a sustentabilidade da estrutura.
Investidores, credores e torcedores começaram a acompanhar o caso com maior preocupação.
CAPÍTULO 13
O DESAFIO DA SUCESSÃO
Ao longo da história do futebol, muitos clubes enfrentaram dificuldades para reconstruir suas estruturas após períodos de crise.
Poucos, porém, precisaram lidar com um desafio tão particular quanto o que o Botafogo enfrenta atualmente.
A questão não envolve apenas finanças, governança ou disputas societárias.
Envolve também sucessão.
A nova gestão não assumirá um clube que vinha acumulando fracassos esportivos.
Pelo contrário.
Assumirá uma instituição que viveu um dos períodos mais vitoriosos de sua história recente.
Essa circunstância cria uma situação singular.
Enquanto a recuperação judicial e a crise da Eagle Football apontam para a necessidade de mudanças profundas, a memória esportiva da Era Textor continua extremamente presente entre os torcedores.
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O paradoxo da Era Textor
Poucos dirigentes recentes produziram percepções tão contraditórias.
De um lado, John Textor será lembrado por ter conduzido o Botafogo ao período mais competitivo do século.
Durante sua gestão, o clube:
- voltou a disputar títulos relevantes;
- modernizou estruturas;
- ampliou receitas;
- valorizou ativos esportivos;
- conquistou a Libertadores;
- conquistou o Campeonato Brasileiro.
De outro lado, sua trajetória também ficou associada a:
- dependência financeira da Eagle Football;
- crescente complexidade societária;
- disputas com credores;
- perda de controle da SAF;
- recuperação judicial.
Essa dualidade faz com que qualquer avaliação da Era Textor seja inevitavelmente complexa.
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A herança que será recebida
A nova gestão herdará dois patrimônios distintos.
O patrimônio esportivo
O Botafogo voltou a ser visto como protagonista.
A torcida passou a considerar natural disputar títulos nacionais e internacionais.
O nível de exigência aumentou.
O clube deixou de celebrar apenas a sobrevivência esportiva.
Passou a buscar conquistas.
O patrimônio institucional
Ao mesmo tempo, permanecem desafios relacionados à reorganização financeira, credibilidade de mercado, recuperação judicial e reconstrução da confiança de credores e parceiros.
A nova administração precisará administrar essas duas realidades simultaneamente.
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A expectativa da torcida
Talvez nenhum grupo acompanhe essa transição com tanta atenção quanto os torcedores.
Existe um sentimento misto.
Por um lado, muitos reconhecem a necessidade de reorganização financeira e enxergam a chegada da GDA Luma como uma oportunidade de estabilidade.
Por outro, permanece a preocupação de que um modelo mais conservador reduza a competitividade esportiva conquistada nos últimos anos.
O desafio da nova gestão será demonstrar que responsabilidade financeira e ambição esportiva não precisam ser objetivos incompatíveis.
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O peso inevitável das comparações
Toda transição de liderança gera comparações.
No caso do Botafogo, elas serão inevitáveis.
As decisões da nova administração serão observadas à luz do que foi realizado anteriormente.
Contratações, vendas de jogadores, investimentos em infraestrutura, desempenho esportivo e resultados financeiros serão constantemente comparados ao período anterior.
Isso não representa necessariamente um problema.
Faz parte do processo de sucessão.
Mas aumenta o nível de pressão sobre os novos responsáveis pelo projeto.
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O verdadeiro teste
A discussão sobre quem possui razão nos conflitos envolvendo Eagle Football, credores ou antigos controladores tende a perder relevância com o passar do tempo.
O que permanecerá será o resultado prático da gestão.
No futebol, a legitimidade de qualquer projeto é construída pela combinação entre:
- estabilidade institucional;
- responsabilidade financeira;
- competitividade esportiva.
É nesse terreno que a nova administração será avaliada.
Little Big Shots na RedeTV: O programafocado em crianças com habilidades diversas é apresentado por Steve Harvey na versão americana e terá apresentação de Wellington Muniz na versão brasileira, que também conversará com as crianças sobre suas histórias de vida. @WellingtonMuniz