👀 Leitura labial (feita por @vellosogg) da provocação de Neymar a um torcedor do Remo:
“Beijinho para ela, para a sua mulher. Vem aqui embaixo, pode vir!”
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FICOU NA BRONCA! 🦁⚽
Marcelinho desabafou na entrevista pós eliminação do Remo na Copa do Brasil. Segundo o jogador, o VAR interferiu e atrapalhou a partida ao chamar Daronco para avaliar a expulsão de Marllon, que deixou o Remo com um a menos desde o primeiro tempo. Concorda, torcedor?
*Contém legenda automática
#TrocaDePasses #CopaDoBrasilNoSportv #Santos #Remo #FutebolBrasileiro
Leitura labial (feita por @vellosogg) de Neymar em Santos 0x0 Remo.
Edson Fernando, do Remo, provocou o craque santista: "Você não sabe bater, né? Eu te ensinei agora. Como é que tu esquece?"
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NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
➡️ Após diagnóstico de câncer avançado, jovem faz apelo por ajuda
Walison tem 24 anos e vive em Petrolina, no interior de Pernambuco. Até pouco mais de um ano atrás, sua rotina era acordar antes do sol para trabalhar. No entanto, um diagnóstico de câncer de testículo em estágio avançado, com metástase, mudou tudo.
Atualmente ele faz quimioterapia paliativa e convive com tumores no pescoço e no abdômen que causam dores constantes. Segundo ele, sintomas como falta de ar até em repouso, dificuldade para engolir e dias sem conseguir se alimentar direito nem dormir são comuns.
Sem poder trabalhar, ele enfrenta uma segunda batalha, que é conseguir o básico: “Peço, pelo amor de Deus, o que tocar no coração de vocês. Toda ajuda é bem-vinda”, disse Walison.
Por isso, foi criada uma vaquinha on-line para custear comida, aluguel e o transporte até o hospital para não interromper o tratamento
Doações: [email protected]
🤳 wallisonlemos229 | @myhoodbr
O Esporte Clube Vitória vem a público expressar sua indignação diante das declarações proferidas pelo treinador da Sociedade Esportiva Palmeiras, Sr. Abel Ferreira, durante sua entrevista coletiva após a partida da última quarta-feira (29), nas quais questiona o caráter de nosso atleta Luan Cândido.
“Conhece o histórico do Luan Cândido? Conhece o histórico dele?”, disse Abel Ferreira.
O atleta Luan Cândido estreou profissionalmente em 2020 e, desde então, acumula seis expulsões em seis anos de carreira, o que corresponde a uma média de uma expulsão por temporada, sendo quatro expulsões diretas e duas por dois cartões amarelos. Tratando-se de um defensor, trata-se de um número considerado baixo.
Durante o mesmo período, o treinador Abel Ferreira acumula 13 expulsões em jogos oficiais. Um número que representa mais do que o dobro da quantidade registrada por nosso atleta e, principalmente, parte de um profissional que deveria servir de exemplo para seus jogadores.
O Esporte Clube Vitória defende que a arbitragem do futebol brasileiro deve ser aprimorada e profissionalizada, para que todos os clubes deixem de sofrer com atuações equivocadas que acabam prejudicando projetos inteiros. Por isso, causa-nos estranheza que o Sr. Abel Ferreira considere um lance claro de agressão como algo “no limite”, especialmente por se tratar de alguém que frequentemente manifesta insatisfação com a qualidade da arbitragem nacional.
Por fim, reiteramos nossa total confiança no caráter, na conduta profissional e na integridade de Luan Cândido, atleta que honra diariamente a camisa do Esporte Clube Vitória dentro e fora de campo.
Exatamente há um ano, em 30 de julho de 2025, após um 0 a 0 com o CRB, no Mineirão, pela Copa do Brasil, Leonardo Jardim tinha Matheus Pereira no elenco e pedia um Arrascaeta. Passados 364 dias, ontem, em Porto Alegre, ele teve o uruguaio no 1 a 1 com o Internacional pelo Brasileirão, mas pediu outro jogador criativo para enfrentar times fechados em suas defesas. Será que BAP e Boto percebem isso?
Grato ao companheiro @samuelvenancio pela perspicaz observação.
#flamengo #leonardojardim #bap #boto