O ministro Mauro Vieira envergonha o Itamaraty e sua longa tradição de atuar como órgão de estado. A declaração de hoje insiste na mentira de que as tarifas são responsabilidade da oposição. O chanceler esconde que 85 países e Hong Kong estão sob investigações comerciais dos EUA, alcançando cerca de 98% da economia mundial fora do território americano. O problema do Brasil é que quem deveria negociar, resolveu fazer da questão um palanque eleitoral. Intensificou os ataques contra o presidente americano, forçando a represália comercial. Lula, na sua narrativa mentirosa contra Flávio, forçou o pênalti. Joga sujo como sempre.
A Argentina fechou um acordo com os EUA, reduzindo tarifas americanas sobre mais de 1.600 produtos argentinos. UE, UK, India, Japão vão na mesma linha, com diferentes modulações. Relações comerciais exigem pragmatismo, não retórica política. @Estadao
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O governo brasileiro castiga os setores produtivos eficientes, que exportam para os EUA, para continuar protegendo com tarifas e outras barreiras os ineficientes. Minha análise na @CNNBrasil.
Governo de esquerda do Reino Unido evitou politização do tarifaço de Trump, não falou em retaliação, fez concessões seletivas aos EUA e preservou acesso ao mercado americano. O país também tem déficit ante os EUA e na pauta havia temas parecidos com os do Brasil: etanol, automóveis e tributação de big techs. Acordo já saiu no mês seguinte, maio de 2025, e o Reino Unido não foi investigado pela Seção 301. Enquanto isso, o Brasil deixou o problema crescer. Minha análise na @CNNBrasil com @iuripitta
Mauro amarelou
Mauro Vieira não deu as caras na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, que quer explicações do ministro sobre a baboseira do suposto risco de ação militar dos EUA no Brasil. A desculpa dada pelo chanceler é que estaria em reunião com Lula.
Nota
O governo Lula colhe o que plantou. Enquanto transformava a política externa em instrumento de militância ideológica, ignorava as negociações com os Estados Unidos. O resultado veio em forma de tarifas.
A indignação seletiva também chama atenção. Quando a China impôs tarifas de 55% e a União Europeia restringiu a carne bovina brasileira, o governo ficou em silêncio. Agora posa de defensor da soberania, embora sequer tenha enviado representante à audiência pública que antecedeu a decisão americana.
Quem paga essa conta são os produtores, os exportadores, os trabalhadores e toda a economia brasileira. O Brasil precisa de uma política externa guiada pelo interesse nacional, não pela ideologia. Em 2027, o país terá a oportunidade de voltar ao caminho do diálogo, do pragmatismo e da prosperidade, com @FlavioBolsonaro presidente.
Rogério Marinho (PL-RN)
Líder da Oposição no Senado Federal
Climão na GloboNews!
Enquanto a imprensa tentava emplacar a narrativa de culpar a direita pelas tarifas, o ex-diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, simplesmente não entrou no jogo. Em vez de seguir o roteiro ideológico que queriam impor, fez uma análise técnica, sem viés, que desmontou o clima no estúdio.
O resultado? Pouco depois, a entrevista foi encerrada.
Mauro Vieira acaba de oferecer uma das explicações mais convenientes - e mais irresponsáveis - para o fracasso diplomático do governo Lula.
Segundo a declaração do chanceler, nesta quinta-feira, 16 de julho, o que incomoda Donald Trump é o fato de o Brasil não ter se “curvado” às pretensões americanas. Não, ministro! O que deveria incomodar os brasileiros é ver o país sair de uma negociação com uma tarifa de 25% sobre milhares de produtos, bilhões de dólares em exportações ameaçados e empregos brasileiros colocados em risco - enquanto o Itamaraty tenta transformar derrota em “ato de bravura”.
Soberania não significa levantar da mesa sem acordo e depois entregar a conta ao trabalhador, ao produtor e ao empresário. Defender o Brasil até o final, exige competência para negociar, apresentar soluções, construir alianças e impedir que divergências diplomáticas terminem em punições econômicas.
A investigação da Seção 301 não surgiu ontem nem se limitou a uma única exigência política. Durante aproximadamente um ano, Washington apresentou questionamentos sobre comércio digital, Pix, tarifas, etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção e política ambiental. O governo brasileiro sabia exatamente o que estava em jogo.
Agora, depois de fracassar em impedir o tarifaço, Mauro Vieira tenta reduzir tudo a uma narrativa infantil - de um lado, os Estados Unidos exigindo “capitulação”; do outro, Lula defendendo heroicamente a “soberania nacional”.
Isso é propaganda para esconder incompetência.
O próprio governo americano afirma que Lula não negociou de boa-fé e colocou o ego acima dos interesses do povo brasileiro. O Itamaraty responde com bravatas, mas quem sofrerá as consequências não será Mauro Vieira, Lula ou qualquer ministro protegido pelo salário público.
Serão os trabalhadores das empresas atingidas, os produtores que perderão competitividade e as famílias que dependem dessas exportações.
Um governo sério não confunde diplomacia com palanque eleitoral e não usa a palavra “soberania” como escudo para fugir da responsabilidade.
O Brasil não precisava se curvar aos Estados Unidos. Precisava negociar com inteligência, e nisso o governo Lula fracassou.
🚨 GOVERNO LULA AUTORIZA AUMENTO DAS TARIFAS DE EMBARQUE EM 14 AEROPORTOS BRASILEIROS.
Enquanto o governo promete passagens mais acessíveis, a realidade segue na direção oposta: - mais custos para quem precisa viajar de avião. Como sempre, a conta chega ao passageiro.
No Brasil de Lula, a narrativa é a promessa de reduzir custos. A realidade é o brasileiro deixando de viajar porque ficou caro demais.
Lula mente ao dizer que mora em São Bernardo desde 1965. https://t.co/JhCtPWAgkr
Presidente omite carceragem da PF em Curitiba, Palácio do Planalto e casa luxuosa em Alto de Pinheiros ao falar de seu passado.
Por @DudaTeixeira
PF indicia 48 pessoas no roubo dos aposentados, dentre elas o ex-presidente do INSS de Lula, mas deixaram lulinha para ser investigado só depois das eleições.
🚨 Diferentemente do que muitos colegas do direito disseram, a decisão de Moraes proibia Bolsonaro de usar suas redes ou as de terceiros, não impedia que terceiros usassem suas próprias redes para falar de Bolsonaro, ler suas cartas ou tratar de suas ideias.
Do contrário, filmes, reportagens, noticiários sobre Bolsonaro, e até entrevistas já autorizadas pelo próprio ministro, nas redes sociais, não poderiam ocorrer.
Portanto, além das inconstitucionalidades da decisão, como (1) proibir advogado (Flávio é seu advogado constituído) de visitar cliente, (2) proibir preso de se comunicar por carta e (3) cogitar propaganda eleitoral sem que Moraes atue como juiz eleitoral, além também do rotineiro silêncio constrangedor da OAB, a decisão está errada.
Tive a oportunidade de conviver com a então primeira-dama Ruth Cardoso e acompanhar seu trabalho inovador. Entre muitas coisas, ela criou o Comunidade Solidária, programa que até hoje gera desdobramentos e resultados para o país. Conhecer e respeitar nossa história importa.
O caso Banco Master acaba de ganhar mais um capítulo.
Uma reportagem revelou que um escritório ligado à família de Alexandre de Moraes, incluindo uma filha e uma cunhada do ministro, emitiu um parecer afirmando que o Banco Master estava apto a captar recursos dos regimes próprios de previdência dos servidores públicos, justamente o dinheiro destinado às aposentadorias e pensões.
O próprio documento alertava para riscos de corrupção e conflito de interesses.
Mesmo assim, o banco seguiu ampliando essa captação. Mais tarde, segundo as investigações, esses recursos se tornaram parte central do esquema que levou à crise do Banco Master.
Ou seja: um banco já em crise, que a Caixa tinha acabado de se recusar a fazer operação com ele, recebeu de uma banca ligada a um ministro do Supremo o carimbo de que estava "apto" a captar as previdências.
Isso não significa, por si só, que quem assinou o parecer tenha cometido qualquer crime.
Mas as consequências dessa manifestação jurídica e o contexto em que ela foi produzida precisam ser esclarecidos.
Você acha que esse caso precisa ser investigado a fundo? Escreva nos comentários 👇
Também entrevistei Lula quando ele estava preso — depois que o STF autorizou isso em nome da liberdade de expressão e de imprensa — e também estou tentando entender por que isso pôde acontecer, mas Bolsonaro não pode ver o filho porque uma nota foi publicada?