ABSURDO! A juíza feminista Elizabeth Louro forçou o juri a votar novamente no julgamento de Monique Medeiros até obter o resultado que queria, conforme denúncia dos advogados de acusação do caso da assassina Monique Medeiros!
Advogados de acusação no caso Henry Borel afirmaram que a juíza feminista que anistiou Monique Medeiros anulou a votação do Conselho de Sentença após não concordar com o resultado e ordenou nova votação.
Segundo a denúncia, na primeira votação os jurados condenaram Monique por homicídio doloso — mas a magistrada teria forçado uma situação para que a questão fosse votada novamente, só encerrando o processo quando obteve a desclassificação (para homicídio culposo) que a juiza desejava.
Essas irregularidades apontadas não seriam isoladas. Os advogados apontaram que a magistrada também:
- Concedeu prisão domiciliar a Monique, contrariando decisão do STF;
- Revogou a prisão da ré, agindo contra decisão do STF;
Em razão do que veem como uma postura claramente parcial e enviesada por parte da Juiza em favor da assassina, a acusação igressou com reclamação constitucional para que Monique seja presa novamente.
Além disso, a acusação irá recorrer ao Tribunal de Justiça para anular a decisão e fazer com que Monique seja submetida a um novo Conselho de Sentença sem interferência ou manipulação por parte da juíza acusada.
Se as denúncias forem deferidas, estará provado que a juiza feminista violou a soberania do júri popular — princípio fundamental do Estado Democrático de Direito — para proteger uma assassina, apenas por ela ser mulher.
By @opropriokogos
JUÍZA ELIZABETH MACHADO LOURO.
Soltou Monique Medeiros, cúmplice no assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos, espancado até a morte?
Mais o que é isso ???
@CFOAB@MPF_PGR@CNJ_oficial
⁉️⁉️⁉️⁉️
O desfecho do caso Henry Borel é uma vergonha e não trouxe sensação de justiça. Enquanto Jairinho pegou 43 anos, Monique recebeu perdão judicial e foi solta. Esse julgamento absurdo deveria ser revisto urgentemente. Quem participa de violência e tortura contra uma criança deveria cumprir pena máxima, sem privilégios.
Lugar de quem tortura e mata uma criança é na prisão, pagando pelos seus crimes até o fim da pena.
#JusticaPorHenryBorel
#CasoHenryBorel
#NaoHouveJustica
JUÍZA USA FEMINISMO PARA PROTEGER ASSASSINA DO PRÓPRIO FILHO
Cinco anos após a morte do menino Henry Borel, assassinado aos 04 anos por seu padrasto e sua mãe, o Brasil finalmente chegou ao desfecho de um dos casos mais chocantes de sua história recente.
O demônio Dr. Jairinho foi condenado a mais de 43 anos de prisão pela morte do menino. Já o monstro Monique Medeiros, mãe de Henry, recebeu perdão judicial e saiu livre.
Os jurados concluíram que Monique praticou homicídio culposo, ou seja, entenderam que houve responsabilidade pela morte do próprio filho. Mesmo assim, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu perdão judicial. Durante a leitura da sentença, afirmou que Monique já teria sofrido consequências severas ao longo do processo, incluindo a enorme repercussão pública do caso. A magistrada também associou as críticas recebidas pela ré ao "machismo".
Lembrando que as acusações mostraram que Monique sabia das agressões sofridas por Henry, prestou informações falsas a médicos para mascarar as lesões, ajudou a alterar a cena antes da perícia, intimidou testemunhas e tentou encobrir o crime.
Uma criança de quatro anos morreu. E um monstro que ajudou nesse crime, no caso a própria mãe do Menino, foi poupada graças à ideologia doentia da juíza.
O inocente Henry já está na Glória Eterna e não sofre mais; já quem cometeu o crime, assim como quem protegeu a culpada, precisará muito da misericórdia de Deus.
⚖️ A Lei Henry Borel (Lei 14.344/2022) tipifica a omissão diante da violência contra menores de 14 anos como crime e torna esse homicídio um crime hediondo. A legislação obriga a denúncia de agressões por qualquer pessoa que tenha conhecimento do fato, sob pena de prisão, reforçando a proteção infantil no Brasil. [1, 2, 3]
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A morte de uma criança em circunstâncias tão violentas gera uma indignação enorme, e a sensação de que quem sabia e não impediu deveria sofrer uma punição rigorosa é um sentimento compartilhado por quase toda a sociedade. Do ponto de vista moral e humano, a falha em proteger Henry é vista por muitos como imperdoável.
A explicação para o fato de essas pessoas não estarem presas neste momento não é que a atitude delas seja considerada correta, mas sim a forma rígida como a lei brasileira define quem pode ser preso e por quais crimes.
A justiça criminal funciona com base em regras muito específicas sobre a responsabilidade de cada um.
É inaceitável e revoltante ver que pessoas que sabiam perfeitamente do sofrimento do Henry Borel continuam livres. Escolher o silêncio e a conivência diante da tortura de uma criança indefesa é uma covardia brutal.
A justiça dos homens pode até usar tecnicalidades da lei para não prendê-los, mas a moral humana jamais vai perdoar. Quem se cala diante da crueldade carrega nas mãos a cumplicidade dessa tragédia. Ver essas pessoas soltas é uma bofetada na cara de todos nós.
#JusticaPorHenryBorel
#JusticaPorHenryBorel #CasoHenryBorel #NaoHouveJustica
Artigo pesado do Fernando Schüler, mas necessário. 😢
“O que me fica na cabeça é a imagem daquele quarto. Este tipo monstruoso chamado Jairinho levando um guri alegre, de 4 anos, com a vida pela frente, lá para dentro, trancando a porta, ligando a TV em volume alto para ninguém escutar e enchendo de pancadas. Depois o guri saindo, mancando, o olhar apavorado, o choro contido, indo pro colo da empregada, a Thayná.
No dia fatal, foram vinte e tantas pancadas. Na cara, na cabeça, no nariz, na barriguinha, hemorragia interna, edema cerebral. Peço desculpas por escrever estas coisas, em uma coluna onde geralmente trato do Brasil. Mas hoje não dá. Preciso falar sobre o menino Henry.
A verdade é que não me conformo. Tenho um filho pequeno, imagino a dor do pai do Henry, nestes anos todos, e acho que ninguém deveria ficar indiferente, diante disso. Não me conformo com uma pena de apenas 40 anos para este assassino monstruoso. Uma pena que vai se transformar em muito menos, pelas progressões e pela brandura de nossa legislação. E de jeito nenhum me conformo com o “perdão judicial” para a mãe do Henry, Monique.
Ela inequivocamente sabia de tudo. Sabia das agressões, viu os hematomas no filho e mantinha aquele sujeito dentro do apartamento. A Thayná avisou, mandou mensagem, mandou vídeo com o guri violentado. E ela estava lá, dentro daquele apartamento, quando o espancamento final aconteceu, e era de fato a única pessoa que podia salvar o Henry.
Ao invés disso, não fez nada. E diante do menino morto mandou a empregada ficar quieta para não incriminar o casal. É simplesmente um sintoma da nossa completa perda de valores sugerir que a culpa atribuída a Monique seja algum tipo de “discriminação de gênero”.
Há poucas coisas mais desprezíveis do que usar retórica ideológica para justificar a maldade e o crime. Monique era a mãe. Não se trata de ser perfeita, mas de fazer o mínimo. Ela tinha a guarda do filho, era responsável por ele. E sabia o que estava acontecendo. (…)
O caso do menino Henry está longe de ser um caso isolado. O Disque 100, nosso canal de denúncias, só em 2024 registrou 289 mil denúncias sobre violações contra crianças e adolescentes. 33 registros por hora, Brasil afora. Violência, maus-tratos, abandono, agressão sexual.
No caso de crianças de 0 a 6 anos, perto de 80% dos casos acontece dentro de casa. As mães são as mais identificadas como agressoras. Depois os pais, e ainda depois padrastos, madrastas e outros parentes. Há uma barbárie silenciosa espalhada pelo País. Por alguma razão, falamos pouco sobre isso. E a não-sentença dada a Monique diz algo bastante sombrio sobre tudo isso.
A melhor homenagem que podemos fazer ao Henry é sermos pessoas melhores. Melhores pais e melhores mães. Melhores padrastos e madrastas. Melhores avós e o que mais pudermos ser. Podemos prestar atenção, falar sobre este assunto e ajudar organizações que protegem crianças. E ainda agora podemos exigir que um crime bárbaro como este não seja perdoado ao sabor de alguma retórica.
A ideologia é um tipo perverso de indiferença. O ato soberbo de quem no fundo não se importa que o menino Henry não terá uma vida para viver. Que morreu aterrorizado, em um apartamento com a mãe e o padrasto, espancado, fruto da displicência criminosa de quem deveria ter cuidado para que ele pudesse viver, e não morrer daquela maneira.”
- Janja vai ao ginecologista de FAB.
- Ministra da Cultura usa FAB para ir a jogo de futebol.
- Lula manda FAB buscar condenada por corrupção no Peru.
Mas uma mãe desesperada, com o filho de 8 anos com câncer terminal em Portugal, ouviu que ele era “caso perdido”.
Precisou o Governo Tarcísio agir para trazer a criança de volta.
Engraçado: quando é para perdoar a mãe do caso Henry Borel, aparece tese sobre misoginia, patriarcado e “mãe vítima da sociedade”.
Mas quando uma mãe real implora ajuda ao governo Lula, aí não tem tese, não tem patriarcado, não tem misoginia.
Só o abandono!
Vorcaro financiou:
- Palestras do LIDE;
- Palestra com a Tabata e o marido em NY;
- 6 Fóruns de Ministros do STF em 4 países;
- Gilmar Palloza em Portugal;
- A mulher do Ovo de Moraes;
- Sites de fofoca contra o BC;
- O evento da Globo em NY;
- O programa do Luciano Huck;
- Camarote na Sapucaí para Celebridades;
- A viagens do vassalo geral da PF;
- Viagens ao Clube do uísque em Londres, com Ministros do STF e o PGR;
- Festinhas "privê" em Trancoso para Deputados, Senadores e Ministros;
- A compra do Resort do Toffoli;
- Etc... etc... etc..
Mas advinha qual é o único patrocínio falado pela mídia e a oposição, 24h por dia?😬
A esposa de Moraes recebeu R$ 80 milhões do Banco Master. Documentado na Receita Federal.
Na CPI do Crime Organizado. E esse mesmo Moraes vai julgar o Flávio no caso Master? O Flávio pediu suspeição. O STF vai julgar a si mesmo? Em 2024 pediram afastamento. 8 a 1 contra.
O sistema sempre vota que ele mesmo é justo. Em outubro o povo vai ao STF das urnas. Esse tribunal tem você. 🇧🇷🫡
O Brasil não pode esquecer o que aconteceu no auge da p@ndemia.
Enquanto famílias lutavam por ar, leitos e respiradores, o Consórcio Nordeste fechou uma compra de 300 ventiladores pulmonares por R$ 48,7 milhões.
O dinheiro foi pago. Os respiradores não chegaram.
Agora, segundo a Folha, a PGR pediu que o caso que envolve Rui Costa volte ao STF. A investigação trata da compra frustrada dos equipamentos durante a Covid-19 e apura possíveis crimes ligados ao caso.
Rui Costa presidia o Consórcio Nordeste na época da compra e pergunta que continua sem resposta para o povo é simples: quem pagou por isso foi o cidadão. E quem vai responder?
@ronaldocaiado IGNORA esses milhares de jovens que caem duro em campos de futebol, fazendo caminhadas pelas ruas, tomando banho em casa ou vendo tv. CAIADO é um aliado das grandes farmacêuticas $$$ cadê os cartões de VAChina de Caiado e familiares?
Caiado mandando calar a boca: “Você não tem o direito de opinar sobre vacina”.Governador que se diz de direita querendo censura e “só a ciência fala”. Liberdade de expressão não tem dono nem “área técnica”. Isso é autoritarismo puro.
Segundo Caiado, somente MÉDICOS podem OPINAR sobre uma VACINA.
Pela sua lógica DITATORIAL, apenas CRÍTICOS DE CINEMA podem OPINAR sobre um filme.
Ditadores...
Mixage do Ortopedista DITADOR
Ronaldo Caiado (médico ortopedista) responde a um médico (Felipe Sestaro, formado em medicina) que questionava aspectos da vacina contra Covid-19.
Caiado mostra o seu lado "Moraes" de forma repetida e enfática:
“Você não tem o direito de poder se opinar contra uma vacina.”
“O seu programa, ele não pode entrar nessa área da ciência.”
“Você não pode entrar nisso, você não pode entrar nisso.”
Ninguém “não tem o direito” de opinar — nem médico, nem podcast, nem cidadão comum. Liberdade de expressão (garantida pela Constituição) inclui o debate público sobre saúde, políticas e vacinas.
Ciência não é dogma; avança com questionamento, dados e réplicas, não com “você não pode falar”.
Caiado é ortopedista (formado há décadas e há anos fora da prática clínica). Felipe Sestaro também é médico. Nenhum dos dois é “o dono da ciência”.
Argumento de autoridade (“sou médico, você não pode questionar”) é falácia clássica. O que vale são evidências, estudos e resultados — não título ou cargo.
Mas promessas iniciais de “imunidade de rebanho”, “não transmite” e “segura 100%” não se sustentaram integralmente (eficácia contra transmissão caiu rápido; surgiram riscos raros como miocardite em jovens; estudos posteriores questionaram custo-benefício em crianças saudáveis).
Países com baixa vacinação (ex.: parte da África) tiveram mortalidade oficial muito menor que o esperado, enquanto excessos de lockdown e mandatos geraram custos sociais e econômicos enormes.
Debater isso não é negacionismo — é ciência normal. Censurar ou deslegitimar por discordância (como fez o consenso oficial na época) foi um erro grave que retardou correções.
O Histórico de Caiado reforça o problema:
Como governador, ele defendeu vacinação obrigatória em Goiás, multas e medidas autoritárias. Agora, como pré-candidato, repete o mesmo tom: “deixa vacinar!”, “você não pode entrar nisso”. Isso não é defesa da ciência — é defesa de autoridade estatal sobre o debate público. Lembra muito o “confie na ciência” usado para justificar censura, demissões e passaportes vacinais.
Isso é autoritarismo disfarçado de ciência. Ciência de verdade tolera debate, erro e correção — não manda calar. Liberdade inclui o direito de errar no debate. O contrário é ditadura sanitária
AINDA BEM QUE O MEU CANDIDATO É @FlavioBolsonaro
Caiado revelou aqui uma postura totalitária, incompatível com a visão conservadora.
O direito primordial de qualquer cidadão é questionar e debater qualquer assunto. Chama-se liberdade de expressão e é o principal pilar sobre o qual foi erguida a civilização ocidental.
Ao afirmar que nem mesmo um médico, mas apenas um "cientista", poderia discutir vacinas em um podcast, Caiado expõe claramente seu positivismo: a ideologia que alega "neutralidade científica" para justificar como a sociedade deve ser organizada.
Por trás do manto da isenção, reside uma postura profundamente autoritária, que retira o poder do povo e o entrega nas mãos de uma elite "científica".
É preciso ser um analfabeto completo em história para não saber que todos os movimentos totalitários utilizaram a "ciência" para justificar os maiores crimes contra a humanidade já vistos.
O Holocausto nazista, ancorado no conceito pseudocientífico de raça superior. O assassinato de dezenas de milhões de opositores da revolução marxista, ancorado no "materialismo científico".
Recentemente, cientistas americanos foram pegos MENTINDO para esconder a provável origem laboratorial da Covid, em pesquisa que ELES haviam financiado.
Num regime LIVRE, NINGUÉM pode estar acima da crítica e do questionamento.
@LeoKasura Ronaldo Caiado tem sua parcela de culpa ou cumplicidade na prisão de inocentes de 08 de Janeiro, além disso ele já declarou que NÃO precisa do voto do povo, agora ele conta com o esquecimento do povo, quer e precisa dos votos para ter o que negociar no 2° turno, é um cara de pau.
Dr. Roberto Zeballos, imunologista clínico com doutorado pela UNIFESP e na ativa atendendo pacientes, acabou de dar uma aula de fisiopatologia ao governador Ronaldo Caiado.
Caiado disse: “corticoide não mata vírus”.
Zeballos: correto. Mas o que matava não era só o vírus — era a tempestade inflamatória que o corpo produzia. O corticoide controla essa hiper-reação no momento certo e salvou milhares de vidas.
Ciência não é slogan. É entender o mecanismo.
Questionar é a mãe da ciência.
Assistam o vídeo completo. O doutor está destruindo a narrativa com conhecimento de quem estuda e trata de verdade.