São muitas as coisas que me causam estranhamento na política brasileira. Coisas que realmente me incomodam, no sentido mais visceral do termo. Tomemos, por exemplo, esse garoto que se fez deputado e agora percorre o país a fabricar bancada de novos eleitos. Isso me perturba. Senão, vejamos: no meu tempo, sair pelo Brasil afora a costurar bancada era privilégio de mandatários. Nada mais natural que um presidente percorresse o território nacional a recomendar votos em seus correligionários, de partido ou de ideologia. Ao baixo-clero cabia a mesma operação, porém em escala proporcional, ou seja, modesta, restrita a estados e municípios. O deputado Nikolas, contudo, subverteu essa ordem natural das coisas. Agora ele viaja o país indicando garotos imberbes como ele próprio e isso é perturbador: em primeiro lugar, porque Nikolas não está alinhado com o seu partido, que deveria reservar a atividade correligionária ao concorrente oficial ao cargo executivo máximo, isto é, Flávio. Em segundo lugar, porque rodar o Brasil custa caro, sobretudo para um jovem cujo salário é incompatível com tamanha mobilidade. Pergunta-se, então, quase por instinto: quem banca a aventura do mancebo? Em terceiro lugar, porque os indicados por ele não são os indicados pelo líder máximo da direita, Jair Bolsonaro, a quem o rapaz jura pertencer. Estranho, não? Mais estranho ainda é o fato de que o menino Nikolas só se engajou na campanha de Flávio nos últimos minutos do segundo tempo e, coincidentemente, seus protegidos não citam Flávio nas redes sociais.
O que verdadeiramente me inquieta é perceber que Nikolas, impulsionado por um poder econômico considerável, percorre o país estruturando, já agora, a sua própria campanha presidencial, prevista para daqui a quatro anos. Digo poder econômico porque, segundo a imprensa, ele tem viajado de jatinho particular. Isso custa caro, tão caro que nem mesmo Jair Bolsonaro se permitia tal luxo. Bolsonaro voava de carreira, vivia nos aeroportos, onde o povo o cercava para o abraço e o apoio. Não é o caso de Nikolas.
Politicamente, ele já integra uma elite bem privilegiada. É curioso, também, que o rapaz tenha saído de uma região pobre e hoje circule entre amigos e parentes abastados. Casou-se com mulher rica, dirão os biógrafos e os adoradores. Sim, é verdade. Logo, ele agora é rico. Mas o problema não está em ser rico; está em dever favores a grupos poderosos, porque isso termina, invariavelmente, em formação de oligarquia. Nikolas não amadureceu o tempo suficiente para resistir às três tentações do deserto. Entrou ontem na política e já faz parte de uma oligarquia. Não há nada de orgânico nessa ascensão meteórica e esse é o problema, pois o que não é orgânico costuma ser marionete. Abre o olho, Brasil.
Vocês estão fazendo o que a diva de BH quer. Falar dela. Esquece ela. Ela sempre quer ser o centro das atenções. Não fez nenhuma falta. Falem do Flávio ele que importa.
@RicardoRoveran A gente pode repostar marcando a deputada, sem problema, mas porque você não marcou?
Pode haver algum problema com esta foto que postou?
Só esta dúvida. Eu te sigo e gosto das suas postagens e principalmente da sua participação na Timeline. Abraços!
NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr
A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos.
A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional.
Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira.
A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução.
A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica.
Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise.
A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil.
A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação.
Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política.
O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional.
Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança
Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
@SecRubio LULA atacou TRUMP
LULA atacou os EUA
LULA destruiu a nossa economia
LULA destruiu nossa Segurança Pública
LULA é o pior presidente
da história do BRASIL!
LULA está destruindo
completamente o BRASIL! 🇧🇷
FLÁVIO BOLSONARO, O POVO QUER SABER: E OS EMPREGOS?
Gerar empregos exige criar um ambiente onde empresas possam investir e crescer. Reduzir a burocracia, reduzir e simplificar impostos, ampliar a qualificação profissional, facilitar o crédito para pequenos negócios, investir em infraestrutura e incentivar inovação e indústria. É assim que economias fortes criam oportunidades e aumentam a renda. Esse é o futuro que Flávio Bolsonaro pretende construir.
Eu poio Flávio Bolsonaro! E você?
FLÁVIO BOLSONARO, O POVO QUER SABER: E O COMBATE AO TERRORISMO DAS FACÇÕES?
O combate ao financiamento do crime organizado, a asfixia financeira dos narcoterroristas, é uma das pautas defendidas por Flávio Bolsonaro. Entre seus posicionamentos públicos estão o endurecimento das medidas contra as fontes de financiamento das facções criminosas e a discussão sobre sua classificação como organizações terroristas, tema que envolve debates jurídicos e de política criminal no Brasil.
Eu poio Flávio Bolsonaro! E você?
FLÁVIO BOLSONARO, O POVO QUER SABER: E O TRANSPORTE?
Mobilidade e logística estão entre os desafios apontados pela população e por especialistas para aumentar a competitividade do país. Ao longo de sua atuação pública, Flávio Bolsonaro defendeu investimentos em infraestrutura de transportes e logística, incluindo concessões e ampliação da participação da iniciativa privada em projetos do setor.
Eu poio Flávio Bolsonaro! E você?
O POVO QUER SABER! E O EMPREGO?
Flávio Bolsonaro propões o o mesmo que os países que mais geram empregos e aumentam a renda têm em comum: menos burocracia para empreender, qualificação profissional, segurança jurídica, incentivo à inovação, investimentos em infraestrutura e um ambiente favorável para quem produz. Emprego sustentável nasce de crescimento econômico e produtividade.
Eu poio Flávio Bolsonaro! E você?
FLÁVIO BOLSONARO, O POVO QUER SABER: E A HABITAÇÃO?
O acesso à moradia continua entre as demandas relevantes da população brasileira. Em sua atuação pública, Flávio Bolsonaro tem se manifestado favoravelmente à regularização fundiária e ao fortalecimento da segurança jurídica da propriedade, temas que fazem parte de seus posicionamentos sobre política habitacional e desenvolvimento urbano.
Eu poio Flávio Bolsonaro! E você?
🚨A GLOBO é uma das principais responsáveis pelo fim da democracia no Brasil!
Os abusos jurídicos do dia eram apoiados à noite no JN, com mentiras e manipulação dos fatos!
WILLIAM BONNER e RENATA
VASCONCELLOS são o retrato da imprensa que traiu o país!
Jamais esqueceremos!
Que tal marcar o seu candidato à Presidência nesta postagem?
O Projeto Brasil já apresentou 12 propostas concretas para aumentar a produtividade da economia, gerar mais empregos, elevar a renda das famílias, reduzir tributos, desburocratizar o Estado e ampliar as oportunidades de inclusão social.
Será que o seu candidato concorda com essas ideias? Marque-o aqui e vamos descobrir.