O GALO que você aprendeu a amar não existe mais.
E isso dói de um jeito que nem derrota em final de campeonato consegue explicar.
Porque o GALO não era só um clube.
Era quase uma religião torta, meio pagã, meio operária.
Uma fé que nascia no concreto quente das arquibancadas, na cerveja morna no copo de plástico, no radinho de pilha do seu avô chiando no interior.
O GALO era sofrimento compartilhado.
Era dignidade na dificuldade.
Era orgulho de ser o time que quase nunca tinha tudo, mas nunca teve medo de ninguém.
Era do atleticano que herdava o clube do pai como quem herda uma cicatriz.
Nós crescemos torcendo por coisas simples e imensas.
Torcendo pelo punho cerrado de Reinaldo, que levantava mais que um braço: levantava uma ideia de mundo.
Torcendo pela cabeçada impossível de Dadá Maravilha, que parecia desafiar até a gravidade.
Torcendo pela perna esquerda milagrosa de Victor, que um dia virou muralha e fez o impossível caber dentro de um gol.
A nossa torcida sempre foi por isso.
Mas agora parece diferente.
Agora dizem que o futuro depende de aporte.
De investidor.
De reunião de conselho.
De planilha.
O GALO que era de quem sofria junto foi ficando distante de quem sempre carregou ele no peito.
Arquibancada virou ativo.
Torcedor virou cliente.
Paixão virou ~projeto~.
E nós, que sempre torcemos por punho cerrado, por cabeçada improvável e por defesa milagrosa, agora temos que torcer para bilionário fazer aporte.
Talvez não exista nada mais frustrante do que isso.
Porque o GALO sempre foi uma coisa meio desorganizada, meio caótica, meio improvável.
Mas era nosso.
Era humano.
Agora parece uma empresa tentando simular paixão.
E paixão não se simula.
O GALO não nasceu em conselho administrativo.
Talvez o futebol moderno tenha decidido que clubes precisam virar empresa.
Mas alguém esqueceu de avisar que alguns clubes eram mais do que isso.
O GALO era um deles.
E é impossível não se perguntar:
Até quando vamos resistir a isso?
Porque atleticano aguenta muita coisa.
Aguenta jejum.
Aguenta derrota.
Aguenta injustiça.
O que talvez ninguém esteja preparado para aguentar…
é perder o próprio GALO.
Porque perder jogo, campeonato, a gente aprende desde criança.
Mas perder o próprio clube… isso ninguém ensina.
Sources: The #Dolphins are hiring Bobby Slowik, their senior passing game coordinator, as the new offensive coordinator.
The former #Texans OC helped CJ Stroud to his stellar rookie season. Now, he’s back as a play-caller in Miami.
ESPN Sources: Dolphins are hiring former Packers defensive coordinator Jeff Hafley as their head coach. Hafley completed his second interview with the team today and will be their new head coach.
So how does this impact the potential hiring of John Harbaugh, you ask? The Dolphins remain interested, but I would not describe them as fixated. As I've been mentioning, the team believes in a structure that puts the GM in place first. The firing of McDaniel was never about the pursuit of Harbaugh.
A new GM in Miami: Dolphins are hiring Packers VP of Player Personnel Jon-Eric Sullivan as their general manager, sources tell me and @AdamSchefter.
Sullivan received high recommendations from people in Green Bay, most notably Matt LaFleur, who works with him daily. Sullivan’s interview was described as exceptional, and the hiring group, including Aikman, was unanimous in the decision.
The Dolphins are working to hire Jon-Eric Sullivan as their general manager, sources tell me and @RapSheet.
Sullivan, who was the Packers’ VP of Player Personnel, is highly respected within the league. Now, he’ll play a key role in Miami’s search for a new head coach.
O Galo comunica que acertou todas as bases negociais para a contratação do lateral-esquerdo Renan Lodi, por cinco anos.
A assinatura definitiva do contrato e o anúncio oficial ocorrerão após a realização e aprovação dos exames médicos, agendados para os próximos dias.