31,500+ invaders neutralized, logistics paralyzed, and record-breaking air defense results. May was a month of massive scaling for our e-Points system. We’re using real-time data to exhaust the enemy, protect our sky, and roboticize the front line. The mission continues — @FedorovMykhailo
Os jovens estão olhando para os resultados de decisões do passado e tirando suas próprias conclusões.
Talvez por isso estejam escolhendo ideias que valorizam liberdade, responsabilidade e oportunidades, em vez de mais dependência do Estado.
O futuro que as novas gerações buscam está ficando cada vez mais evidente.
Quanto mais jovem, mais de direita no Brasil, diz pesquisa
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A fila do INSS bate recordes. Milhares de aposentados foram vítimas de fraudes. Houve vazamento de dados de beneficiários. O governo articulou mudanças na CPMI antes da votação do relatório. E ainda renovou contrato com entidade investigada no escândalo.
Está faltando acontecer mais o quê?
Governo Lula descumpre metas e deixa 3 milhões na fila do INSS
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It is time to end this war. But Russia’s ruler wants to keep fighting. That is why Ukrainian sanctions against this aggression are working. Last night, our drones covered a distance of about 1,000 kilometers to the St. Petersburg region – to the enemy navy’s arsenals and a base in Kronstadt. Our long-range sanctions also reached about 500 kilometers into the Krasnodar region – and hit an oil depot. These are important results of the joint efforts by warriors from the Armed Forces of Ukraine, the Security Service of Ukraine, and the Defense Intelligence of Ukraine. Russia must end its war and stop its attacks on life. Any manifestation of injustice against Ukraine will receive a just response. I thank our warriors for their precision.
Sanção dos EUA ao PCC e ao CV: o que aprendi seguindo dinheiro ilícito por 28 anos
Desde 5 de junho, o PCC e o Comando Vermelho são tratados pelos Estados Unidos como Organizações Terroristas Estrangeiras. Dias antes, em 29 de maio, já haviam entrado na lista de sanções do OFAC, o braço financeiro do Tesouro americano. A imprensa noticiou como assunto de segurança pública. Eu li de outro jeito, e quem dirige uma empresa deveria ler como eu.
Durante quase três décadas como juiz federal, meu ofício foi um só: seguir o dinheiro. Entender como recursos ilícitos entram em estruturas formais, vestem o terno de uma operação legítima e atravessam balanços, contratos e cadeias de fornecedores sem que ninguém — aparentemente — tenha feito nada de errado. O crime organizado raramente aparece de frente. Ele chega pela borda, pela ponta terceirizada, pelo intermediário que ninguém checou.
É essa experiência que me faz enxergar o que mudou agora. E o que mudou é sério.
A sanção americana alcança o chamado apoio material, e essa expressão é mais larga do que parece. Não se trata apenas de transferir dinheiro a uma facção. Pode ser prestar um serviço, ceder logística, alugar um imóvel, manter na cadeia de pagamentos uma ponta que, lá atrás, se conecta a um grupo designado. E há um detalhe que aprendi a respeitar: nesse regime, a responsabilização não exige intenção. A empresa não precisa ter querido ajudar o terrorismo. Basta a conexão existir e alguém encontrá-la.
Por isso companhias brasileiras já começaram a vasculhar as próprias cadeias atrás de qualquer fio que as ligue ao PCC ou ao CV. Não é zelo excessivo. É instinto de sobrevivência. Quem opera em dólar, exporta, capta no exterior ou tem sócio estrangeiro descobriu, da noite para o dia, que carrega um risco novo: o de sanção secundária, capaz de fechar o acesso ao sistema financeiro americano sem aviso e sem defesa prévia.
E aqui está o ponto que poucos estão dizendo com a clareza necessária:
Um programa de integridade desenhado só para a régua brasileira não protege mais ninguém. Ele foi feito para a Lei Anticorrupção, para a CGU, para o ambiente doméstico. Não foi feito para cruzar o nome de um fornecedor com a lista do Tesouro americano, mapear a exposição geográfica de uma operação, nem enxergar o beneficiário final escondido três camadas abaixo de um contrato banal. A diligência que bastava ontem é insuficiente hoje.
Vi muitos programas de compliance na minha carreira, sempre do outro lado da mesa, do lado de quem precisava decidir se aquilo era um sistema vivo ou um teatro montado para o dia da crise. Essa perspectiva não se adquire montando programas. Adquire-se examinando, sob pressão, os que não resistiram ao teste. E aprendi a reconhecer, em minutos, a diferença entre uma empresa que se protege e uma que apenas se enfeita.
A reação a um evento como este separa dois tipos de companhia. A primeira espera o problema bater à porta, a transação travada, a pergunta do banco correspondente, a notificação do regulador estrangeiro. A segunda antecipa: revisa a cadeia antes, redesenha a diligência de terceiros, mapeia onde está de fato exposta e constrói a prova de que agiu com diligência antes de ser cobrada. A diferença não está no tamanho do departamento jurídico. Está na qualidade do julgamento de quem olha.
O recado a conselhos e diretorias é direto: o tema saiu da caixa do risco reputacional e entrou na do risco existencial. A pergunta não é mais se a empresa está exposta. É o quanto, e se alguém com o olhar treinado para seguir esse rastro já olhou de verdade.
Passei a carreira desfazendo o caminho que o dinheiro ilícito percorre. Hoje ofereço ao setor produtivo exatamente essa leitura: a de quem persegue o ilícito, não a de quem preenche formulário.
Se ninguém ainda olhou a sua exposição com esse olhar, este é o momento.
Marcelo Bretas — Juiz Federal por 28 anos.
A partir de hoje, PCC e Comando Vermelho passam a ser considerados organizações terroristas pelos EUA.
Sabe o que isso muda na prática? Dificulta a lavagem de dinheiro, o financiamento internacional e a movimentação de recursos dessas organizações criminosas.
É uma medida que aumenta a pressão sobre facções que há anos espalham violência, traficam drogas e desafiam o Estado.
Vamos fingir que não lembramos da escola de samba que homenageou Lula com um samba-enredo.
Lula explica ausência na Marcha para Jesus em SP: 'não quero proveito político'
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Mais da metade dos eleitores desaprovam atuação da Janja.
Talvez porque os brasileiros estejam cansados de ver uma primeira-dama ocupando espaços políticos sem ter recebido um único voto para isso.
Tá na hora dela entender que não ocupa um cargo oficial no governo.
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