Primeiro, Deus não é homem. Deus revelou-Se como Pai, mas isso não significa que possua sexo masculino.
O Catecismo ensina que Deus transcende a distinção entre os sexos; Ele não é nem homem nem mulher. "Pai" é uma revelação sobre Sua relação com o Filho e Sua autoridade criadora, não uma descrição biológica.
@Pr_AlexandreGon Essa foi exatamente a minha conversa com um amigo evangélico. Detalhe, disse a ele que as pessoas teriam mais tempo para se dedicar além da família a igreja. Detalhe, ele é contra o fim da escala 6x1.
São Jorge, rogai por nós! 🙏
A Igreja celebra hoje (23) são Jorge, mártir. Ele viveu nos primeiros séculos do cristianismo e foi um soldado romano. Por se negar a cultuar os ídolos e falsos deuses, como lhe mandou o imperador, e se manter firme em sua fé cristã, foi martirizado.
Sua devoção se espalhou pelo mundo. São Jorge é o padroeiro da Inglaterra, dos escoteiros, protetor dos soldados, agricultores, arqueiros, ferreiros, prisioneiros. No Brasil, é conhecido por ser padroeiro do estado do Rio de Janeiro e do time de futebol Corinthians.
Segundo a Legenda Áurea, do beato Jacopo da Varazze, são Jorge nasceu em Capadócia, atual Turquia, então parte do Império Romano.
Diz o livro que eram imperadores na época Diocleciano e Maximiano e que, sob o governador Daciano houve uma grande perseguição aos cristãos. Diante disso, Jorge “ficou profundamente tocado”, distribuiu seus bens aos pobres e “trocou as vestes militares pelas dos cristãos”. Vivendo entre eles, dizia: “Todos os deuses dos gentios são demônio, foi o Senhor quem fez os Céus”.
O governador “ficou irado” e, como não conseguia demovê-lo, submeteu-o a várias torturas, das quais saia ileso. Por fim, teve a cabeça cortada.
Leganda Áurea cita santo Ambrósio, segundo quem, “Jorge, fidelíssimo guerreira de Cristo, professou com intrepidez o cristianismo enquanto muitos renegavam o Filho de Deus. Recebeu da graça divino tão grande constância, que desprezou as ordens do poder tirânico e não temeu as dores de incontáveis suplícios. Ó feliz e ínclito paladino do Senhor, que não foi seduzido pelas promessas de um reino temporal, e enganando o perseguidor precipitou no abismo as falsas divindades”.
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Noticia a mídia que o bolsonarismo está procurando uma aproximação com o Frei Gílson com o objetivo de conquistar apoio dos católicos.
Dizem que a pauta conservadora do senador Flávio Bolsonaro tornaria fácil o apoio do Frei e desse grupo de católicos. Procuraria, assim, o candidato repetir a operação que sua família faz na conquista dos evangélicos, com apoio de pastores. Seriam repetidas algumas ideias conservadoras e isso bastaria para o Frei arrastar seus seguidores que, tradicionalmente, rezam o terço na internet pela madrugada.
A mesma mídia que fala da operação bolsonarista de conquista de votos católicos repete a irritação dos petistas contra algumas manifestações do Frei feitas nos últimos anos.
Os dois grupos políticos estão inteiramente equivocados. Os bolsonaristas pensam que a religião católica é uma igreja pequena, onde um pastor decide tudo, interpreta tudo, profetiza tudo. No ramo protestante, cada pastor é um “papa” e, por isso, indicar um candidato num culto transformado em comício é um caminho simples de apoio.
Os petistas também erram ao acreditar que o Frei agiria como um pastor da Assembleia de Deus, seja do Belém ou de Madureira, pouco importa, e teria a voz capaz de levar os eleitores.
Tudo isso está muito longe da realidade. O Frei Gílson, há mais de quatro anos, errou quando tratou das mulheres e falou de política em seus terços. Já retificou o que disse e parou de errar.
Ser contra o aborto não divide nem oposição nem situação. O governo Lula não mudou uma linha na legislação. A bobagem de que igrejas seriam fechadas caiu por terra nesses quatro anos. Igrejas só foram fechadas por elas próprias, quando estiveram envolvidas em fraudes, como a da Lagoinha.
Nada do que fala o Frei Gílson hoje, e já há bastante tempo, contraria a doutrina católica ou a palavra de seus bispos.
O fato de o bolsonarismo ter críticas à CNBB, aos bispos e aos papas (Francisco e Leão XIV) é um problema dessa ala política. E o Frei não vai apoiar campanhas bolsonaristas contra a Igreja Romana.
A Igreja Católica não é uma ONG onde cada um fala o que quer. Roma defende a paz e a atuação ao lado dos pobres. A política social da Igreja é clara e não muda porque um padre ou bispo não aceita tudo.
Esqueçam, petistas e bolsonaristas: o Frei Gílson continuará seu trabalho e ninguém vai cooptá-lo. Seu norte será Roma, o Papa e os bispos.
Um ou outro deslize será sempre corrigido, e ele voltará ao caminho da Igreja.
Diferentes são esses pequenos e barulhentos grupos de leigos, como o Centro Dom Bosco. Não representam a Igreja e não têm importante penetração entre os católicos.
Os petistas devem parar de pegar picuinhas nas palavras do Frei (algumas já retificadas) e entender a Igreja Romana.
O bolsonarismo também deve entender o Frei Gílson, mas, antes, precisa reforçar o apoio evangélico, que não anda muito bem, como provou a visita do senador Bolsonaro à Assembleia de Deus no Belém neste final de semana.
Faltou público e sobraram críticas.
Você quer ser o patrão amigão e paga pizza na sexta para a equipe. O seu #ego precisa ser amado no galpão, não é?
O funcionário bom não quer abraço e fatia de pizza. Ele quer processo claro e ambiente onde o incompetente é cobrado. Quando você tolera o corpo mole do funcionário ruim para evitar conflito você desmotiva o cara excelente que carrega a sua #empresa nas costas, gerando o clima perfeito pra baixo desempenho.
O bom vai embora para um lugar sério e você fica preso com a equipe medíocre que adora a sua festa mas destrói a sua margem de lucro diária.
Estudando numa casa construída pela metade, em Salvador (BA), Wesley de Jesus, 23, conseguiu ser aprovado em primeiro lugar em medicina na USP.
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🎦 Reprodução
📝 Jairo Marques
SAGRADA FAMÍLIA, ROGAI POR NÓS! 🙏
Hoje é celebrada a festa da Sagrada Família e a Igreja convida a contemplar José, Maria e o Menino Jesus como modelos para a vida cotidiana. Os três juntos, desde o início, tiveram de enfrentar perigos, privações e dificuldades. No entanto, a presença de Deus no meio deles fortaleceu o amor mútuo de tal forma que conseguiram sempre seguir em frente.
Como família santa — Jesus, Maria e José — eles são um reflexo da Trindade e um cenáculo no qual se compartilha o verdadeiro Amor.
A festa da Sagrada Família, celebrada durante a Oitava de Natal, é um convite para aprofundar o sentido do amor familiar, para depois examinar a própria situação do lar e buscar os meios adequados para que cada membro, pai, mãe e filhos, se assemelhem cada vez mais às pessoas que compõem a Família de Nazaré. Em muitos casos, há ausências ou carências dentro de uma família, mas isso não significa que a Sagrada Família deixe de ser fonte de inspiração e modelo de amor. Todos nós estamos ou viemos de uma família.
Hoje, há perigos que ameaçam a família como instituição humana amada por Deus. É preciso estar alerta. A vida familiar não pode ser reduzida a problemas, dificuldades e desentendimentos. Essas coisas geralmente surgem por causa de nossas fragilidades e imperfeições, que devem ser encaradas como o que são: questões que podem ser superadas com amor, compreensão e perdão. Para isso, é preciso sempre contar com a graça de Deus.
As dificuldades mal assumidas, não enfrentadas ou resolvidas, obscurecem os valores transcendentais; e surge o risco de esquecer o fundamental. Mudemos de direção! Tenhamos presente que a família é sinal do “diálogo” entre Deus e o homem e, portanto, seus membros – pais e filhos – devem estar sempre abertos ao encontro com quem sustenta a vida familiar: Deus. Essa abertura deve ser vivida também com a Palavra de Deus e com o que a Igreja ensina sobre o casamento e a família. Trata-se de saber ouvir o outro e respeitar sua liberdade. Nunca se pode prescindir da oração familiar, porque ela sela e fortalece o vínculo entre os membros.
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De Cajazeiras para o mundo: hoje na bancada da ESPN Brasil, Elton Serra vendeu geladinho na infância e já foi office boy
A trajetória de Elton Serra, da periferia de Salvador ao topo do jornalismo esportivo
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