mais uma palavra sobre esse assunto: a hyein e a haerin cresceram. passaram DOIS ANOS longe dos olhos do publico. nesse tempo elas amadureceram, mudaram, desenvolveram gostos proprios e voces vao ter que aceitar que elas nao sao mais as meninas de 14 e 16 anos que conheceram
e outra: quem deu a voces a liberdade de falar da aparencia e do corpo delas? voces nao fazem ideia se isso foi uma escolha delas ou nao. voces simplesmente ASSUMEM coisas e começam a atacar > elas < como se estivessem criticando a empresa
tem tanta coisa seria acontecendo, tanto abuso, tanta perseguiçao, tanto problema real envolvendo o newjeans e voces preferem transformar a aparencia delas no centro da discussao. façam-me o favor e deixem essas garotas em paz
A informação que eu recebi AGORA é MUITO BOA. Assustadora, mas é boa. Ainda preciso checar os detalhes, o resumo é o seguinte: a Noruega teve um gol ilegal, mas o Ancelotti quer provar a fraude. Pra provar, precisou “deixar” o inimigo “agir”.
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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apropriação cultural fodidassa, pegar vários elementos de culturas distintas e riquíssimas, transformar num bolo só, sem consideração alguma com a identidade de cada uma, e vender
do brasil pegaram só aquilo que é popular agora (funk), mas nem nossa língua usaram :/
é bom saber que boa parte do fandom não recebeu bem esse cb, mas ainda me estressa os vira latas que querem bater palma e acham ruim críticas COMPLETAMENTE coerentes e construtivas do fandom, isso não é o ateez, é a kq querendo vender o que está em alta para não falir.
so digo uma coisa infelizmente a 🍰q ta mexendo num vespeiro muito perigoso que é os fã latinos e brasileiros conheço grandes fanbases q são brasileiras e isso só vai fuder os meninos e nem me deixem começar a falar sobre o ys