Você compra um imóvel por 300 mil. Dez anos depois, a inflação corrói a moeda e você vende a casa por 600 mil. O poder de compra continua exatamente o mesmo, você não enriqueceu um centavo na vida real. Mas a Receita Federal olha pra operação e tributa um "ganho de capital" de 300 mil. O governo imprime dinheiro, destrói o valor da moeda na sua mão e depois te cobra imposto de renda sobre a ilusão nominal que a inflação dele mesmo causou. É um confisco duplo. Eles falsificam o valor do dinheiro e te cobram a conta da falsificação.
Imagina ser criança hoje em dia:
- Pacote de figurinha 7 reais
- Kinder ovo 15 reais
- Seleção passando vergonha
- Professor querendo te vestir de menina
@god_kotal@retroboybr@nikolas_dm Certo. Bom, eu tbm não li. Mas uma coisa temos que concordar, quando ele fala “nunca foi pelo trabalhador, sempre foi pra ganhar o seu voto” nisso ele tem a absoluta razão.
Não é um sistema necessariamente ruim para quem tem dinheiro.
Por que? Pois temos juros altos.
A partir do momento que o país gasta muito mais do que arrecada, o país precisa tirar dinheiro de outro lugar.
De onde?
Ele se endivida.
Ao se endividar, paga juros.
Paga juros para quem?
Para quem tem capital.
Então, na prática não é um sistema ruim para quem tem capital. Obviamente, uma hora a conta pode vir, através da violência urbana. Uma vez que o Estado é incapaz de fornecer este direito básico.
Na prática, o Estado que gasta muito mais do que arrecada acaba virando um mecanismo de transferência de renda de quem trabalha e empreende, para quem tem capital.
Alguém pode se perguntar “mas no Japão, o Estado não gasta mais do que arrecada?”
Sim.
Mas tem duas grandes diferenças:
Primeiro, o Japão tem uma taxa de poupança interna muito maior que a do Brasil.
O japonês poupa, o brasileiro gasta. Então, por mais que exista uma demanda de capital enorme por parte do governo, existe uma oferta de capital ainda maior por serem poupadores.
Resultado da oferta e demanda lá: juros baixos.
Aqui o governo demanda bastante capital, mas como temos pouca oferta de capital (pois poupamos pouco), os juros se tornam mais altos.
Outro ponto, talvez ainda mais importante: o Japão tem déficit, mas este déficit foi para construir um país, uma infraestrutura top.
Este investimento de infra, reduz desigualdade: tem trem bala saindo da periferia indo para as áreas centrais. Que mora longe tem acesso igual aos empregos no centro.
E aqui? Temos um déficit que vai para um monte de gasto inútil. Não vou me alongar, mas todo mundo que quer vê. É patrocínio de escola de samba, viagens bilionárias, etc.
Nosso déficit não construiu um país.
Portanto; o maior inimigo do país é ele. O Estado.
É preciso desesperadamente trabalhar para reduzir seu tamanho. Modernizar. E reduzir escopo.
The NBA mourns the passing of Oscar Schmidt (1958-2026). The Brazilian basketball legend debuted for Brazil at 19 in 1977 and played in every Olympics from 1980 to 1996. Oscar’s the all-time leading scorer in Olympic history with more than 1,000 points and was inducted into the Naismith Memorial Basketball Hall of Fame in 2013. We extend our deepest condolences to the Schmidt family.