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Feliz 9 de julho.
Hoje São Paulo comemora a data mais paulista que existe: o dia em que declarou guerra ao governo federal, perdeu, e mesmo assim decidiu transformar aquilo em feriado.
Faz 94 anos.
9 de julho: quando São Paulo pegou em armas pela liberdade
Há mais de 90 anos, um jovem de 20 anos, sem qualquer experiência militar, decidiu que não bastava discordar de uma ditadura — era preciso enfrentá-la.
Herbert Levy foi um dos primeiros voluntários a se apresentar nas frentes de combate da Revolução Constitucionalista de 1932 e, logo nas primeiras semanas, foi nomeado capitão de uma companhia incorporada à notória Coluna Romão Gomes, atuando no Setor Leste, na região de Campinas.
Não pegou em armas por ambição de poder. Pegou porque um governo havia se instalado por decreto, sem Constituição, sem Congresso, governando pela caneta e pela própria vontade. São Paulo se levantou para exigir uma coisa simples: que o poder tivesse limite — e que esse limite fosse a lei.
Sua geração acreditava que a liberdade não é um presente do Estado, mas uma conquista que exige coragem, compromisso e, muitas vezes, sacrifício.
Tive a honra de conhecê-lo. E hoje, ao relembrar essa história, fica claro que a luta pela liberdade não é um capítulo fechado da história do Brasil. É uma tarefa permanente.
Toda geração precisa decidir, de novo, se vai aceitar o poder sem limites ou se vai defender as regras que o contêm.
A luta pela liberdade nunca pertence apenas ao passado. Cada geração é chamada a preservá-la.
Que o exemplo de 1932 continue servindo de bússola.
#9deJulho #RevoluçãoConstitucionalista #1932 #Liberdade #Constituição #EstadoDeDireito
“ENORME ESCÂNDALO” — A revista britânica The Economist publicou um texto falando sobre a crise no Supremo Tribunal Federal. O artigo diz, já no título, que a Corte está envolvida em um “enorme escândalo”, e que alguns dos juízes mais poderosos do mundo têm uma relação excessivamente próxima com as elites empresariais e políticas.
Ao longo do artigo, eles mencionam Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, destacando os questionamentos envolvendo os ministros.
A revista lembra que o Supremo foi responsável por julgar os atos golpistas, mas ponderou que a atuação não é imune a críticas, afirmando que mesmo defendendo a democracia, o tribunal tem se mostrado mais intransigente, por vezes interpretando críticas a seus membros como um ataque à própria democracia.
Sexta: Chicago–São Paulo, United. Internet Starlink. Alta velocidade. Trabalhei o voo inteiro. Inclusive nos voos internos.
Domingo: Campinas–Lisboa, Azul. Sem internet.
Hoje: Lisboa–São Paulo, Latam. Ótimo atendimento. Sem internet.
Em um mundo onde tempo é tudo, voo sem internet não é inconveniente.
É um dia de trabalho jogado fora.
O mundo não para enquanto o avião voa.
O Brasil não pode continuar agindo como se parasse.
As companhias brasileiras precisam virar essa página. ✈️🇧🇷
#United #Latam #Azul #Internetabordo #Tempo