Quando desenhei a Laura, há 5 anos atrás, recebi uma mensagem na minha dm pelo perfil dela: “Oi! Sou bisneto da Laura e ela adorou o retrato e gostaria de comprar”. Na hora eu tremi de nervoso e disse que jamais iria cobrar por aquela homenagem, e que enviaria de presente. Ele insistiu: “mas ela disse que pelo menos paga o frete”, eu também insisti e enviei logo em seguida. Um belo dia estava eu no mercado e recebo no meu WhatsApp uma sequência de fotos e um vídeo, seguida da mensagem: “Ela gostou tanto que na hora pediu que eu fizesse uma chamada de vídeo pra te agradecer, mas gravei esse vídeo dela pra você guardar. A nossa ideia era pendurar num lugar especial na casa dela que estamos fazendo, como um memorial, com seus trabalhos, prêmios, etc. Mas ela disse ‘não, eu quero pendurar no meu quarto!’”
Relatei esse momento que se tornou um marco na minha trajetória como ilustrador para reforçar o quanto Laura foi e sempre será brilhante, dentro e fora dos palcos. É assim que conhecemos uma verdadeira estrela.
Continue iluminando e inspirando a gente daí de cima, Dona Laura!
Obrigado por tudo! 🤍
eles estão aqui a muito tempo já…
muito mesmo. difícil falar sobre isso sem parecer doida mas realmente tem ets fingindo que são pessoas. eles são shapeshifters.
@graphedudesir Ué, mas a psicóloga não estudou para ser comunicadora. Uma equipe de psicólogos pode dar consultoria no roteiro, um jornalista escreve, um comunicador comunica...
Bolsonaro está pagando por articular um golpe contra a Democracia Brasileira - e dentro desse planejamento tramar a morte de seus adversários políticos. Não sei se existe algo mais grave que possa ser feito contra um estado democrático de direito.
Mas confesso, que no âmbito pessoal, o que ele fez durante sua presidência e especificamente no modo como, não lidou, com a pandemia do COVID-19, me dói muito mais.
Por quase cinco anos, eu vi minha mãe destruir sua saúde, em jornadas de 10-12 horas fazendo o seu trabalho e ajudando a salvar vidas. Nos primeiros 365 dias, o medo da morte era diário. Um medo real. Palpável. Todo santo dia, ela acordava para sair de casa, com medo de quando voltar, infectar seu marido e seus filhos. Depois de uma jornada inteira de trabalho vendo pessoas morrerem, sabendo de parentes doentes, parentes que morreram. Ao voltar da jornada de trabalho, alguém precisava abrir o portão e voltar para dentro de casa. Ela entrava isolada, subia a escada e ia colocar suas roupas para lavar, antes de entrar para tomar banho, parecendo estar vindo de um set de filmagem de um filme sobre um futuro distópico.
Enquanto isso, o Presidente da República, eleito por mais de 55 milhões de brasileiros, fazia pouco caso de uma doença que devastava o seu povo. Uma doença que matou - ou afetou diretamente algum familiar - de todos os 55 milhões de votantes que o elegeram. De todos os brasileiros que ele deveria liderar e cuidar. Mas ele escolheu desacreditar as vacinas, alimentar o apelo pela pseudociência e sentia felicidade em soltar frases como a mórbida, "Não sou coveiro, tá?".
Bolsonaro é um dos maiores bandidos que o mundo já conheceu, um genocida. Que ele pague, ao menos, por parte dos seus crimes.
Em 2009, na novela caras e bocas, Macaco Chico comeu um panelão de strogonoff sozinho e sem fazer cara feia, e no final da gravação, meteu a porrada no diretor Jorge Fernando.
@kakaCrads Ué, mas se as baleias foram cachorros que entraram no mar e se adaptaram, o Lapras pode facilmente ser considerado o limiar entre os dois momentos.
Deixa eu servir vcs com uma poderosa fofoca que tá rendendo forte na bolha gamer nessa semana.
o caso de uma empresa nacional que pode estar tendo UM DOS MAIORES FLOPS DE UM PRODUTO DE TODOS OS TEMPOS com PREJUÍZO MILIONÁRIO
Com você, o caso ZEENIX DA TECTOY
Segue o 🧶
No estilo Pedro Cardoso, Eduardo Moreira explica como que o pobre é ludibriado com o sonho de que um dia será rico. As pessoas deixam de se rebelar contra o sistema e passam a sonhar um dia serem os opressores. Porém, esse dia nunca chega e a promessa não passa de mecanismos de controle social das massas.
Ontem o Pablo Marçal fez uma live e resolveu comparar pobres e ricos. Em ato falho, ele confessou que tem habilidade para falar com os nobres e COM OS OTÁRIOS. Ele ainda afirmou que pobre gosta de baixaria. Será que ainda tem trabalhador pra votar nesse sujeito?