Sobre o caso da Raízen.
A Raízen é a maior empresa de etanol e açúcar do país e está por trás dos postos Shell no Brasil. Se afundou em dívidas, montou um plano para renegociar com bancos e fundos, e esse plano só andava se antes a empresa acertasse o que devia de impostos ao governo.
Foi o que aconteceu no dia 28. A União fechou com a Raízen o maior acordo de dívida de impostos que já assinou, encerrando R$ 22,4 bilhões devidos pela empresa e pelos donos, Cosan e Shell. A Raízen ganhou R$ 8,5 bilhões de desconto em multas e juros e abateu outra fatia com créditos de anos em que fechou no vermelho. Em dinheiro, vai pagar só R$ 2,5 bilhões. O governo, do seu lado, ficou com o pagamento e com as condições padrão de qualquer acordo desse tipo.
Dois dias depois, a assembleia aprovou as medidas que colocam o plano em prática. Os credores ficam com cerca de 80% da Raízen e a britânica Shell vira a maior acionista individual. A rede de 6,8 mil postos vai para uma empresa separada, que já começa a procurar quem compre uma fatia dela.
Nada disso andava sem a assinatura do governo. O acordo de impostos era condição para o plano valer, e isso dava à União força para exigir alguma garantia sobre o que seria feito com as usinas e com os postos depois da troca de donos. Não exigiu, ou pelo menos nada nesse sentido foi divulgado.
Os R$ 8,5 bilhões de desconto não somem, deixam de entrar no orçamento que todo mundo paga, num ano em que o Brasil bateu recorde de empresas negativadas, mais de 9 milhões segundo a Serasa, e em que os pedidos de recuperação judicial seguem em patamar alto depois do recorde de 2025.
Se as outras empresas em recuperação judicial pedirem o mesmo tratamento, a conta cresce. Quem arca com ela é o trabalhador com imposto retido na fonte e o dono de loja que, quando atrasa o Simples, leva multa e juros sem ter com quem negociar. Vamos saber em breve se a moda pega.
🗳️🚍 Um áudio atribuído ao presidente do Sindicato dos Rodoviários de Salvador revela orientações para adesivar ônibus no 2º turno das eleições. A gravação cita integrantes da CTB e a seleção de veículos que circulariam no dia da votação, marcado pela redução da frota na capital baiana.
Bolsa Banqueiro é o que torna a carga tributária alta
Os programas sociais representam uma fatia ínfima do orçamento.
O Bolsa Família é 3%,2% do orçamento; já o Bolsa Banqueiro é 50% do orçamento.
Ouvir um desabafo como esse mostra o tamanho da hipocrisia do PT e da esquerda, que simplesmente somem diante do que está acontecendo hoje na Amazônia. Muita gente tenta vender a ideia de que cuidar do meio ambiente é exclusividade de um campo político. Mas nós provamos, em São Paulo, que um governo de direita pode fazer muito. E fazer de verdade! Aqui, preservação ambiental e desenvolvimento caminham juntos. E os resultados estão aí! Em 2025, reduzimos em 91% a área atingida por incêndios nas unidades de conservação estaduais, em comparação com 2024. Em agosto de 2026, São Paulo registrou o menor número de focos de calor para o mês desde o início da série histórica, em 1998. Mobilizamos mais de R$ 400 milhões em ações de prevenção e combate às queimadas, investimos em tecnologia, monitoramento por satélite e inteligência artificial para identificar focos de incêndio e agir mais rápido. Também alcançamos mais de 44 mil hectares em processo de restauração florestal e incorporamos 13,2 mil hectares às áreas protegidas do estado. Na recuperação dos nossos rios, já são R$ 22 bilhões em investimentos no IntegraTietê, mais de 1,5 milhão de domicílios conectados à rede de esgoto e 6,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos retirados da bacia do Tietê. E os resultados já aparecem: reduzimos em quase 30% a carga de poluição orgânica do Rio Tietê, e a mancha de poluição recuou 33 quilômetros, uma redução de aproximadamente 16%! Tudo isso sem abrir mão do desenvolvimento econômico, da geração de empregos e do crescimento de São Paulo. Cuidar do meio ambiente não é uma questão de ideologia. É uma questão de responsabilidade, compromisso com as próximas gerações e, acima de tudo, trabalho! É assim que estamos fazendo em São Paulo. Com menos discurso, menos cantoria e mais resultado!
🚨Pode até discordar, faz parte do debate. Mas respeito à trajetória é fundamental.
Assista até o final e tire suas próprias conclusões.
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O tempo é o senhor da razão.
Nikolas, pare de ser apenas um influenciador digital. Prepare-se para ser um líder!
Você é jovem, talentoso e tem um futuro brilhante pela frente. Mas precisa compreender que ter milhões de seguidores não é o mesmo que ter a grandeza de um líder.
O influenciador digital busca repercussão. O verdadeiro líder mede as consequências de suas palavras, reconhece seus erros e assume suas responsabilidades.
Você passou esta eleição me atacando. Agora, Minas Gerais terá uma senadora do PT pelos próximos oito anos. Assuma a responsabilidade pela eleição dessa senadora. Não adianta querer transferir para os outros as consequências das suas próprias escolhas.
Vamos restabelecer a verdade.
Deus te abençoe, menino! Voe alto. Mas não confunda popularidade com liderança, nem arrogância com coragem.
Seguidores fazem um influenciador digital. Caráter, humildade e responsabilidade constroem um líder.
E o primeiro passo é reconhecer os próprios erros.
Eu gosto muito do dr Sebastião. Tenho um respeito e uma admiração muito grande pelo fato dele ter se posicionado num momento em que ficar calado rendia aposentadoria e 0 dor de cabeça. Mas nessa eleição nao dá pra "fazer e ver o que acontece". É muito sério o que esta em jogo no país... dito isso, sua renúncia a disputa do senado em BSB em benefício do sucesso desse projeto que é o único que importa, "a retomada democrática desse país, o engrandeceria ainda mais.
Nao estamos num momento de disputar... estamos num momento de unir forças em nome de um objetivo muito maior.
Fazer maioria no senado é mais que missão, é sobrevivência e cada cadeira importa!
E parabéns ao Ricar Salles que entendeu o que esta em jogo.
Bora vencer galera!
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Bom dia Brasil.
Hoje é o segundo dia de abertura para assinaturas da CPMI do Banco Master.
E até agora, nenhum parlamentar do governo Lula assinou o pedido.
Nenhum.
Por isso, estou desafiando publicamente os parlamentares do governo federal a assinarem a CPMI do Banco Master.
Se defendem transparência…
se defendem investigação…
se defendem a verdade…
qual o motivo de não quererem assinar?
O Brasil merece respostas.
Quem não deve, não teme CPMI.
O mesmo governo que alega não ter espaço fiscal para baixar imposto sobre a cesta básica ou ampliar crédito a pequenas e médias empresas encontrou R$ 10 bilhões no BNDES para financiar política de marketing em segurança. E ainda vende o pacote como R$ 11 bilhões de investimento federal — quando R$ 10 desses bilhões são dívida que os estados vão pagar. A União coloca pouco mais de R$ 1 bilhão e fica com o crédito político de tudo.
Se o governo lança dois “Desenrola” no espaço de apenas um mandato, é porque faltou fazer sua parte pra evitar que os brasileiros se enrolassem em primeiro lugar.
O descontrole fiscal do Planalto não é prejudicial somente pelo mal exemplo que vem de cima.
A política de gastos desenfreados cria a escalada de preços, que mantém os juros altos, comprimindo cada vez mais a renda dos brasileiros. Enquanto não atacar o problema real, o governo apenas enxuga gelo a espera do Desenrola 3.0 que certamente virá.