Nossas realizações nos custam. Pagamos com o corpo e com as emoções.
Dos cansaços emocionais, resultados das exigências que nos fazemos, o mais desgastante é o provocado pela ânsia de nunca deixar de ocupar o primeiro lugar.
E há os que submetem outros ao ciclo destrutivo de suas neuroses, impondo-lhes o fardo de sua toxidade emocional e, sem escrúpulo ou vergonha na fuça, chamam isso de amor.
Esperamos demais. Da vida, das pessoas, das situações. O despojamento das expectativas é um principio fundamental para chegarmos à essência da alegria.
A assertividade de Guimarães Rosa continua válida: “felicidade se acha é em horinhas de descuido.”
Felicidade é quando descobrimos que no pouco que temos está tudo o que precisamos.
Dois baldes de água e um amigo. O resto a gente inventa. Metáfora de tantas outras águas...