Seven solar companies most people haven’t heard of, are ALREADY providing more energy for the global economy than Exxon, Chevron, Shell, and BP: https://t.co/s57EhVbcWP
We have the solutions. Time to dump the oil economy and implement them. #ActOnClimate#climate#energy
This is pretty insane: if you read the details of this new policy 👇 that now bans scientific collaboration with China, it's entirely driven by the Department of War.
Which means that civilian scientific research in the US is now driven by military logic - something that had basically never been the case since WW2.
I'm not making it up, you can read the new policy of the National Science Foundation for yourself: https://t.co/Bjx8sbIrcW
They explicitly write that the basis for this new prohibition is to be "aligned with the Department of War's approach to collaborations": a civilian science agency - the one that funds most fundamental research in the US - is now openly modeling its policies on the military's. The Pentagon decides who the enemy is, and science falls in line.
It doesn't take a genius to understand how this will backfire. Cancer, for instance, doesn't care about geopolitics. Some of the most promising research in oncology, like every other field, depends on international collaboration (and especially with China who are extremely advanced in cancer research, and most research fields). Putting soldiers in charge of who scientists can talk to is a guarantee that these problems will be harder to solve.
It's also the US repudiating pretty much its entire philosophical approach to scientific research for decades: the notion that science thrives on openness. Even at the height of the Cold War, Reagan - not exactly a peacenik - enacted a directive called "NSDD-189" that stated that fundamental research must remain open and unrestricted.
This is, obviously, the complete opposite direction.
The only precedent I can think of for this is the Wolf Amendment, passed in 2011, which prohibited NASA to engage in bilateral cooperation with China. The result, 15 years later: China is the only country in the world to have its own space station and to have landed on the far side of the Moon.
That's the track record of the policy they now want to extend to all of US science 🤷♂️
Populists, for years : "Don't believe science. Climate change is fake. Drill baby drill"
Populists, now "It's all the government's fault for not giving you AirCon"
Ontem perdemos Mariano Cenamo, o fundador do Idesam (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia), paulistano que fez, aos 23 anos, um compromisso de vida com a Amazônia e passou décadas fazendo conservação ambiental articulada com ciência e empreendedorismo para promoção também das pessoas que vivem na floresta.
Seu trabalho de empreendedor social, feito com uma dedicação pessoal que cativou muitas pessoas, foi reconhecido por instituições como Avina e Ashoka e recebeu prêmios e defendeu uma lógica de financiamento para negócios da bioeconomia que ia além da economia, era prevenção para o risco maior da emergência climática.
Que Deus o acolha e console sua família, seus amigos, seus colegas de trabalho, por essa perda em um momento em que colhia frutos de seus esforços.
Os ambientalistas do Brasil estão gratos pelo seu trabalho e cultivarão a sua memória e darão continuidade ao seu legado.
Nossos professores precisam ser valorizados!
Nas minhas andanças pelo estado de São Paulo, tenho ouvido um desabafo constante das nossas educadoras e educadores. Há uma insatisfação profunda com um modelo que tenta reduzir a nobre missão de ensinar a meras plataformas digitais e metas frias, como se a presença física, o olhar e o afeto de quem ensina pudessem ser substituídos por telas.
É uma enorme contradição que o estado que abriga as universidades e centros de pesquisa mais importantes do país deixe a desejar no cuidado com a educação básica dos nossos jovens e na valorização dos seus profissionais.
A verdadeira inovação na educação não afasta o professor; pelo contrário, dá a ele as condições necessárias para exercer sua vocação com dignidade, autonomia e respeito. Menos plataformização burocrática, mais humanização no processo de ensino-aprendizagem.
Os dados divulgados ontem pelo sistema Deter, do Inpe, trazem um alento histórico para o nosso país e renovam a esperança ao vermos se concretizar, na prática, ao longo destes três anos e meio de reconstrução das políticas socioambientais no terceiro governo do presidente Lula, o compromisso assumido em 2022 de zerar o desmatamento até 2030.
Segundo o MapBiomas, no primeiro semestre, os alertas de desmatamento na Amazônia caíram 38%, atingindo o menor patamar dos últimos dez anos. No Cerrado, a redução foi de 6%, alcançando o menor índice desde 2021. Considerando apenas o mês de junho, a destruição da vegetação nativa caiu 35% na Amazônia e 5% no Cerrado em relação ao mesmo período do ano passado. Juntos, esses dois biomas representam cerca de três quartos do território nacional, o que reforça a dimensão e a importância desse resultado.
A redução contínua do desmatamento demonstra que estamos na direção correta. Mas a dimensão do desafio não nos permite baixar a guarda. As previsões do Inmet, do Cemaden e do CPTEC/Inpe indicam um segundo semestre com condições climáticas favoráveis ao agravamento da estiagem e das queimadas em diversas regiões do país, exigindo vigilância permanente, atuação integrada e pronta capacidade de resposta.
Foi esse o caminho que o governo do presidente Lula iniciou em 2023 e que agora segue sendo mantido e ampliado, com competência e dedicação pelo ministro João Paulo Ribeiro Capobianco, um parceiro de tantas jornadas, à frente do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
Com perseverança e responsabilidade, seguiremos trabalhando para entregar ao povo brasileiro o compromisso assumido pelo presidente Lula: zerar o desmatamento até 2030, a fim de alcançar um novo ciclo de prosperidade, que permita ao nosso país ser mais justo, democrático e sustentável.
Reportagem de junho de 2024 publicada na piauí mostrou como age Valdemar Costa Neto, presidente do PL, agora acusado pela PF de desviar 119 milhões de reais de emendas. Por Thaís Oyama. Leia: https://t.co/E7NLbPoCL6
“Pare por um instante. Olhe para a linha amarela”
Ela representa a temperatura da superfície do oceano na região Niño 3.4, o principal indicador usado pelos climatologistas para acompanhar a evolução do El Niño.
Agora compare. A linha azul é a média dos últimos 30 anos. As linhas cinzas representam todos os anos desde 1982. E a linha amarela de 2026 ... Está completamente fora do padrão. Não é um gráfico qualquer. É um alerta da própria natureza.
Segundo especialistas, o aquecimento extremamente rápido dessa região do Pacífico aumenta a possibilidade de um Super El Niño, com impactos que podem se estender por diferentes continentes. Para a Amazônia, isso significa maior risco de secas severas, incêndios, perda de biodiversidade e enormes desafios para rios, florestas e populações humanas.
Em nosso laboratório temos demonstrado que muitas espécies de peixes amazônicos já vivem próximas de seus limites térmicos superiores. Em ecologia, poucos graus podem representar a diferença entre adaptação e colapso.
A ciência está fazendo sua parte. Está medindo. Está alertando. Agora cabe à sociedade transformar conhecimento em ação. Leia mais: https://t.co/aJfitFzIu3
#ElNiño #MudançasClimáticas #Amazônia #Ciência #NOAA #Biodiversidade #Clima #Sustentabilidade #Futuro
O que aconteceu após a China plantar 66 bilhões de árvores
Desde 1978, a China conduz uma ação massiva de plantio de árvores para combater a desertificação. Agora, um novo estudo revela um comportamento inesperado nessas florestas.
https://t.co/0clzcqaQHb
A Revolução Constitucionalista de 1932, além dos que historicamente sempre tiveram suas participações registradas, também foi feita por quem a história oficial, em vez de registrar, apagou.
Em julho daquele ano, São Paulo se levantou contra um governo que havia fechado o Congresso, cassado a Constituição e passado a governar por decretos. A exigência era simples e urgente: uma nova Constituição, eleições e o retorno à legalidade.
Mais de 72 mil mulheres sustentaram o movimento. Costuraram 450 mil peças de fardamento, abriram hospitais de campanha e trabalharam nas fábricas de guerra. Algumas foram além. Maria José Bezerra, conhecida como Maria Soldado, alistou-se passando por homem e foi para a linha de frente. Só foi descoberta depois de ser ferida em combate.
A presença negra também foi imensa e igualmente apagada. A Legião Negra reuniu cerca de dois mil combatentes em batalhão próprio, mas havia mais de dez mil pessoas negras entre as forças paulistas, quase um quarto do contingente. Palimercio de Rezende, um dos principais comandantes da revolução, era negro. A maioria desses nomes nunca entrou nos livros.
São Paulo perdeu a guerra. Mas, mesmo derrotado militarmente, o levante deixou uma pressão política que Vargas não conseguiu ignorar. Uma Assembleia Constituinte foi convocada, e a Constituição de 1934 consolidou o voto feminino e a Justiça Eleitoral.
Carlota Pereira de Queirós, que organizou 700 mulheres para cuidar dos feridos durante o conflito, tornou-se a primeira deputada federal da história do Brasil.
Quando me formei em História, aprendi que a memória não se constrói sozinha. Parte do nosso trabalho é devolver protagonismo a quem foi apagado, reconhecendo a força da sociedade civil.
Esse mesmo espírito aguerrido paulista, que mobilizou o país em defesa da democracia e da ordem constitucional, é o que se faz necessário diante dos desafios do nosso tempo.
Hoje, o pioneirismo de São Paulo precisa se voltar para a vanguarda da sustentabilidade e da justiça climática. Olhar para 1932 é lembrar que este estado tem a coragem necessária para liderar as grandes transições do Brasil.
Governo vai restringir publicidade de bets e obrigar exibição de alerta de perda de dinheiro
Apostar pode causar dependência, não é investimento e faz você perder dinheiro são alertas da Fazenda
Medidas incluem veto a uso de influenciadores
https://t.co/0YtRhXmnCr
Nobel-prize-winning chemist Omar Yaghi has left the United States for a full-time position at Tsinghua University in Beijing, China, where he will lead a new AI-assisted materials discovery institute.
https://t.co/D4PCjBBCkx
Terminei agora a pouco uma reunião com o Prof Le Yu da Universidade de Tsinghua sobre potencial colaboração sobre mapeamento de alta resolução com IA. Prof Le é uma das principais referências no tema de IA na China, tendo já realizado vários mapeamentos globais.