Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço:
1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio.
2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco.
3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido.
4. Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme, mas também à sua própria viabilidade e futura exibição. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional.
5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir.
Deputado Federal Mário Frias
Produtor Executivo
Eu queria mesmo era não me meter nesse assunto; queria passar reto por esse tema, mas as cobranças que estou recebendo dos seguidores merecem resposta. O que eu tenho a dizer é que o “seguro morreu de velho”, como diz o ditado.
Agora é hora de colocar a bola no chão e respirar. Se o nosso objetivo maior é vencer o PT, temos que ser um cordão de três dobras, que não se quebra, que suporta tempestades unido e forte. São nessas horas que a direita precisa estar ainda mais unida para agir com estratégia e não dar munição para o inimigo.
Sou contra ataques precoces ao Flávio Bolsonaro. Não vi nenhuma ilicitude nas mensagens “vazadas”; a interpretação de todos os lados está exclusivamente no campo da moral. Como advogado, eu afirmo: financiamentos privados para assuntos privados são perfeitamente legítimos no Brasil. Até o momento, não há indícios de dinheiro público para financiamento de campanha eleitoral ou algo de interesse público.
Por isso eu digo: condeno e reprovo ataques prematuros ao Flávio. Se defendemos o que é certo, temos que defender também a presunção de inocência, lembrando, principalmente, que estamos todos do mesmo lado.
Não podemos nos deixar inflamar por uma matéria divulgada pelo The Intercept.
Reitero: não há ilicitude penal na atitude do Flávio. Prefiro a prudência.
Eu vou continuar focado na minha missão:
1º vencer o PT;
2º arrumar a Justiça brasileira e libertar nosso país da tirania da toga.
Alô @STF_oficial , avisa o Alexandre de Moraes que continuaremos denunciando toda a maldade dele com Bolsonaro. O despacho dele para a transferência é o carimbo da loucura desse homem que nem juiz é.
Bolsonaro tem os filhos que sempre irão defendê-lo , tem tbem o povo. Portanto, Alexandre de Moraes é um psicopata.
"Rapaz, mas que ESCULACHO mais certeiro. ANA PAULA bateu exatamente em quem tá precisando apanhar.
Onde estão os senadores que se elegeram nas costas do BOLSONARO pra ajudá-lo nesse momento CRÍTICO pelo qual ele está passando?
Assistam. Vale a pena!
- O maior líder político do país está preso há quase 80 dias - sem denúncia, sem processo, sem voz da imprensa. Uma prisão ilegal sustentada pelo silêncio cúmplice do sistema.