Valores ABSURDOS bancados pelo cidadão - principalmente os mais pobres, que pagam proporcionalmente mais impostos.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a tabela com os valores que cada partido terá à disposição para financiar as campanhas políticas. O montante global, que se aproxima da marca de R$ 5 bilhões para este ciclo, é integralmente custeado com recursos públicos.
A fatia que cada legenda recebe obedece a critérios previstos em lei, sendo o principal deles a proporção de votos recebidos e o tamanho das bancadas eleitas para a Câmara dos Deputados e para o Senado Federal no pleito anterior.
Isso explica a concentração de grande parte dos recursos no topo da lista. O PL, dono da maior bancada, lidera os repasses com R$ 882 milhões. Em seguida, o PT terá acesso a R$ 615 milhões, seguido pelo União Brasil, com R$ 526 milhões. Juntos, apenas os três primeiros colocados concentram uma parcela expressiva do bolo eleitoral.
Deslize o carrossel para conferir o valor exato destinado a cada partido e acompanhe de perto como esses recursos serão utilizados.
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A inflação é o imposto mais cruel que existe, pois corrói o poder de compra da população de forma contínua e silenciosa. O caso do álbum de figurinhas da Copa do Mundo ilustra de forma clara o impacto da desvalorização da nossa moeda ao longo das últimas décadas, agravado por outros fatores econômicos.
Se aplicássemos apenas a inflação oficial (IPCA) acumulada desde a edição de 2002, o pacote que na época custava R$ 0,50 deveria custar cerca de R$ 1,90 hoje. No entanto, o valor projetado para a competição de 2026 atingiu a marca de R$ 7,00. Esse salto de 1.300%, que supera de forma assustadora os índices oficiais, evidencia a soma de vários problemas estruturais.
Além da severa perda de valor do Real frente ao Dólar, que encarece insumos fundamentais como o papel e a impressão, o preço final embute o peso do chamado Custo Brasil. A alta e complexa carga tributária, os custos logísticos em infraestruturas precárias e o modelo de negócios, em que uma única editora é responsável pelo produto, é o cenário perfeito para a alta de preços.
Quando a responsabilidade fiscal é deixada de lado e a moeda enfraquece, o encarecimento atinge todas as esferas da sociedade, desde os itens essenciais de sobrevivência até o lazer das famílias.
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O Brasil já chegou a contabilizar quase 55 mil autoridades com direito ao foro privilegiado.
Mas quais são os impactos desse modelo para as instituições e para a igualdade perante a lei?
Em artigo assinado no Ranking dos Políticos, @LuanSperandio aborda a origem, a expansão e as consequências desse mecanismo.
O texto integra o livro O Brasil Pode Dar Certo, uma coletânea de propostas de reforma institucional com apoio da @AtlasNetwork.
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A proposta estabelece um marco legal focado na transparência, no controle de resultados e na profissionalização da máquina pública. O texto exige que as decisões sejam baseadas em evidências e foca a gestão no desempenho institucional.
Além disso, aprimora a prestação de contas, fortalece a gestão de riscos e institui auditorias independentes para examinar finanças e procedimentos administrativos. O objetivo é garantir um uso mais racional e eficiente dos recursos públicos, sem criar novas despesas.
Se colocado em prática, o texto concretiza os princípios de eficiência estabelecidos na reforma administrativa de 1998, traduzindo-os em um marco normativo aplicável à realidade estatal contemporânea.
As diretrizes aproximam o Brasil de práticas internacionais consolidadas, voltadas à integridade e à responsabilidade fiscal. A medida foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e aguarda apreciação pelos senadores no plenário.
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O desgaste da mais alta Corte do país éo reflexo direto de suas próprias ações e decisões.
Uma pesquisa recente do PoderData revela que o nível expressivo de reprovação na opinião pública do STF, impulsionado principalmente pela proximidade de magistrados com casos de Corrupção recentes, como o do Banco Master.
Quando o tribunal, que deveria atuar de forma estritamente técnica e atuar como o guardião final da Constituição, passa a legislar e se comportar como um ator político, o país inteiro perde segurança jurídica.
Somado a isso, temos o ativismo judicial crescente e as constantes disputas entre os Poderes. É o ambiente perfeito para a desconfiança do brasileiro aumentar sobre os Ministros, que no fim das contas tomam a última decisão sobre tudo no país.
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O "bolso" do Estado é só um: o seu bolso. Se para uns sobram R$ 20 bilhões em salários acima do teto, é esse o dinheiro que falta para o básico no
dia a dia da população, desde estradas até hospitais; da falta de policiamento até os alunos sem material escolar.
Só para se ter uma ideia, com este valor seria possível construir seis grandes hospitais de alta complexidade e mantê-los por mais de 10 anos.
OS SUPERSALÁRIOS PRECISAM ACABAR! Acesse o link dos stories e assine o manifesto pelo fim deste absurdo!
O caso de Henry Novak está gerando indignação no Reino Unido.
Após ser esfaqueado, o jovem de 18 anos acabou sendo algemado pela própria polícia enquanto agonizava no chão. Agora, novas imagens e informações sobre o caso levantam uma discussão que vai muito além daquele episódio. Entenda neste vídeo.
Por Alexandre Ostrowieki
🧠 Criatividade de gênio para arrecadar vs.
🔨 Amadorismo total para gastar.
O governo brasileiro sofre de uma "bipolaridade administrativa": quando o assunto é tirar dinheiro do pagador de impostos, a eficiência é de primeiro mundo. Mas quando é hora de devolver isso em serviços ou gerir o orçamento, a incompetência reina.
Para combater isso, medidas como CORTE DE GASTOS, Fim de Supersalários e Reforma Administrativa são mais do que necessárias no Brasil!
O que poucos estão falando nessa guerra tarifária entre Brasil e Estados Unidos é: quando qualquer país impõe tarifas em seu comércio, o maior prejudicado é sempre o consumidor final.
Veja no vídeo!
Quem criou o Pix? A confusão sobre a autoria é comum.
A história do sistema de pagamentos instantâneos mostra um processo longo, conduzido pelo corpo técnico do Banco Central ao longo de diferentes gestões presidenciais.
Acesse o link e saiba mais sobre o Pix: https://t.co/Lf2XfateJp
A ordem dos Estados Unidos que classificou o PCC e o Comando Vermelho como terroristas prejudicou a imagem de Lula na campanha eleitoral?
Este foi um dos temas comentados na Live do radar político, pelo Diretor de RelGov da @PortalAbras, David Alimandro, na transmissão comandada pelo Diretor de Operações do Ranking dos Políticos @LuanSperandio.
A transmissão acontece todo domingo às 18h nas redes sociais do Ranking. Confira!
A forma como o país regula transportes, portos, aeroportos e infraestrutura pode afetar custo, investimento e segurança jurídica.
No artigo do livro O Brasil Pode Dar Certo, @adrparanaiba discute a proposta de um Marco Logístico Nacional.
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Os produtos afetados pelo novo tarifaço de Trump São relativamente restritos a uma pequena porcentagem do PIB, mas a verdadeira pergunta é: por que o Brasil faz tão poucos negócios com o mundo?
Veja no vídeo!
O cansaço da população com a criminalidade é tanto, que a intervenção externa é vista como um alívio necessário.
Um levantamento do PoderData revela que mais da metade dos brasileiros (53%) apoia a recente decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
O dado escancara o esgotamento do cidadão comum com a falência da nossa própria segurança pública. Atualmente, a violência é a maior preocupação das famílias no Brasil. Quando o Estado demonstra uma incapacidade crônica de conter o avanço das facções, a sociedade naturalmente celebra respostas mais duras, venham de onde vierem.
Na prática, a classificação feita pelo governo americano asfixia o poder financeiro do crime organizado, permitindo o congelamento de bilhões em ativos e acionando uma rede de inteligência internacional.
Para o brasileiro que convive diariamente com o medo, a insegurança e a impunidade, essa ofensiva soa como a ação enérgica que as autoridades nacionais têm falhado em entregar.
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Lula sugere a f0rc4 para Flávio Bolsonaro, após acusar o pré-candidato de ter pedido tarifas ao Trump contra o Brasil, e ser "traidor da pátria".
Qual é a chance de isso impactar as eleições? Confira no vídeo de Alexandre Ostrowiecki
Bomba salarial
Façamos a conta, que é simples. Hoje o salário remunera 220 horas mensais — trabalho mais repousos. Um empregado que ganha R$ 10 por hora recebe R$ 2.200 ao mês. Acrescente-se um repouso semanal e, para manter intacto o valor da hora, será preciso remunerar 240 horas: o salário salta para R$ 2.400. O projeto silencia sobre o ponto decisivo — se o salário atual será diluído para abarcar o novo descanso, com redução proporcional do valor-hora, ou se haverá aumento.
Esse silêncio é uma bomba-relógio. Há precedente vinculante do TST (Tema 2) fixando o cálculo do quantitativo mensal de horas a partir do artigo 64 da CLT. Não tenho dúvida de como a Justiça do Trabalho lerá a omissão: preservará o valor-hora original e imporá o aumento salarial. O resultado é um passivo trabalhista de proporções gigantescas, criado não por má-fé, mas por uma frase mal calibrada na Constituição.
Revogar a negociação por emenda constitucional
O artigo 3º determina que, em sessenta dias, percam efeito as cláusulas de normas coletivas sobre jornada incompatíveis com a emenda. Como praticamente nenhuma convenção prevê duas folgas semanais remuneradas, o dispositivo fulmina, de uma só vez, quase toda a negociação coletiva vigente sobre o tema.
E aqui está o detalhe que poucos notaram: caem só as cláusulas de jornada, mantendo-se as demais. Ora, a essência da negociação coletiva é a concessão recíproca — o trabalhador cede aqui para ganhar ali. Ao anular apenas um lado do pacto e preservar o outro, a emenda desequilibra contratos que foram fechados como um todo. É romper o contrato pela metade.
Vai daí um argumento que reputo dos mais fortes contra a proposta: a própria Constituição erige o reconhecimento das convenções e acordos coletivos a direito fundamental do trabalhador (artigo 7º, XXVI). Sendo cláusula pétrea, como entendem doutrina e jurisprudência, nem mesmo emenda constitucional poderia desfazer o que a negociação coletiva validamente construiu. A PEC, neste ponto, pode nascer inconstitucional.
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Dados da consultoria AtlasIntel apontam uma mudança significativa no perfil ideológico do eleitorado brasileiro. Segundo o levantamento, a Geração Z (jovens entre 16 e 24 anos) é hoje o grupo demográfico que mais se identifica com o espectro da Direita.
Os números mostram que 52% dos entrevistados nessa faixa etária se declaram de direita, enquanto 31% se alinham à esquerda. O restante se divide entre centro ou não soube responder.
Esse cenário desafia a tendência histórica de décadas passadas, onde a juventude era predominantemente associada a pautas progressistas. O estudo sugere que o engajamento político desse grupo ocorre majoritariamente via redes sociais, onde há forte presença de influenciadores liberais e conservadores.
O que você acha que motiva essa tendência entre os mais jovens? Deixe sua opinião nos comentários. 👇
Sim, estamos piores que países como Tanzânia, Cambodia e Senegal em relação à liberdade econômica. Por aqui, o Estado foca muito mais em criar barreiras para se fazer negócios do que em garantir que o cidadão possa empreender, gerar riqueza e, com isso, aumentar até mesmo a arrecadação do próprio Estado. Em vez de um sistema "ganha-ganha", temos o "perde-perde".
A receita para contornar isso já foi escrita por diversos outros países ao longo da história:
Nova Zelândia: nos anos 80, eliminou subsídios agrícolas da noite para o dia e flexibilizou radicalmente as leis trabalhistas, transformando uma economia estagnada e super-regulada em uma das mais prósperas e livres do mundo.
Estônia: logo após sair da URSS nos anos 90, implementou o imposto simplificado (flat tax) e digitalizou toda a burocracia estatal, tornando-se um polo de atração de investimentos e o país mais rico do leste europeu.
Irlanda: no final da década de 80, reduziu drasticamente os impostos corporativos para atrair multinacionais, deixando de ser um dos países mais pobres da Europa para se tornar o "Tigre Celta", com um dos maiores PIBs per capita do continente.
Geórgia: nos anos 2000, aplicou uma "guilhotina regulatória" eliminando 85% das licenças para negócios e demitindo burocratas corruptos, saltando das últimas posições para o topo do ranking de facilidade de negócios do Banco Mundial em tempo recorde.
Chile: nas décadas de 70 e 80, abriu unilateralmente seu comércio para o mundo e privatizou a previdência, consolidando-se como a economia mais estável da América Latina e reduzindo a pobreza de forma agressiva por décadas.
Não precisamos inventar a roda, basta adaptar os bons exemplos para o Brasil.
Independente de qual país adota tarifas como solução política, o único prejudicado é sempre o CIDADÃO.
Tarifas nada mais são que impostos repassados diretamente ao povo. Quando governos criam barreiras comerciais, seja para retaliar parceiros ou para tentar proteger a indústria local, a concorrência diminui e os preços sobem. No fim das contas, tudo fica mais caro para o consumidor. Em uma guerra comercial, quem sempre perde é a população.
A melhor resposta do Brasil para essas pressões não pode ser o revanchismo, mas sim fazer a lição de casa: combater a corrupção, reduzir a burocracia e melhorar o ambiente de negócios para competirmos de forma livre e eficiente.