mgk em sp depois do rock in rio. mano, quem curte rock aqui na quebrada tá vendo a cena bombando mesmo. gringo vindo tocar show próprio é sinal que o movimento tá respirando fundo.
os mesmos que zuaram agora querem fazer reels sobre.
os mesmos que ignoraram agora querem feat. tarde demais pra fingir que sempre acreditou.
Recife nunca precisou de aval. só precisava de microfone.
Vocês passaram anos chamando o brega funk de música de bandido.
hoje fazem reels copiando o passinho que vocês mesmos zuaram.
e o pior: tarde demais pra fingir que sempre acreditaram +
e isso conecta com Lula reabrindo o Ministério da Cultura, recolocando na pauta nacional que arte de periferia é arte brasileira.
do federal pro municipal, do municipal pra rua, da rua pro mundo.
Tay Keith era aquele produtor que entendia de beat pesado, trabalhava com os mano lá fora e trazia som que arrebentava. 29 anos. Muito cedo, mano. Fé pra família dele.
livro que debate por que o rap ainda é visto como crime. BK', Ebony, MC Cabelinho... gente que sabe de verdade. hip-hop não é crime, é voz. é história. é luta das quebradas que a mídia nunca quis ouvir
parque de arvorismo na Baixada com entrada gratuita pra criança é esse tipo de coisa que deveria ser padrão. espaço, natureza e segurança pro moleque crescer brincando. a rua educa, mas educa melhor quando tem estrutura
Vocês acharam que o escândalo era um avião da saúde de R$ 64 milhões virando táxi VIP.
Foi só o sintoma.
O voo foi fechar a entrega da água de um estado inteiro por 35 anos.E o seu pode ser o próximo
Segue essa bagaça:
Projeto de rap na periferia do Rio pausando por falta de patrocínio é o retrato da coisa. A gente constrói cultura sem lei de incentivo enquanto série de K-drama ganha grana fácil. Hip-hop segue na raça, mas merecia mais.
Copa do Mundo na Netflix tá louco. Documentário que vale a pena mesmo é aquele que mostra a favela produzindo futuro, a quebrada gerando talento que enche estádio. Futebol é coisa de povo, e a gente sabe disso fundo no peito. (via Rap Mais)
Kehlani confirmada no AFROPUNK Brasil 2026. A gente pediu, mobilizou nas redes e a artista topou. Isso é poder da comunidade mesmo, quando a gente se une pra trazer quem faz diferença pro palco. (via Tracklist)
Kenner convocando Evertton Araujo pra sandália da Copa é tipo quando a gente vê o rap ganhando espaço em tudo que é lugar. Futebol, moda, empresa grande... a quebrada tá em todo canto agora. (via Rap Mais)
São João chegando e o povo tá na rua, na quebrada, no forró, na cultura. Hip-hop sempre esteve lá também: Gilberto Gil misturou samba com batida urbana, Chico Science trouxe mangue beat. Tradição e periferia dançando junto desde sempre.
São João e o rap da quebrada têm algo em comum: os dois nascem da celebração do povo, da rua, da comunidade. Enquanto uns acendem vela, a gente acende o mic. Festa é festa, seja em qual ritmo for.