Draw a plain progress chart for daily practice, mark hard work visibly every week. Silent unseen labor lays solid groundwork for brilliant victories waiting in your bright future.🦽Darts with Colleague The colleague is smart
Sunday morning arrives, and I wake up slowly, stretching, and climb out of bed. I head to the bathroom, looking in the mirror, and take a selfie, my hair messy, my eyes still half-closed. It’s a lazy Sunday, and I’m looking fo🤰Parrot Walk The bird is singing
🍜Shelving the Volumes The tomes were heftyElias carefully penned the lines, creased the sheet, and slipped it beneath the tree, right next to the spot where Clara had discovered the initial message—a tiny token of kinship between two people who had never met.
🧪Playing chess with a buddy who's still picking up the game. Never let a shortage of cash, equipment, or backing become a lasting reason to halt your personal development. Ingenuity and determination can bridge any void created by scarce outside help.
🎆Storing Away Seasonal Garments
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They laid Mia to rest next to Buddy beneath the tree, and Lila gently set a tiny blossom atop their resting spots, whispering, "Farewell, Mia. Farewell, Buddy. You both mean the world to me, and you'll always remain
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🔑Ceiling light featuring ornamental details. Nurture little green plants by tending to them each day, watch their progress closely, connect their gradual blossoming to your own dedication, and cultivate patience through steady, tender care every morning.
Muito se falou sobre a confusão na Botafogo SAF/Eagle/John Textor. O caso é bem difícil de entender e suspeito que ninguém tenha o panorama completo. Porém, há documentos oficiais, em 2 processos judiciais. A partir deles, farei um fio IMENSO (+)
O caso da SAF do Botafogo parece um roteiro de golpe corporativo com traços de pirâmide.
John Textor captou milhões, deu os clubes como garantia, não pagou, perdeu o controle da sua empresa…
Mas continua no comando do Botafogo, com planos malucos para recomprar o clube. 🧵
Os riscos ocultos da SAF do Botafogo: o que todo torcedor precisa saber
Enquanto os torcedores comemoravam as conquistas da Libertadores e do Brasileirão, uma tempestade silenciosa se formava nos bastidores do Botafogo. A gestão de John Textor, até então celebrada por muitos, mostra sinais preocupantes que colocam em risco o futuro do clube.
O primeiro alerta veio com a ausência do balanço financeiro de 2024, que não foi publicado dentro do prazo legal. A promessa é que ele apareça nas próximas horas, mas com meses de atraso, um enorme sinal de alerta para qualquer investidor sério. E o problema é muito maior do que isso.
Textor acumula uma dívida gigantesca: são US$ 425 milhões (cerca de R$ 2,3 bilhões) com a Ares Management, além de US$ 90 milhões com a Icon — dinheiro usado para comprar o Lyon, e não para investir no Botafogo. Além disso, ele conduziu operações financeiras extremamente questionáveis, como a venda de jogadores do Botafogo para o Lyon que nunca foram entregues, e a antecipação de receitas de patrocínios e direitos de TV, gerando um rombo que pode estourar a qualquer momento.
Nos bastidores, Textor perdeu o controle da Eagle Football Holdings, sendo expulso por seus próprios sócios, que o acusaram de gestão caótica e irregularidades financeiras. O próprio Botafogo cobra R$ 410 milhões do Lyon por jogadores “vendidos” mas que nunca foram repassados. Para piorar, ele tentou transferir todos os ativos do clube para uma empresa nas Ilhas Cayman, um paraíso fiscal, numa tentativa desesperada de escapar dos credores.
A situação do Lyon é um espelho do que pode acontecer no Rio. O clube francês teve um prejuízo de R$ 587 milhões em 2024/25, viu suas receitas de TV despencarem pela metade, quase foi rebaixado por problemas financeiros e, no fim, Textor foi forçado a deixar a presidência. Agora, o mesmo modelo de gestão ameaça o Botafogo.
Se Textor não conseguir recomprar o clube da Eagle Holdings, ele simplesmente o perde. O acordo com Evangelos Marinakis, seu novo parceiro, prevê a transferência total do controle se a dívida não for paga. O clube já enfrenta um cenário de crise de liquidez iminente, com receitas futuras comprometidas e sem novas fontes de investimento confiáveis. Afinal, que investidor colocaria dinheiro em uma operação com esse grau de desorganização?
A insegurança jurídica também é grave. A disputa com a Eagle pode arrastar-se por anos, tornando incerto o futuro da SAF e do clube. Para quem ainda acha que isso é um problema apenas do Botafogo, vale lembrar que essas práticas afetam diretamente o mercado nacional.
As negociações artificiais de Textor distorcem os preços de mercado, inflacionando valores de jogadores, salários e transferências. Quando se cobra R$ 410 milhões por jogadores que nunca atuaram, cria-se uma falsa referência que desequilibra todo o sistema. Isso força outros clubes a acompanhar uma realidade que não existe, estimulando uma bolha especulativa insustentável.
Mais grave ainda, esse modelo desafia o conceito de fair play financeiro. Se práticas como essas forem toleradas, abrimos um precedente perigoso. CBF e FIFA precisam reagir. A falta de transparência e a manipulação de ativos fragilizam a credibilidade internacional do futebol brasileiro e mostram que estamos entregando nossos clubes a aventureiros, sem qualquer controle sério.
O caso do Botafogo é também um alerta para outras SAFs. O Vasco já passou por turbulências com investidores estrangeiros, e qualquer clube que cogita entrar nesse modelo de gestão deveria estudar profundamente esse exemplo. Se o Botafogo quebrar, os efeitos serão imediatos: salários atrasados, fornecedores sem pagamento, perda de pontos e impacto direto na competitividade do Brasileirão.
Isso pode acelerar mudanças importantes: exigência de balanços públicos, limites ao endividamento, garantias obrigatórias e fiscalização efetiva. A regulamentação precisa acontecer antes que seja tarde demais.
Os torcedores devem exigir transparência, os dirigentes não podem mais se deixar seduzir por promessas vazias, os investidores precisam entender que futebol não é lugar para aventura financeira e as autoridades têm a obrigação de agir. O futebol brasileiro precisa de proteção institucional, regras claras e responsabilidade.
O caso Textor-Botafogo pode ser um divisor de águas. Ou aprendemos agora, ou veremos outros clubes repetindo os mesmos erros. A paixão pelo clube não pode nos cegar para os riscos reais. O sucesso esportivo momentâneo não pode mascarar o desastre financeiro iminente.
O Botafogo merece respeito. E respeito começa com gestão séria, transparente e comprometida com o futuro, não com promessas vazias e manobras arriscadas... porém, o torcedor, desinformado por inocência ou ignorância voluntária só fala em clubismo.
O Inferno de Dante tem 9 círculos:
Quanto mais fundo você vai, mais escuro fica.
No entanto, um tipo de alma é tão depravada que até o próprio Inferno a rejeita.
Aqui está o pecado lamentável demais para Satanás reivindicar... 🧵
Se você acha que a Inquisição foi apenas uma tortura cruel, não tem ideia do que foi.
Você já ouviu as histórias.
Masmorras. Correntes. Queima na fogueira.
"Um reinado de terror"
A verdade?
Não é o que Hollywood lhe contou.
Esta é a verdade sobre a Inquisição - uma 🧵✝️
"I am a Catholic, like 99 per cent of people from Italy, and I think my faith has helped keep me strong.”
Carlo Ancelotti, Brazilian football team’s new manager