Se David Alcolumbre se negar em abrir mais um pedido de impeachment contra Moraes, é preciso q o Senado sob a liderança de algum Senador dê imediatamente VOZ DE PRISÃO por prevaricação em flagrante delito.
Estamos diante um dos maiores esquemas criminosos da história do país.
Nós estamos vendo o MAIOR escândalo de corrupção do país, com um juiz vendendo a Suprema Corte do país, que deveria ser a MAIS respeitada, e o procurador-geral da República querendo anular a investigação porque são amigos.
NÃO É POSSÍVEL que o povo brasileiro vai deixar isso passar!
Metadados analisados pela PF apontam que Alexandre de Moraes editou, em 2024, uma minuta de contrato entre Daniel Vorcaro e sua esposa. Mensagens também mostram o banqueiro pressionando o ministro para adiar uma operação policial contra ele.
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Qual servidor?
Quem utilizava aquele telefone quando ocorreram as comunicações?
Portanto, ministro Fachin, não estamos diante de uma pergunta criada depois das revelações desta semana.
NÓS JÁ ESTÁVAMOS PROCURANDO ESSA RESPOSTA.
E os fatos que surgiram agora tornam aquela pergunta ainda mais importante.
Hoje existem novas mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro.
Existem referências a Alexandre de Moraes.
Existem perguntas feitas às vésperas da operação da Polícia Federal.
Existem pedidos para “desarmar”, “bloquear” e “sensibilizar” autoridades.
E existe uma linha telefônica que, segundo a resposta oficial recebida durante os trabalhos da CPMI, estava vinculada ao Supremo Tribunal Federal.
Por isso, volto a perguntar:
QUEM UTILIZAVA AQUELE TELEFONE?
E agora faço essa cobrança diretamente ao Presidente do Supremo Tribunal Federal:
IDENTIFIQUE.
ESCLAREÇA.
PRESERVE OS REGISTROS.
E LEVE OS FATOS AO PLENÁRIO.
O Brasil não pode descobrir que um telefone institucional do Supremo apareceu relacionado às comunicações de Daniel Vorcaro e simplesmente parar na informação de que a linha estava vinculada ao STF.
O PAÍS PRECISA SABER QUEM ESTAVA DO OUTRO LADO.
E todas essas perguntas continuam existindo independentemente da discussão que surgiu sobre competência ou nulidade processual.
Uma nulidade pode atingir determinado ato processual.
NÃO PODE SER USADA COMO BORRACHA PARA APAGAR AS PERGUNTAS QUE OS FATOS COLOCARAM DIANTE DA REPÚBLICA.
Se determinada diligência deveria ter sido previamente autorizada pelo Plenário, submeta-se ao Plenário.
Se existe um rito correto, cumpra-se o rito.
Se é necessária nova autorização, obtenha-se a autorização.
MAS NÃO ENTERREM OS FATOS.
É justamente em momentos como este que as instituições demonstram sua força.
Transparência não enfraquece o Supremo Tribunal Federal.
Ao contrário.
A TRANSPARÊNCIA PROTEGE O SUPREMO.
Permitir que o Plenário enfrente publicamente uma questão dessa dimensão protege a credibilidade da Corte.
A dúvida prolongada, o silêncio e a ausência de uma decisão institucional produzem exatamente o efeito contrário.
E quero deixar claro qual é a cobrança que faço ao senhor.
Não estou pedindo que o Presidente do Supremo antecipe o resultado de qualquer julgamento.
Estou pedindo algo muito mais elementar:
PERMITA QUE O PLENÁRIO JULGUE AQUILO QUE, SEGUNDO A PRÓPRIA TESE LEVANTADA, SOMENTE O PLENÁRIO PODE DECIDIR.
O senhor ocupa hoje a Presidência da Suprema Corte.
Há momentos em que presidir significa administrar.
Há outros em que presidir significa decidir se uma instituição enfrentará ou evitará uma crise.
ESTE É UM DESSES MOMENTOS.
Eu já fiz aquilo que cabe a mim como senador da República.
Protocolei no Senado Federal denúncia por crime de responsabilidade com pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes.
O documento requer diligências, preservação das provas, análise dos elementos e processamento segundo o rito constitucional.
Agora cada instituição precisa cumprir a sua parte.
A Polícia Federal deve cumprir a sua.
A Procuradoria-Geral da República deve cumprir a sua.
O Senado Federal deve cumprir a sua.
E O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL TAMBÉM.
Não quero um Senado mandando no Supremo.
Não quero um Supremo mandando no Senado.
Quero aquilo que a Constituição determinou:
PODERES INDEPENDENTES, RESPONSÁVEIS E SEM MEDO DE EXERCER SUAS COMPETÊNCIAS.
Ministro Fachin,
se a resposta institucional é o Plenário:
PAUTE O PLENÁRIO.
Se os onze ministros precisam decidir:
COLOQUE OS ONZE MINISTROS DIANTE DOS FATOS.
Se a sessão precisa ser pública:
QUE O BRASIL ASSISTA.
Não permita que uma discussão sobre quem poderia investigar termine impedindo qualquer investigação.
Não permita que uma discussão processual seja transformada em ponto final para fatos que ainda exigem respostas.
E, sobretudo:
NÃO PERMITA QUE O SILÊNCIO DECIDA AQUILO QUE O PLENÁRIO DEVE DECIDIR.
Parte 3
O Brasil não precisa de instituições protegidas da verdade.
Precisa de instituições fortalecidas pela verdade.
Por isso, faço publicamente este pedido:
MINISTRO EDSON FACHIN, PAUTE.
Leve o caso ao Plenário.
Faça a sessão pública.
Preserve os elementos existentes.
Esclareça quem utilizava a linha vinculada ao Supremo nas comunicações identificadas.
E DEIXE O BRASIL CONHECER A DECISÃO DE SUA SUPREMA CORTE.
Se o caminho constitucional é o Plenário,
QUE SEJA O PLENÁRIO.
Mas que seja com transparência.
Que seja com responsabilidade.
E QUE SEJA AGORA.
Brasília, 1º de setembro de 2026.
CARLOS VIANA
Senador da República — Minas Gerais
CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Ministro Edson Fachin
Excelentíssimo Senhor Ministro Edson Fachin, Presidente do Supremo Tribunal Federal,
Escrevo esta carta aberta porque o Brasil chegou a um momento em que o silêncio institucional não serve como resposta.
As informações que vieram a público sobre o caso Banco Master ultrapassaram os limites de uma controvérsia política.
Estamos falando de documentos, mensagens extraídas do aparelho de Daniel Vorcaro, relatório produzido pela Polícia Federal e fatos que alcançam os mais altos níveis das instituições da República.
O ministro André Mendonça entendeu que essas informações devem chegar ao Plenário do Supremo Tribunal Federal.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao questionar a validade das diligências determinadas pelo relator, sustentou que eventual aprofundamento envolvendo um integrante do Supremo deveria passar pela Presidência da Corte e pela deliberação do Plenário.
Pois bem, ministro Fachin.
SE O CAMINHO É O PLENÁRIO, QUE SEJA O PLENÁRIO.
E é exatamente por isso que me dirijo ao senhor.
PAUTE.
Coloque o assunto diante dos onze ministros.
Faça a sessão presencial.
Faça a sessão pública.
Permita que os fatos sejam conhecidos, debatidos e enfrentados institucionalmente.
E permita que o Brasil saiba qual é a posição de cada integrante da Suprema Corte.
O que não podemos admitir é uma situação contraditória:
dizer que um ministro não poderia avançar sozinho porque a competência seria do colegiado e, depois, permitir que o assunto jamais seja submetido ao colegiado.
SE SOMENTE O PLENÁRIO PODE DECIDIR, ENTÃO O PLENÁRIO PRECISA DECIDIR.
Não daqui a meses.
Não quando o assunto tiver desaparecido das manchetes.
Não depois das eleições.
AGORA.
Ministro Fachin,
as mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro e divulgadas pela imprensa colocaram diante do país perguntas extremamente graves.
Dois dias antes de sua prisão, Vorcaro teria perguntado a Alexandre de Moraes:
“Acha que 2ª tenho que estar fora?”
Em outra mensagem divulgada, aparece:
“Temos que dar um jeito de desarmar isso.”
Também foram divulgadas mensagens em que Vorcaro pergunta sobre a possibilidade de “bloquear” determinada situação e pede que Alexandre de Moraes tente “sensibilizar” o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Há ainda o contrato entre o Banco Master e o escritório ligado à esposa do ministro Alexandre de Moraes, que, segundo informações publicadas, poderia alcançar aproximadamente R$ 131 milhões.
Registros de metadados divulgados pela imprensa atribuem modificações em uma versão desse documento a um perfil denominado “Ministro Alexandre de Moraes”.
São fatos e registros que exigem esclarecimento.
O BRASIL PRECISA SABER O QUE ACONTECEU.
Quem sabia o quê?
Quando soube?
Que informações circularam?
Por que essas mensagens foram enviadas?
Houve os contatos solicitados?
Houve encontro?
Qual foi a extensão da participação de cada pessoa?
Quem utilizava os telefones identificados?
O que foi alterado nos documentos?
E aqui, ministro Fachin, existe um fato especialmente importante.
ESSA NÃO É UMA PREOCUPAÇÃO QUE SURGIU AGORA.
Meses atrás, durante os trabalhos da CPMI, nós já havíamos encontrado um número de telefone relacionado às comunicações de Daniel Vorcaro.
Solicitamos oficialmente às empresas responsáveis a identificação daquela linha.
E a resposta que recebemos foi objetiva:
O NÚMERO ESTAVA VINCULADO AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.
Naquele momento, tivemos o cuidado institucional de não atribuir aquele telefone a qualquer ministro sem a identificação oficial de quem efetivamente utilizava a linha.
O que fizemos?
Determinamos que o próprio Supremo Tribunal Federal fosse oficialmente provocado para informar quem utilizava aquele número no período em que ocorreram as comunicações com Daniel Vorcaro.
A pergunta que fiz naquele momento continua de pé:
QUEM ESTAVA DO OUTRO LADO?
Qual autoridade?
CONTINUAÇÃO NOS COMENTÁRIOS.
🚨 URGENTE — VOU REQUERER FORMALMENTE A ACAREAÇÃO ENTRE DANIEL VORCARO E ALEXANDRE DE MORAES.
O procedimento é objetivo: primeiro, quero a oitiva formal dos dois sobre os mesmos fatos.
Quero Vorcaro respondendo: o que significava “desarmar” e “bloquear”? Por que pediu que Moraes tentasse “sensibilizar” o diretor-geral da PF? Houve encontro? O que Moraes respondeu?
Quero Alexandre de Moraes apresentando sua versão sobre os mesmos fatos.
Havendo divergências relevantes entre os depoimentos, vou requerer, no procedimento competente, que seja realizada ACAREAÇÃO PRESENCIAL, colocando os dois frente a frente para esclarecer as contradições.
É para isso que existe a acareação: confrontar declarações divergentes sobre fatos relevantes.
VERSÃO COM VERSÃO.
MENSAGEM COM MENSAGEM.
PROVA COM PROVA.
O Brasil não precisa escolher em quem acreditar.
PRECISA DESCOBRIR A VERDADE.
VORCARO E MORAES, FRENTE A FRENTE.
Lula no Jornal Nacional: “Eu não ligo para a dívida do país.”
Quando um presidente trata a dívida pública como algo sem importância, o brasileiro deveria prestar atenção.
Funciona assim: se o governo gasta muito mais do que arrecada, precisa pegar dinheiro emprestado.
A dívida cresce.
Para conseguir novos empréstimos, pode ter que pagar juros maiores.
E juros altos chegam até você: financiamento mais caro, crédito mais caro, empresas investindo menos e menos espaço no orçamento para saúde, educação e infraestrutura.
No fim, dívida pública não é “problema do governo”.
É uma conta feita em Brasília e paga pelo contribuinte.
O GOLPE FINAL NA DEMOCRACIA: GILMAR MENDES DECLARA GUERRA AO CONGRESSO E BLINDA O STF! 🔥🏛️
O sistema não apenas reagiu, ele ATROPELOU. Gilmar Mendes acaba de declarar que o STF é intocável. No vídeo mais arrogante da história recente, o decano humilha parlamentares chamando-os de "estudantes de 3º semestre" e lança uma ameaça direta: o tribunal vai retaliar as CPIs que ousarem investigar ministros.
Não é mais sobre Direito, é sobre PODER ABSOLUTO. Gilmar enterrou a separação de poderes em rede nacional ao avisar que o Judiciário agora dita o que o Legislativo pode ou não apurar. É a ditadura da toga em estado puro. Quem vai parar os "donos do Brasil"? 🤡💣🇧🇷
Em uma canetada definitiva, o presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, assinou o atestado de óbito da investigação que tirava o sono do ministro Dias Toffoli.
O processo AS 244 (Arguição de Suspeição), sob rigoroso sigilo, era o ponto de colisão entre a Polícia Federal e a cúpula do Judiciário.
A PF colocou sobre a mesa de Fachin um dossiê com mensagens e documentos que mostravam uma conexão direta entre negócios da família de Toffoli - incluindo um resort no Paraná - e o Grupo Master.
Pressionado pelas evidências, Toffoli já havia renunciado à relatoria do Caso Master, cedendo o lugar ao ministro André Mendonça. Parecia um recuo estratégico, mas o movimento de Fachin transformou a retirada em uma vitória total.
Ao decretar o arquivamento sumário e declarar a decisão transitada em julgado - sem margem para recursos de órgãos de controle como a PGR - Fachin não apenas encerrou o processo, ele blindou mais uma vez seus ministros.
A decisão protege completamente Toffoli do alcance da Polícia Federal e inviabiliza o uso das provas colhidas sobre o Grupo Master para fins de persecução penal.
Sem processo ativo, os indícios de transações imobiliárias e mensagens interceptadas perdem força, e qualquer tentativa de reabertura esbarra na coisa julgada.
Ao lacrar o caso, o STF reforça a tese da autoproteção.
O Caso Master continua, mas a investigação sobre quem deveria julgá-lo morreu - e com ela, qualquer esperança de que a Justiça alcance todos, inclusive os seus próprios membros.
Quanto tempo levará para arquivarem o Banco Master e devolverem tudo, como já vimos acontecer em outros escândalos?
Fachin arquiva ação que pedia a suspeição de Toffoli. Os ministros fizeram um acordão para retirá-lo da relatoria e não deixá-lo suspeito. Agora com essa decisão, o ministro poderá votar em julgamentos do caso Master. Eles não vão desistir de se blindar. CPMI do Banco Master já!
Mais um capítulo de blindagem escancarada no topo do Judiciário.
O Presidente do STF, Luiz Edson Fachin, anulou e arquivou investigação da PF envolvendo o ministro Toffoli e o Grupo Master.
Um “acordo” entre ministros retirou Toffoli da relatoria, mas garantiu a blindagem institucional, com direito até do voto do ministro no caso.
Que mensagem isso passa para o Brasil? O Senado precisa reagir contra esses abusos.
#impeachmentjá
Veja - https://t.co/enYWPD8RyQ
O marketing do PT é impecável.
No vídeo 1 em 2015, no "Brasil, PÁTRIA EDUCADORA” de Dilma, vemos o esforço para "surfar" na genialidade da Dra. Tatiana Sampaio. Promessas, sorrisos e pedidos ao ministro.
No vídeo 2, a realidade: a própria cientista confessa que não conseguiu a patente internacional porque o governo cortou os recursos da UFRJ.
Prioridades? Para a narrativa oficial, vale tudo. Para a ciência que devolve movimentos a paraplégicos, falta verba. O "governo do amor" prefere investir milhões em enredo de Carnaval do que garantir que uma descoberta brasileira ganhe o mundo.
A ciência no Brasil não sofre por falta de mentes brilhantes, sofre por excesso do governo federal hipócrita.
É MAIS PERIGOSO investigar o STF do que o PCC!
A Receita Federal está sendo perseguida e intimidada pelo ministro Alexandre de Moraes. Isso é um ABSURDO que não pode ser tolerado. Mas onde estão os Senadores durões da oposição?
Se eu tivesse a maioria do Senado como eles dizem ter, já teria TRAVADO TUDO até que o impeachment do ministro fosse pautado.
Precisamos LIMPAR o Congresso desses palhaços que se dizem de direita mas não tem coragem de fazer o necessário.
Tatiana Coelho de Sampaio.
Essa é a mulher MAIS RELEVANTE do Brasil nesse momento. Ela dedicou mais de 30 anos nessa pesquisa e fez tetraplégicos andarem novamente.
É muito bom saber que ainda existe esperança.