O general G. Dias agiu como guia turístico de depredadores durante as manifestações de 8 de janeiro de 2023. Continuou livre, leve e solto. Alexandre de Moraes mantém engavetada há mais de 70 dias a lei promulgada pelo Congresso que reduziu a injusta pena de prisão aplicada a centenas de brasileiros. Democracia à brasileira é isso aí
Dario Durigan, ministro da Fazenda de Lula, chama Milei de 'palhaço':
“O palhaço do presidente da Argentina veio ao Brasil e falou do Brasil, quando o risco-país da Argentina é muito mais alto. A dívida pública e a inflação lá são muito mais altas. Não dá para entrar na onda dessas pessoas.” 🤡
Deixe aqui a sua risada. 🤣🤣🤣
Lula fica magoado após Milei chamá-lo de presidiário e diz que a fala ‘desrespeitou toda a população brasileira’ https://t.co/wcdzM9u8d0
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira que a economia brasileira está em situação melhor que a da Argentina e chamou o presidente argentino, Javier Milei, de "palhaço".
"Não existe candidatura mais consolidada que a nossa. A única candidatura que bate o Lula, que chega lá, é a nossa",
", disse Caiado
Qual a sua avaliação sobre essa fala do Caiado?
🇧🇷 President @JMilei on Lula:
“The things I said are actually true. What are the issues? That I called him corrupt? And wasn't he jailed for corruption? That I called him a communist? And isn't he a communist? Since when do you have to apologize for telling the truth? Or are we so sick with political correctness that nothing can be said to the Left, even when it’s true?” 🔥
I love how Milei speaks the truths that many are afraid to say
Javier Milei 🦁🇦🇷 puxa o coro: "Lula Ladrão, seu lugar é na prisão!". Milei convida Flávio para destruir o socialismo e o Foro de São Paulo na América Latina.
Viva la libertad, carajo! 🇧🇷🇦🇷
A presença do presidente da Argentina, Javier Milei, na Convenção Nacional do PL, neste sábado, 25 de julho, transformou um evento partidário brasileiro em um episódio de repercussão internacional. Não é comum que um chefe de Estado participe de uma convenção partidária em outro país e declare apoio explícito a um candidato em uma eleição estrangeira.
A presença de Milei para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro evidencia uma transformação na dinâmica das disputas eleitorais contemporâneas. As eleições deixaram de ser fenômenos estritamente nacionais e passaram a integrar uma disputa política transnacional, na qual governos e lideranças se articulam em blocos cada vez mais definidos.
De um lado, forças de esquerda reunidas em torno de organizações como o Foro de São Paulo; de outro, lideranças conservadoras e liberais que passaram a atuar de forma coordenada, compartilhando estratégias, discursos e apoio político além de suas fronteiras.
Milei apresentou a disputa brasileira como parte de um confronto continental entre o socialismo e os movimentos liberais e conservadores. Criticou o Foro de São Paulo, responsabilizou a esquerda latino-americana pelo declínio econômico da região e afirmou que o Brasil representa hoje o principal bastião desse projeto político sob a liderança de Lula da Silva.
Milei comentou a decisão que o impediu de visitar Jair Bolsonaro.Disse que não pôde encontrar um “amigo injustamente preso”, chamou o ministro Alexandre de Moraes de “lixo careca” e comparou o tratamento dispensado ao ex-presidente com o recebido por Lula durante sua prisão. Lembrou que Lula recebeu livremente líderes estrangeiros, entre eles o então presidente argentino Alberto Fernández, e afirmou que a decisão demonstra que Bolsonaro é alvo de uma perseguição política
O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou uma nota de repúdio classificando como inaceitáveis os ataques às instituições brasileiras e ao ministro Alexandre de Moraes.
Milei deixou claro que a eleição brasileira será decisiva para toda a América Latina. O Brasil passou a ser visto como a principal e mais importante disputa política do continente.
Lembram quando Bolsonaro apoiou o Ricardo Nunes em SP?
A mesma turminha que se dizia “bolsonarista raiz” caiu matando, acusou de traição, gritou que era “entrega”, “aliança podre”, “fim do movimento”.
Hoje, no lançamento do Flávio, onde estavam essa turminha?
E onde está o próprio Ricardo Nunes?
Silêncio sepulcral.
O mesmo pessoal que explodia de pureza ideológica quando o pai indicava alguém… sumiu na hora de apoiar o filho.
Consistência zero.
Conveniência total.