Muita gente não entende que o governo não consegue dar nada ao povo que não tenha tirado do próprio povo anteriormente.
Fazer populismo eleitoral com dinheiro público não tem nada de nobre.
Esse é o tipo de manchete irresponsável que fomenta preconceitos contra o povo judeu.
Primeiro, a Hatzalah não é um “Samu próprio” e exclusivo da comunidade judaica. É um serviço voluntário de atendimento a emergências médicas, organizado pela comunidade judaica, mas aberto a judeus e não judeus. Iniciativas semelhantes existem em diversos países, inclusive em Londres.
A Hatzalah (הצלה, “resgate” ou “salvamento”, em hebraico) é inspirada em um dos princípios mais importantes da ética judaica: pikuach nefesh (פיקוח נפש), a obrigação de preservar e salvar vidas humanas. Na tradição judaica, a preservação da vida é tão fundamental que se sobrepõe a praticamente todos os demais mandamentos religiosos. Trata-se, portanto, de uma iniciativa fundamentada em valores judaicos de responsabilidade coletiva, solidariedade e proteção da vida, independentemente da identidade religiosa de quem precisa de socorro.
Segundo, a escolha de destacar o dinheiro da família Safra, associada à expressão “Samu próprio”, pode reforçar um velho imaginário antissemita: o de judeus ricos financiando estruturas exclusivas para sua comunidade, como se os judeus quisessem viver separados do restante da sociedade.
O problema não é mencionar o financiamento, que é uma informação jornalisticamente legítima, mas a maneira como esses elementos são apresentados. Uma iniciativa comunitária de solidariedade e preservação da vida acaba enquadrada de uma forma que pode alimentar estereótipos sobre os judeus.
É preciso ter responsabilidade com as palavras, especialmente quando se trata de uma minoria historicamente alvo desse tipo de representação.
I’m French. I want to talk to Americans who are about to vote Democrat. Not to insult you. To warn you.
I come from your future.
In France we did everything your progressive politicians promise. Free healthcare, free college, generous welfare, strong unions, heavy regulation, high taxes on the rich, a state that takes care of everything. Public spending close to 57% of GDP, one of the highest on the planet. On paper, it’s the dream.
Here’s what it looks like from the inside. France hasn’t passed a balanced budget since 1974. Our debt is above 3,300 billion euros. Interest on that debt is becoming one of the biggest items in the national budget. Our hospitals are collapsing despite record funding. Our schools rank lower every year. Young people with degrees can’t afford an apartment in the city they were born in. Our best engineers leave for London, Zurich and San Francisco. And the rich you wanted to tax? They left too, and took the jobs with them.
The promise was protection. The result is stagnation.
The worst part is that nobody in France voted for decline. Every single step sounded generous, compassionate, reasonable. One more program. One more regulation. One more tax to fund it. Each step alone makes sense. Fifty years of them, and you wake up in a country that can no longer build a nuclear plant on time or keep its streets safe.
I love America because it’s the one place on earth where people still believe they can build something from nothing. I came to Silicon Valley as a self-taught kid and it changed my life. That spirit is the most precious thing your country has.
Before you vote, ask yourself one question: is the program you’re voting for making America more like America, or more like France?
Trust me. You don’t want to be France.
Bolsonaro foi PROIBIDO de cortar impostos e reduzir o preço do combustível em 2022, mas o Lula pode dar dinheiro assim, a dias do 2⁰ turno?
A compra de votos está oficializada pelo governo Lula no Brasil?
A folha deveria se informar melhor ou tentar, um vez, fazer um jornalismo mais honesto.
A Hatzalá atende pessoas sem questionar a religião. Cristãos, evangélicos, judeus, ateus… não importa. Se a pessoa estiver nas regiões atendidas, poderá solicitar o serviço.
“Foi um médico da MSF em Gaza, Ghassan Abu Sittah, que espalhou pelo mundo a mentira de que Israel era culpado por crimes de guerra porque eles bombardearam um hospital em Gaza… depois de 24, 48 horas, ficou claro que não havia bomba no hospital. Havia um foguete do Jihad Islâmico que caiu curto e caiu no estacionamento do hospital… Mas aqui está ele fazendo uma coletiva de imprensa no hospital patrocinado pela Médicos Sem Fronteiras, transmitida ao vivo na Al Jazeera.”
@GeraldNGOM apresentou para @TheAJMAofficial sobre o ativismo político da Médicos Sem Fronteiras (MSF) e seu papel na disseminação da mentira do genocídio em Gaza.
@andretcosta Por que mudar a fórmula quando o resultado sempre é o sucesso?
Esses palhaços estão destruindo a sanidade mental de uns coitados da geração Z em nome de mais do mesmo