A Ponte de Calhauzinho é mais do que concreto e estrutura: é cuidado com as pessoas, é segurança para quem precisa atravessar todos os dias, é respeito com a vida de quem vive aqui.
Essa ponte foi feita a partir da articulação do nosso mandato, em parceria com lideranças locais, o deputado estadual Dr. Jean, a Prefeitura, o vice-prefeito Marcílio e o vereador Danilo, gente que acredita que política boa é a que entrega resultado.
Em Araçuaí e em todo o Vale do Jequitinhonha, seguimos trabalhando por infraestrutura, mobilidade e dignidade para o povo.
📍 Araçuaí
Quando o Congresso dificulta o atendimento de crianças vítimas de violência sexual, ele não está defendendo a vida. Está abandonando quem mais precisa de proteção.
O PDL 3/2025 derruba uma resolução que não criava nenhum direito novo. Apenas organizava o acesso de crianças e adolescentes a um atendimento humanizado, seguro e previsto em lei.
Criança violentada não pode ser obrigada a enfrentar boletim de ocorrência, autorização judicial ou consentimento familiar para receber cuidado imediato, especialmente quando, muitas vezes, o agressor está dentro de casa.
Estou ao lado da proteção das crianças. O Estado tem que acolher, cuidar, investigar e punir o agressor. Nunca transformar a burocracia em mais uma violência contra a vítima.
Trump voltou a atacar o Brasil. E, dessa vez, colocou o Pix na mira.
E a pergunta que precisa ser feita é simples: por que uma tecnologia brasileira, pública, eficiente e que facilita a vida do povo incomoda tanto?
O Pix deu certo. Deu certo para o trabalhador que recebe na hora. Deu certo para o pequeno comerciante que deixou de pagar taxas abusivas. Deu certo para o autônomo, para o feirante, para a manicure, para o motorista, para quem trabalha todos os dias para colocar comida dentro de casa.
O que Trump está fazendo não é defesa do livre comércio. É pressão contra a soberania brasileira.
E a família Bolsonaro precisa ser responsabilizada por isso. Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e todos aqueles que seguem batendo continência para interesses estrangeiros mostram, mais uma vez, que não têm compromisso com o Brasil.
São entreguistas. Atacam a economia brasileira, atacam a inovação brasileira e viram as costas para o povo trabalhador quando se colocam ao lado de quem ameaça o nosso país com tarifas e sanções.
Eu defendo o Pix porque defendo o Brasil.
E defendo essa pauta há muito tempo. Antes mesmo de o Pix se tornar essa realidade na vida do povo, eu já defendia que o Brasil precisava avançar para uma economia mais digital, com menos dinheiro em espécie, mais transparência, mais controle, mais combate à sonegação, à corrupção, ao tráfico e aos crimes financeiros.
O Pix é do Brasil! Nós não vamos aceitar que Trump, Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro ou qualquer entreguista tente transformar o nosso país em quintal de Estados Unidos.
Em Almenara, no IFNMG, tive a alegria de conversar com estudantes, lideranças e com a nossa juventude sobre uma das pautas mais importantes para os trabalhadores brasileiros neste século: a redução da jornada de trabalho e o direito a dois dias de descanso por semana.
O Brasil mudou, a tecnologia avançou, a produtividade aumentou, mas milhões de trabalhadores ainda convivem com uma rotina que rouba o tempo da família, do lazer, da qualificação profissional e até do cuidado com a própria saúde.
A PEC 221/2019, de minha autoria, propõe exatamente isso: modernizar as relações de trabalho, reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais e colocar um ponto final na escala 6x1.
Por isso estamos percorrendo Minas Gerais, dialogando com a população, ouvindo os trabalhadores e mobilizando a sociedade. Nenhuma grande conquista social aconteceu sem participação popular. E essa também depende da força das ruas, das redes e da nossa juventude.
O futuro do trabalho precisa combinar desenvolvimento econômico, produtividade e qualidade de vida. É possível crescer mais, gerar riqueza e garantir mais dignidade para quem constrói este país todos os dias.
Vamos juntos nessa luta?
De um lado, quem defende mais qualidade de vida, mais tempo para a família e o fim da escala 6x1.
Do outro, quem apresenta propostas que enfraquecem a proteção dos trabalhadores e abrem caminho para jornadas ainda mais abusivas.
A escolha é simples: trabalho digno, descanso garantido e respeito a quem move o Brasil.
Eu defendo o 5x2. Defendo mais qualidade de vida para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.
#FimDaEscala6x1
Em 1988, Lula esteve entre aqueles que ajudaram a conquistar um direito que transformou a vida dos trabalhadores brasileiros: a jornada de 44 horas semanais.
Naquele momento, muitos diziam que a mudança prejudicaria a economia e destruiria empregos. A história mostrou o contrário. O Brasil continuou crescendo, gerou oportunidades, fortaleceu sua economia e ampliou direitos para milhões de trabalhadores e trabalhadoras.
Quase quatro décadas depois, o mundo é outro. A tecnologia avançou, a inteligência artificial já está transformando a forma como empresas produzem, gerenciam e geram valor. Os ganhos de produtividade crescem em ritmo acelerado e a própria reforma tributária foi construída para aumentar a eficiência econômica e impulsionar ainda mais a geração de riqueza no país.
Mas existe uma pergunta que precisa ser feita: se a economia se torna mais produtiva, mais eficiente e mais rica, por que os trabalhadores continuam presos à mesma jornada de trabalho de quase 40 anos atrás?
O Brasil continua preso a uma lógica construída em outra realidade econômica e tecnológica.
Defender a redução da jornada não é defender menos produtividade. É garantir que os ganhos gerados pelo avanço tecnológico e pelo crescimento econômico também cheguem à vida das pessoas. É defender mais tempo para a família, para os estudos, para o cuidado com a saúde e para viver com mais qualidade.
Assim como aconteceu em 1988, há quem diga que essa transformação não é possível. Mas a história mostra que ampliar direitos e melhorar as condições de vida da população nunca impediu o desenvolvimento do país. Pelo contrário: ajudou a construí-lo.
O Brasil mudou. O mundo mudou. Está na hora de a legislação trabalhista acompanhar essa nova realidade e trazer o país para 2026.
Flávio Bolsonaro precisa explicar de que lado está.
Porque ser contra a reforma tributária e tentar enfraquecer o fim da escala 6x1 não é ser contra um governo. É ser contra duas mudanças fundamentais para o Brasil avançar.
A reforma tributária simplifica o sistema, reduz injustiças, melhora o ambiente econômico e ajuda o país a crescer com mais equilíbrio.
O fim da escala 6x1 garante algo básico para quem trabalha: tempo para descansar, cuidar da saúde, estar com a família, estudar, viver e continuar produzindo com dignidade.
O Brasil não vai se desenvolver mantendo trabalhador exausto, salário achatado e uma economia travada por um sistema tributário injusto e confuso.
Quem se coloca contra essas revoluções, está se colocando contra a melhora de vida dos trabalhadores e das trabalhadoras e contra um projeto sério de desenvolvimento para o país.
Nós vamos seguir defendendo o Brasil que trabalha, produz, cresce e distribui dignidade.
Eu sei o que é trabalhar sem descanso.
Ainda muito jovem, em Bom Sucesso, trabalhei como padeiro. Era uma escala 7x0. Sessenta e quatro horas por semana. Não havia sábado, domingo, feriado, tempo para estudar direito, tempo para descansar, tempo para viver.
Eu não falo dessa pauta de longe. Eu falo porque conheço essa realidade. Eu sei o que significa o corpo cansado, a rotina pesada e a sensação de que a vida vai ficando para depois.
E é exatamente por isso que eu apresentei a PEC 221/2019, para acabar com a escala 6x1 e garantir uma jornada mais humana para o trabalhador brasileiro.
O Brasil precisa entender que descanso não é luxo. Descanso é saúde, é dignidade, é família, é convivência, é oportunidade de estudar, se qualificar e construir um futuro melhor.
Nenhum trabalhador nasceu apenas para produzir. Trabalhador tem direito de viver.
Nós estamos falando de garantir, no máximo, cinco dias de trabalho por semana, 40 horas semanais e sem redução de salário.
Essa luta é por quem acorda cedo, pega ônibus lotado, trabalha muito, sustenta a casa e merece respeito.
Seguirei firme, até o fim, para garantir esse direito aos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil.
Porque um país que quer ser desenvolvido não pode continuar adoecendo o seu povo.
Reduzir a jornada de trabalho não é apenas uma pauta trabalhista. É uma medida urgente de saúde pública, produtividade e desenvolvimento econômico.
No último ano, quase meio milhão de trabalhadores foram afastados no Brasil por transtornos mentais. Isso mostra uma realidade grave! O povo está adoecendo pelo excesso de trabalho, pela falta de descanso e por uma rotina que muitas vezes não permite viver, cuidar da família, estudar ou simplesmente recuperar a própria saúde.
Quando um trabalhador adoece, todo mundo perde. Perde o trabalhador, que tem sua vida comprometida. Perde a empresa, que perde mão de obra, produtividade e precisa gastar tempo e recursos para substituir e treinar novos funcionários. E perde o país, que deixa de crescer com equilíbrio e justiça.
Por isso, defender a redução da jornada é defender um Brasil mais humano, mais produtivo e mais inteligente. Trabalhador descansado produz melhor, vive melhor e ajuda a construir uma economia mais forte.
Cuidar de quem trabalha é cuidar do futuro do Brasil.