🐒 Pesquisas realizadas na Amazônia acabam de render um dos principais prêmios internacionais da primatologia a um cientista brasileiro.
O pesquisador Felipe Ennes Silva, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, recebeu o prêmio Early Career Achievement, concedido pela American Society of Primatologists. A premiação reconhece jovens cientistas que vêm produzindo contribuições relevantes para o conhecimento e a conservação dos primatas.
Ao longo de mais de uma década de estudos, Felipe investigou os uacaris — primatas típicos das florestas alagáveis da Amazônia. Utilizando ferramentas de genética, ecologia e biologia evolutiva, suas pesquisas mostraram que mudanças naturais na paisagem amazônica, como alterações no curso dos rios ao longo de milhares de anos, influenciaram diretamente a distribuição das populações e a diversidade genética desses animais. Essas descobertas ajudam a reconstruir a história evolutiva da Amazônia e fornecem informações essenciais para orientar estratégias de conservação.
Os resultados também reforçam um aspecto importante da conservação: proteger uma espécie vai muito além de preservar indivíduos isolados. É preciso compreender como as populações estão conectadas, como evoluíram e de que forma as transformações da paisagem afetam sua sobrevivência no longo prazo. Esse conhecimento permite planejar ações mais eficientes para manter a biodiversidade amazônica.
A conquista demonstra que a ciência produzida na Amazônia tem impacto global. Pesquisas realizadas em campo, muitas vezes em regiões remotas e de difícil acesso, continuam ampliando o entendimento sobre a maior floresta tropical do planeta e fortalecendo sua conservação.
🌎 Valorizar a pesquisa científica é investir no futuro da biodiversidade. Cada descoberta amplia nossa capacidade de proteger espécies antes que elas desapareçam.
💬 Você acredita que a pesquisa científica recebe o reconhecimento e os investimentos necessários para 2conservar a biodiversidade brasileira?
Fontes:
Terra
Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá
American Society of Primatologists
Em 1949, cinco gatos domésticos foram levados para a Ilha Marion, no sul do Oceano Índico, para controlar uma infestação de ratos em uma estação meteorológica. O plano parecia lógico, mas, sem predadores naturais e cercados por aves que evoluíram sem a presença de mamíferos terrestres, os gatos se multiplicaram rapidamente e passaram a caçar aves marinhas em larga escala. Na década de 1970, a população já ultrapassava 2 mil gatos, que chegaram a matar cerca de 455 mil aves por ano, incluindo petréis e albatrozes.
Após anos de controle, o último gato foi erradicado em 1991. No entanto, surgiu um novo problema: sem os felinos, os ratos voltaram a crescer sem controle. Hoje, estima-se que existam até 1 milhão de roedores na ilha, predando ovos, filhotes e até aves adultas, colocando em risco 19 das 29 espécies de aves marinhas que nidificam na região.
Para tentar restaurar o equilíbrio ecológico, foi criado o projeto Mouse-Free Marion, que prevê uma operação estimada em US$ 25 milhões (cerca de R$ 127 milhões). A estratégia utilizará helicópteros equipados com GPS para distribuir iscas em toda a ilha durante o inverno de 2028, período em que há menor disponibilidade de alimento para os ratos, aumentando a eficácia da ação.
O caso da Ilha Marion tornou-se um dos exemplos mais conhecidos dos riscos associados à introdução de espécies exóticas. Ele demonstra que alterações em um único componente de um ecossistema podem desencadear efeitos em cascata, muitas vezes difíceis de prever e extremamente caros de reverter.
🌿 Na natureza, soluções rápidas nem sempre resolvem o problema. Antes de introduzir uma espécie em um novo ambiente, é preciso compreender toda a complexidade das relações ecológicas envolvidas.
💬 Você conhecia essa história? Acredita que casos como esse reforçam a importância de avaliar cuidadosamente qualquer intervenção em ecossistemas naturais?
Fontes:
UOL Notícias
Bora bater um papo sobre o tal Búfalo e sobre a cultura Paraense e Marajoara!?
@reuremacena lá de Belém, comentou um pouco sobre o polêmico video da influencer e do mc, pra que algumas coisas fiquem mais claras e de quebra assistam os trechos de um dos vídeos mais interessantes que vimos sobre o tema, feito pela jornalista Isis Drumond.
Ja fica inclusive, a recomendação pra assistir o video essencial da @isisdrumond na íntegra 📌🎥
Deixa tua percepção sobre o tema nos comentários também, especialmente se és de fora da região norte... Como isso chegou até você.
#pará #marajó #búfalocarabao
O Que Causa o Branqueamento dos Corais?
Sua Extinção em Massa e o Impacto no planeta 🎙️
O branqueamento dos corais é um fenómeno ecológico grave, sendo o aumento da temperatura dos oceanos (aquecimento global) a sua principal causa. O stress térmico faz com que o coral expulse as microalgas zooxantelas, que são vitais para a sua nutrição e cor.
Causas e Agravantes do Branqueamento
1. Aumento da Temperatura da Água: As ondas de calor marinhas, intensificadas pelas alterações climáticas, elevam a temperatura acima do limite tolerado. Isso força a expulsão das zooxantelas, levando o coral à inanição.
2. Acidificação dos Oceanos: O excesso de CO2 absorvido torna a água mais ácida, dificultando a capacidade dos corais de construir e manter seus esqueletos de carbonato de cálcio, enfraquecendo-os estruturalmente.
3. Outros Fatores: Poluição costeira (esgotos, protetores solares, pesticidas) e aumento da sedimentação agravam a vulnerabilidade dos corais ao calor.
Extinção e Impacto Humano
Os recifes de coral são cruciais, abrigando cerca de 25% de toda a vida marinha. O branqueamento frequente e massivo está a levar à extinção em massa, com consequências diretas para a humanidade:
1. Segurança Alimentar: Os recifes são berçários para peixes que são a base alimentar de mais de 500 milhões de pessoas globalmente. A sua perda leva ao colapso das pescarias.
2. Proteção Costeira: Os recifes atuam como barreiras naturais contra tempestades, ondas e erosão. Sua destruição deixa as comunidades costeiras extremamente vulneráveis.
3. Economia: O colapso afeta drasticamente economias baseadas no turismo e atividades costeiras.
Cientistas alertam que, mesmo com o limite de 1.5 ºC no aquecimento global, podemos perder 70% a 90% dos corais do mundo.
Fonte: National Geographic
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Leucena: A “Árvore Milagrosa” que Virou Ameaça Ambiental 🌳⚠️
A Leucena (Leucaena leucocephala) é uma leguminosa arbórea que carrega uma história controversa no Brasil. Trazida com boas intenções, suas características de rápido crescimento e rusticidade que eram vistas como vantagens se transformaram em um grave problema ecológico, fazendo com que a espécie seja classificada internacionalmente como uma das mais perigosas invasoras do mundo.
1. De Onde Veio e Por Que Foi Trazida?✍️
A Leucena é nativa da América Central (principalmente México). Ela foi introduzida no Brasil, sobretudo a partir da década de 1940, por três motivos principais, ganhando o apelido de “árvore milagrosa”:
• Forragem de Alto Valor: Seu principal uso era como alimento para o gado (forrageira), pois é rica em proteínas e tolera bem a seca, sendo ideal para o Semiárido nordestino e regiões de pastagem.
• Fixação de Nitrogênio: Por ser uma leguminosa, ela realiza a fixação de nitrogênio no solo, sendo usada em projetos de recuperação de áreas degradadas e como adubo verde.
• Usos Múltiplos: Foi plantada para produção de lenha, celulose e madeira de rápido crescimento.
2. Por Que Ela é um Problema Ambiental? 🚨
A adaptabilidade e a resiliência da Leucena a transformaram em uma ameaça biológica. Ela é considerada uma das 100 piores espécies invasoras do mundo devido aos seguintes fatores:
• Criação de “Desertos Verdes”: A Leucena tem crescimento acelerado e forma densos maciços (monoculturas). Essa dominância impede a germinação e o desenvolvimento de espécies nativas, especialmente em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e matas ciliares, causando uma drástica perda de biodiversidade.
• Efeito Alelopático: A planta libera a substância química mimosina, que inibe o crescimento de outras plantas ao seu redor, reforçando sua exclusividade no local.
• Alto Poder de Dispersão e Rebrota: Suas sementes são numerosas e resistentes, criando um vasto banco de sementes no solo, que pode permanecer viável por muitos anos. Além disso, a simples poda da árvore não resolve o problema, pois ela rebrota vigorosamente a partir do toco, tornando sua erradicação cara e complexa.
#leucena #exótica #invasora
Florestal Pelo Brasil: CURITIBA |Arborização, História, Parques e mais🌲
Saudações Florestais 🌳
Nesse vídeo Lucas Monteiro e Reure Macena falarão sobre uma das cidades, considerada uma das mais arborizadas do Brasil.
Uma cidade com uma história incrível desde o seu nome até a sua formação, passando pela arborização e a infraestrutura de seus parques
Se você tem interesse em conhecer a cidade, esse vídeo é pra você!
Então já pega teu Pinhão e tua xícara de café, e assista a mais esse florestal pelo Brasil, que falará sobre Curitiba.
https://t.co/7KdDE46CBI
#arborizaçãourbana #arborização #plantas #paraná
@tiagosantineli As pessoas nos comentarios parecem não terem capacidade de discernir entre uma ação errada e ima certa. Não e possivel isso! Por conta da policia agir em ações contra bandidos, eu devo achar correto todas as merdas que as corporações fazem no Brasil? Não se pode criticar? Ah vsf