Perceba: a juíza concede perdão à assassina de criança enquanto condena toda a sociedade.
Segundo a juíza, o errado na história é você, que é misógino e só reclamou porque Monique Medeiros é mulher.
Estão pisoteando a população.
Justiça por Henry Borel deu lugar à militância ideológica — e uma criança morta ficou em segundo plano.
A juíza não concordou com o voto do júri. Mandou votar de novo. E de novo. Só parou quando obteve o resultado que queria.
O argumento usado? O "papel culturalmente reservado à mulher" e a exigência de uma "mãe perfeita". Isso não é fundamentação jurídica — é ativismo ideológico dentro de uma decisão judicial.
A mesma magistrada já havia concedido prisão domiciliar contrariando o STF e revogado a prisão de Monique contra ordem do Supremo. A acusação precisou entrar com reclamação constitucional para prendê-la novamente.
O Tribunal do Júri existe para que cidadãos comuns decidam sobre culpa e inocência — não magistrados. Ao forçar nova votação, a juíza mandou um recado claro aos jurados:
"Vocês estão errados. A autoridade aqui sou eu."
Lutar contra padrões patriarcais é legítimo. Mas não dentro de um tribunal, manipulando vereditos.
Se um juiz pode refazer um julgamento por discordar ideologicamente do resultado, nenhuma sentença no Brasil está segura.
No meio de tudo isso, há uma criança morta. Henry Borel não tinha escolha, não tinha voz.
Ele merecia justiça — não um julgamento contaminado por agenda ideológica.
🚨🇧🇷⚖️ Monique Medeiros recebe perdão judicial após condenação por omissão. Segundo Juíza, Monique já sofreu punição social desproporcional e extinguiu a pena de 1 ano e 4 meses. Já Jairinho, foi condenado a 43 anos por homicídio qualificado, tortura e coação no caso Henry Borel.
Após 11 dias de julgamento, a Justiça definiu as condenações no caso Henry Borel. O ex-vereador Dr. Jairinho foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de homicídio, tortura e coação. Já Monique Medeiros, mãe do menino, recebeu perdão judicial pela acusação de homicídio. Ela foi condenada por omissão nas torturas sofridas por Henry, mas a Justiça entendeu que a pena já havia sido cumprida.
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Durante o julgamento do caso Henry Borel, a juíza Elizabeth Louro fez um forte discurso sobre o papel da mulher na sociedade.
Ela afirmou que o julgamento social sobre Monique foi infinitamente mais duro por ela ser mulher e que se fosse o pai nessa posição, muito provavelmente nem processado ele teria sido.
Disse que Monique já sofreu um castigo severo o suficiente e criticou a reação que considerou desproporcional por parte da sociedade, classificando-a como discriminatória e fruto de uma cultura que exige que a mulher seja uma mãe perfeita.
A juíza ainda citou o massacre que Monique sofreu nas redes sociais e as agressões sofridas no cárcere, afirmando que ela foi alvo de uma perseguição implacável contra a sua honra.
Essa postura tem dividido opiniões nessa manhã.
Essa é a JUÍZA ELIZABETH MACHADO LOURO. Soltou Monique Medeiros, cúmplice no assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos, espancado até a morte. Ela recebe mais de R$ 40 mil por mês do dinheiro público para fazer do caixão de uma criança um palanque ideológico.
🚨URGENTE!
Juíza cita Misoginia e Patriarcado para dar perdão judicial a mãe do menino Henry Borel, assassinado pelo padrasto Jairinho com omissão e cumplicidade da mãe.
🚨VEJA - Pai de Henry Borel se revolta com a pena baixa para Monique e diz que isso abre precedentes para que outras mães matem seus filhos
“Quem era garantidora e tinha o dever de garantir a proteção do Henry se chama Monique.”