@PaulinhoPavesi Eu entendo e acredito. Mas meu pensamento é esse do Tweet abaixo. PT é cupincha das Farc, de PCC, de China, de Cuba, Ortega, Rússia e de Maduro ex-Venezuela. Além de comunistas. Então pra mim, primeiro: fora PT. Em primeiro lugar.
Pessoal, vamos encarar a questão como ela é. Por pior que seja um candidato nacional-populista, dito de extrema-direita, de oposição ao PT (se fosse o Trump, o Farage, a Le Pen, o Salvini ou até a Alice Weidel da AfD ou mesmo o Belzebu em pessoa), isso não altera a realidade. Claro que os democratas não devem votar num candidato assim. Mas sem esquecer que o PT é uma força maligna que parasita a nossa democracia desde o início do século. Não existe, neste momento no Brasil, outra força política cujo impacto deletério seja equivalente nos curto e longo prazos. Não é porque o PT é corrupto e sim porque usa a corrupção com objetivos estratégicos de poder. Não é porque o PT é de esquerda e sim porque é da esquerda populista que se alinha às maiores ditaduras do planeta contra as democracias liberais.
@BiazitaGomes “Apontar movimentação atípica”. Meu Deus, quanta falta de caráter e ma fé. Ninguém disse em lavagem de dinheiro. Deixe as investigações continuarem
Chegamos a 3 anos desde que o min. Toffoli anulou monocraticamente as provas da corrupção da Odebrecht e deu início a uma avalanche de impunidade no Brasil e no mundo.
Nesse período, mais de 100 réus no Brasil e ao menos 28 pessoas e empresas em outros 8 países já se beneficiaram da decisão. No entanto, apesar do imenso impacto, nenhum dos três recursos apresentados contra a decisão (pelo MP-SP, pela ANPR e pela PGR) foi analisado pelo STF até hoje.
Diante da gravidade da situação, a Transparência Internacional - Brasil e outras 29 organizações de 21 países acionaram o Grupo de Trabalho Antissuborno da OCDE e pediram que o caso seja pautado na próxima reunião plenária do grupo.
A decisão do min. Toffoli causou uma bomba atômica de impunidade no mundo. É fundamental que os recursos contra ela sejam analisados pelo STF e o Brasil efetivamente se comprometa com o combate à corrupção.
CASO ODEBRECHT
Em setembro de 2023, o ministro Dias Toffoli, do STF, tomou uma decisão inusitada.
Monocraticamente e com base em informações incorretas passadas pelo governo, ele anulou todas as provas obtidas por meio de acordo de leniência no caso Odebrecht. Essas provas estavam no exterior, na Suíça e na Suécia.
Agora, 30 organizações da sociedade civil de 21 países enviaram uma carta ao Grupo de Trabalho sobre Suborno da OCDE (WGB) no 3º aniversário dessa decisão.
A carta das ONGs destaca que a decisão monocrática de Toffoli barrou a cooperação com autoridades estrangeiras, beneficiando indevidamente ao menos 28 pessoas ou empresas de 8 países, inclusive ex-presidentes peruanos.
As entidades globais anticorrupção pedem ao WGB que, como órgão de monitoramento da Convenção, solicite ao STF o julgamento pelo plenário dos três recursos pendentes, interpostos pela PGR, pela ANPR e pelo MPSP.
Pedem também que o WGB consulte os Estados membros da OCDE sobre impactos dessa morosidade em casos em curso.
Por fim, solicitam que o WGB recomende a continuidade de investigações baseadas nos HDs da Odebrecht, podendo os Estados valer-se de cooperação com países que possam oferecer provas oriundas de fontes independentes (como a Suíça).
Embora o Brasil não seja parte da OCDE, nosso País é membro do WGB, por haver ratificado a Convenção Anticorrupção de 1997 (OECD Anti-Bribery Convention).
🚨 ACABO DE TOMAR DUAS MEDIDAS.
Exigir ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, que a sessão do dia 15 seja PÚBLICA, transmitida integralmente pela TV Justiça e com acesso da imprensa.
Também cobrei do presidente do Senado uma reunião urgente de líderes e uma manifestação da Casa em defesa da transparência.
O STF marcou sessão extraordinária.
E O SENADO?
Somos 81 senadores. É hora de estar em Brasília e exercer o mandato.
FACHIN: SESSÃO ABERTA.
PRESIDENTE DO SENADO: CONVOQUE OS SENADORES.
O BRASIL TEM O DIREITO DE VER, OUVIR E SABER TUDO O QUE ESTÁ ACONTECENDO.
Um peso, duas medidas
Hoje a tropa de choque do Regime foi atrás do irmão de André Mendonça. Acusam o ministro de ter votado a favor da Prefeitura de São Paulo na ADPF 1196 — a ação sobre a concessão dos serviços funerários — e, em troca, ter visto o irmão, Alexandre de Almeida Mendonça, promovido a secretário-executivo da SP Regula.
Nenhuma irregularidade foi comprovada. Correlação não é causalidade. Alexandre entrou na agência em fevereiro de 2024 e virou superintendente em julho daquele ano — antes do voto. Só foi a secretário-executivo em junho de 2026, mais de um ano depois. O voto de Mendonça, em março/abril de 2025, foi para não referendar as cautelares de Flávio Dino. Gilmar pediu destaque e zerou os votos. Fux pediu vista. Não houve favor a Ricardo Nunes.
A nota da Prefeitura acerta o ponto que derruba a tese: quem representa o Município no STF é a Procuradoria Geral do Município, não a SP Regula. A agência não litiga a ADPF. Sem esse canal, some a engrenagem da “promoção como moeda de voto”. A Prefeitura também diz que Alexandre exerceu gestão administrativa, sem comando direto dos contratos de concessão.
Mas olha que interessante. E se aplicarmos a mesma regra contra Flávio Dino?
Hoje é ele quem relata esta ADPF 1196, ajuizada pelo PCdoB. Dino foi militante do PCdoB por 15 anos e se elegeu duas vezes governador do Maranhão pela legenda. Sua esposa, Daniela Dino Farias Lima, é secretária parlamentar do gabinete de Márcio Jerry — presidente estadual do PCdoB no Maranhão. Jerry foi secretário de Dino. A mulher de Jerry foi chefe de gabinete de Dino no Palácio dos Leões.
E tem mais. Na ADI 7780, sobre o Tribunal de Contas do Maranhão, a Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV — impugnou o ingresso isolado do PCdoB como amicus curiae. Dino rejeitou a impugnação e admitiu o ex-partido no processo do Estado que ele governou. Dino foi ministro da Justiça de Lula, do PT, o maior partido dessa mesma federação.
Foi Dino quem, ontem, reintegrou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, depois de Mendonça tê-lo afastado. Andrei não pediu a Fachin, presidente do STF: peticionou direto a Dino, no processo do Dark Horse. Andrei foi indicado à PF por Dino, quando Dino era ministro da Justiça, e comandou a segurança da campanha e da transição de Lula. Fachin depois suspendeu as duas decisões.
No Maranhão o padrão se repete em estado puro. Dino relata as ADIs 7603, 7605 e 7780 sobre o TCE do Estado que governou, trava nomeações por liminar e deixa o tribunal incompleto — enquanto casos iguais em outros Estados já foram julgados. Em agosto, afastou Daniel Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão, ex-vice e hoje desafeto. No lugar subiu Marcelo Tavares, que foi chefe da Casa Civil de Dino e entrou no TCE ainda no ciclo do grupo. Três cadeiras travadas, a mesma assinatura. Pedidos de impedimento de Brandão e de Raimundo Cutrim estão com Fachin. Dino não se declarou impedido.
Isso porque estou falando só do Dino. Se for para falar de certos outros ministros… Toffoli suspendeu a multa de R$ 10,3 bilhões do acordo de leniência da J&F — grupo para o qual a então esposa, a advogada Roberta Rangel, prestava serviços. Depois arquivou a apuração correlata. Não vou nem falar de Moraes...
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