Notícia linda:
Até 2030 vamos ter mais 22 mil crianças no 1.º ciclo… graças aos filhos dos imigrantes.
Sem eles, turmas e escolas inteiras teriam de fechar.
Tradução:
Os portugueses já não fazem filhos suficientes nem para encher uma sala de aula.
Estamos a importar a próxima geração porque a nossa desistiu de existir.
Portugal: o país que vai ser salvo por quem veio substituir-nos.
Em breve o hino nacional vai ser cantado em árabe e o professor vai chamar “Mohammed” mais vezes que “João”.
“Acabei de passar pelo ‘restaurante africano’ improvisado no Rossio 🇵🇹🍖
Bem-vindos à multiculturalidade enriquecedora. Eu chamo-lhe invasão low-cost com cheiro a putrefação.
@Xeixos Nem que fosse de graça…sinto muito mas somos de um país com comida muito mas muito boa! Diarreia gratuita?Não obrigado! Estou bem com um bom caldo verde e uma sardinha assada na brasa!É gente porca. Para eles tudo bem, já estão imunes a todas as bactérias.Os vírus fogem deles 😂
Venham cá ao centro de Lisboa provar a autêntica ‘gastronomia indiana gourmet’ feita há 3 anos.
Samosa frita em óleo reciclado do ano passado, chá mirch que sabe a desinfetante e hummus com textura… especial.
Por apenas 1,5€ podes ter diarreia VIP.
Onde está a ASAE? A dormir ou a fazer detox depois de provar isto?
Só valta a vaca a passear pela rua.
Este cartaz está a ser espalhado pelas caixas de correio em Portugal.
“O Islão não é teu inimigo”, dizem eles.
Enquanto nos vendem esta propaganda de “religião de paz”, vemos diariamente a realidade:
bairros onde o Hino Nacional é considerado provocação, chamamentos à oração que invadem o espaço público, guetos onde a sharia se impõe, mulheres agredidas por não seguirem as regras islâmicas e uma criminalidade que cresce em paralelo com a islamização.
Este vídeo de um programa de TV no Líbano (LBC) é chocante, mas revelador.
Homens defendem abertamente que a mulher é “mercadoria” do marido: se ela não quiser sexo, ele a força (“la violo”).
Se ele quiser banho, ela tem de banhá-lo.
Ela deve obedecer imediatamente ou apanhar.
@Xeixos Esta é a maravilhosa cultura que se está a entranhar pelo mundo fora…mas ainda há quem aplauda e queira este tipo de cultura no nosso país! Coitadinho…racistas…fachistas… 🤦🏼♀️ ou nos pomos finos, ou mais tarde ou mais cedo, estaremos a vivenciar isto em carne própria!!
Um vídeo feito pelo o nosso grande @AfonsoJFG que não deixa margem para dúvidas.
Em várias cidades de Portugal, acordamos hoje ao som de músicas e rezas islâmicas a ecoar nas ruas.
Alto-falantes, mesquitas e megafones impõem o chamamento à oração muçulmana em pleno espaço público português.
Isto é a progressiva islamização do nosso país, enquanto o Estado assiste de braços cruzados.
Portugal está a perder o controlo do seu próprio território e da sua identidade cultural.
O que hoje é som de rezas nas ruas, amanhã pode ser muito mais.
O Presidente da Câmara de Viseu vem dizer que “há fábricas que fechariam sem a contribuição dos imigrantes”.
Tradução: em vez de investir em salários dignos, formação profissional e políticas de natalidade para que os portugueses trabalhem nas suas próprias fábricas, prefere importar mão-de-obra barata.
Este é o modelo falhado que nos vendem: substituir o povo português por imigrantes mais baratos, em vez de resolver os problemas estruturais baixos salários, impostos elevados, burocracia e uma juventude que emigra em massa.
Portugal não precisa de mais imigração descontrolada para sustentar empresas que não conseguem pagar salários competitivos aos portugueses.
Precisa de políticas que valorizem quem cá nasceu e que queira aqui ficar e construir o futuro.
Importar gente para tapar buracos demográficos e laborais é admitir a falência do modelo.
Portugal primeiro.
Os portugueses primeiro.