Fui ver The Odyssey com a expectativa no tecto. Mas foi a minha primeira verdadeira desilusão com Christopher Nolan.
Ulisses torna-se quase um passageiro da própria viagem, a cronologia ocupa o centro do palco e o elenco de luxo raramente ganha a dimensão mítica que Homero exige.
Se calhar passámos anos à procura do próximo génio quando a resposta sempre esteve noutro lado. É sobre isso que escrevo na última crónica do Mundial.
No jornal @ojogo.
O meu editor ainda acredita que um dia entrego uma crónica sem comparar futebol com algo completamente absurdo. Não vai ser hoje.
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Se vos apetecer fazer um piquenique, com mantas e cesto, num sítio muito giro, rodeado de amigo(a)s e boa disposição, domingo estarei no Parque de São Roque, no Piquenique Dançante 2026, a fazer de DJ.
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Vamos finalmente responder à grande questão:
É mais credível o argumento do Doze Homens em Fúria ou de uma testemunha que começa por dizer “ouvi dizer…”? 😄
Amanhã, em Braga.