Nunca houve no Brasil política social que chegasse perto do que nós estamos fazendo. E é essa política que faz com que as pessoas subam um degrau na escala social. O que propomos é que os ricos paguem um pouco mais para que os mais pobres tenham uma vida mais digna. Mas a verdade é que os ricos não querem pagar. E é muito triste ver que o Congresso não aprovou uma proposta que beneficia diretamente o povo trabalhador.
Eles morrem de medo do Lula.
Saiu mais uma pesquisa, a Quaest, e Lula vence em todos os cenários!
E sobre ontem… ficou claro: deram mais um tiro no pé.
Nós seguimos firmes, com Lula e ao lado do povo brasileiro.
Vamos à luta!
Recebi, nesta manhã (6/10), telefonema do presidente Trump. Conversamos por 30 minutos e relembramos a boa química que tivemos no encontro em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU.
Considero nosso contato direto como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente.
No telefonema, recordei que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitei ao presidente Trump a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.
O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad.
Nós concordamos em nos encontrar pessoalmente em breve. Sugeri a possibilidade de encontro na Cúpula da Asean, na Malásia; reiterei o convite a Trump para participar da COP30, em Belém; e também me dispus a viajar aos Estados Unidos.
Eu e o presidente Trump trocamos telefones para estabelecermos uma via direta de comunicação. Estavam comigo na conversa meu vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Mauro Vieira, Fernando Haddad, Sidônio Palmeira e o assessor especial Celso Amorim.
Uma vitória em favor da justiça tributária e do combate à desigualdade no Brasil, em benefício de 15 milhões de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.
A Câmara dos Deputados deu hoje um passo histórico na construção de um Brasil mais justo ao aprovar projeto encaminhado pelo nosso Governo de zerar o imposto de renda de quem ganha até R$ 5 mil por mês e reduzir a cobrança de quem recebe até R$ 7.350, a partir de uma contribuição mínima dos muito ricos.
Essa é uma vitória compartilhada pelo Governo do Brasil, as deputadas e deputados e pelos movimentos sociais.
Agradeço o presidente Hugo Motta, o relator Arthur Lira e cada um dos líderes que conduziram o processo de aprovação do projeto.
Tenho certeza de que a proposta também contará com amplo apoio no Senado.
1️⃣ 1,2 milhão de empregos com carteira assinada gerados no primeiro semestre de 2025.
2️⃣ Desemprego no menor nível da série histórica.
3️⃣ Renda média dos brasileiros atinge nível recorde.
4️⃣ Brasil deixa o Mapa da Fome da ONU.
Dados dos últimos dias, que mostram um país mais justo com uma economia mais forte. Mais emprego, renda e oportunidade para a nossa população.
Seguimos trabalhando.
Sem soberania, o Brasil não existiria.
Foi ela que nos trouxe liberdade e independência. E é ela que aparece em primeiro lugar em nossa Constituição, entre os demais princípios fundamentais.
Soberania é a autoridade que um povo tem sobre seu próprio destino. É a capacidade de um país decidir seus rumos, proteger seus recursos, cuidar de seu território e defender seus interesses diante do mundo.
Soberania é, para nós, o direito de construir uma sociedade livre, justa e solidária.