Constantino explica por que a elite quer um "simulacro" com Tarcísio, e como a escolha de Flávio é uma resposta estratégica (comparando a inteligência dele à de grandes articuladores) para não entregar os votos de graça.
Deborah Turness, até então CEO da BBC News, tentou conter o incêndio que consome a imagem da emissora britânica. Em sua declaração de despedida, Turness rejeitou de forma enfática as acusações de “preconceito institucional” e saiu em defesa de seus jornalistas, afirmando que “a BBC News não é tendenciosa” e que continua sendo “o provedor de notícias mais confiável do mundo”.
A entrevista ensaiada e as respostas automáticas como - “erros são cometidos, mas não há viés institucional” - revelam o desconforto de quem tenta preservar uma reputação em ruínas. A BBC, ícone do jornalismo britânico, mergulhou em uma crise sem precedentes após a revelação de manipulações e cortes seletivos em entrevistas, incluindo a recente distorção de falas de Donald Trump.
Enquanto Turness diz “defender o jornalismo” e nega corrupção, o público vê uma emissora que se tornou o espelho do establishment - rápida para censurar opiniões conservadoras e complacente com narrativas politicamente convenientes. Quando questionada por que “os erros não foram tratados” em temas como Trump, antissemitismo e direitos das mulheres, a executiva não respondeu.
Sua saída marca mais um capítulo na decadência de um império midiático que já foi sinônimo de rigor e equilíbrio. Hoje, a BBC luta para convencer o mundo de que ainda faz jornalismo - e não militância travestida de notícia.
“A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.”(Santo Agostinho)
@LulaOficial Tudo isso aconteceria se Bolsonaro continuasse no poder. Na realidade contrária, seguimos para a decadência econômica, democrática e social no Brasil 🥰