@Verdad_y_verdad@YihadAtletica Yo creo que lo haceis queriendo. A ver, os lo pongo clarito. NADIE PIDE MAS DE LO QUE VALE. NO LO QUIEREN VENDER. Tan dificil es de entender? No se esta pidiendo ni 200, ni 500. No esta en venta. El jugador puede querer lo que sea que tendra que currar porque para eso cobra.
@YihadAtletica Papelon? El club no lo quiere vender. Si se retira la oferta, o se vende a otro, o se queda y juega al futbol junto a los fichajes que lleguen. El papelon sera en ese caso para el Barça, que lleva ninguneando al Atleti y fanfarroneando y veria que el Atletico ha ganado.
@FJL_ATM Un jugador es un trabajador que contratas para jugar al futbol. Punto. Si lo hace bien, todos estaremos contentos. No ha matado a nadie. Si se queda y juega bien, le aplaudire como a cualquiera. Eso si, lo tiene duro para que la aficion le tenga cariño pero oye… que marque goles
@chussule Si se prescinde de Ruggeri sera porque no haya convencido deportivamente, porque un club ficha jugadores de futbol. Lo que haga en su vida privada no es asunto de nadie. Otra cosa es la opinion que la gente pueda tener de el, pero si hace bien su trabajo, cero problemas.
@Nelyruiz_97 Una cosa es la opinion que puedas tener de un jugador como persona y otra que eso importe para el equipo. A mi me da lo mismo la vida personal de la gente. No me va la prensa rosa. Yo solo voy a ver a mi equipo jugar al futbol. Desde que pita el final el arbitro no me interesa.
@UltimoCholista Pero quereis dejar de hablar como si os fuerais a ir de copas con el? A mi lo unico que me importa es que juegue bien al futbol. Su vida me la trae floja.
@locoAtleti No veo que tiene que ver su vida personal con su trabajo como jugador. Encima sin denuncia. No me voy a casar con el, solo quiero que juegue bien. Si la justicia o la mujer no tiene problemas con el (o lo ha perdonado), no le va a importar a un club deportivo.
Esta foto fue tomada en 1946. Este tipo es Ken Shimizu. Tiene 35 años y es padre de 2 hijos. Shimizu no hace deporte, duerme 10 horas al día y come lo que quiere. Incluso bebe cerveza en vez de agua. ¿Qué hace Shimizu para conseguir ese cuerpo? Shimizu no tiene ningún secreto. Shimizu es el que está sentado en la esquina inferior izquierda de la foto. En cuanto a ese tipo que está chupando cámara en el medio, no sé quién es.
O futebol é o esporte mais bonito já inventado. E pelos motivos mais loucos.
Em primeiro e mais importante lugar, porque decidiu contrariar o corpo humano.
Parece exagero, mas não é. A nossa espécie passou milênios se gabando das mãos. Polegar opositor, ferramenta, escrita, espada, bisturi, controle remoto, celular. Quase tudo o que fazemos bem passa por elas. A mão é a arrogância anatômica do ser humano.
O futebol olhou para isso e disse que não.
No futebol, a parte mais habilidosa do corpo é quase proibida. As mãos ficam ali, inúteis, penduradas, como se fossem um acessório constrangedor. Só um sujeito pode usá-las, justamente aquele colocado para impedir a alegria dos outros. O resto precisa resolver a vida com os pés, com a cabeça, com o peito, com o ombro, com o improviso e com uma dose generosa de erro.
Isso muda tudo.
Com as mãos, o corpo obedece. Basta ver um jogo de basquete para entender. A bola parece extensão natural do atleta. Ela vai, volta, quica, gira, entra. Há beleza nisso, claro. Mas há também uma certa obediência do mundo. A mão manda e a bola aceita.
Com os pés, a bola negocia.
Ela escapa meio metro. Ela bate na canela. Ela quica no gramado ruim. Ela trai o craque e humilha o perna de pau. Ela transforma um domínio simples em pequena tragédia. Ela permite que um passe fácil vire lateral e que um chute torto entre no ângulo.
Essa é uma parte enorme da graça. O futebol é difícil porque é jogado contra a própria anatomia. Um drible perfeito vale mais porque não deveria ser tão limpo. Um lançamento de quarenta metros vale mais porque saiu de uma parte do corpo que, em tese, foi feita para caminhar. Uma bicicleta vale mais porque desafia a física, o bom senso e a lombar.
Com as mãos, muita coisa parece possível. Com os pés, quase tudo parece improvável. O futebol nasce desse quase.
O segundo motivo é igualmente insano. O futebol é o único esporte em que tudo foi pensado para ter o mínimo possível de pontos ou gols. Foi desenhado para torná-lo raro.
O impedimento existe para atrapalhar o gol. O goleiro existe para atrapalhar o gol. A defesa existe para transformar o caminho até a rede em um labirinto de pernas, faltas, desvios, tropeços e gritos de “sobe”.
Sem goleiro e sem impedimento, o futebol seria outra coisa. Talvez um esporte de placar alto. Talvez mais palatável para quem precisa de pontuação constante para acreditar que algo está acontecendo. Mas seria menos futebol.
O futebol vive da espera.
Boa parte da partida é feita de aproximações. Um passe que não entra. Um cruzamento alto demais. Um atacante que sai um segundo antes. Uma bola na trave. Uma defesa impossível. O jogo vai acumulando tensão. A torcida sabe que o gol pode não vir. E justamente por isso, quando vem, ele rasga tudo.
O gol não é apenas um ponto. É uma explosão, uma libertação de toda a tensão acumulada.
É gente abraçando desconhecido. É pai lembrando do filho. É filho lembrando do pai. É cerveja voando e todos achando razoável. É arquibancada virando corpo coletivo por alguns segundos. Ninguém comemora uma cesta de três pontos como comemora um gol aos 43 do segundo tempo. Não há equivalência possível. O gol é raro demais para ser tratado com educação.
Por isso o futebol incomoda tanto aqueles que se acostumaram a muitos pontos. Ele não entrega recompensa em intervalos regulares. Ele não promete justiça proporcional. Um time pode ter a bola o jogo inteiro, criar quinze chances, chutar na trave, obrigar o goleiro adversário a fazer a melhor partida da carreira e perder de um a zero em um escanteio mal defendido.
Isso não é falha do futebol.
É futebol.
A retranca pode ser feia, mas pode funcionar. A posse de bola pode ser elegante, mas nem sempre resolve. O time inferior pode se fechar, sofrer, gastar tempo, buscar uma falta lateral e achar um gol chorado no fim. O empate pode ser grande resultado. O zero a zero pode ser uma operação de sobrevivência.
Resto em
https://t.co/6EHvIYqILP
So, I have now watched two NFL games. Here is my Ted Talk on how the US Americans should make American rugby more attractive to us Europeans. (Because that is very important):
1) Europe should host it every year.
2) You should change the rules that I dont understand.
3) Get rid of any teams from cities that Europeans can not find on a map because they probably dont even exist.
4) Once Europeans start playing it, we will the best at it, because we have the best athletes.
5) In fact, we are probably already the best.