@Cristina_Mucci@CanalCiudadBA Qué profundidad tiene la concepción de Mujica sobre el silencio, es impactante escucharlo leer sus poemas. Gracias por editar aquí este libro: mitad de precio del anterior. Un programa para atesorar. Tu anterior entrevista a él la incluí en unos escritos, gracias!
@Cristina_Mucci@CanalCiudadBA Cristina, gran programa con Mujica. Un comentario sobre tu valoración de la propuesta visual en Otello: quienes tenemos abono en Paraíso no vimos absolutamente nada, me recordó la historieta de Quino sobre las diferencias sociales entre ubicaciones en nuestro querido Teatro Colón
❤️Impresionante imagen de la cola de una ballena frente a la Luna llena
Una postal única se vio en el Golfo Nuevo, combinando dos de los grandes atractivos naturales de la Patagonia en una sola postal.
@vioryvideo 📽️
Tengo un podcast de música antigua. Y está buenísimo (no me voy a hacer el modesto, trabajo mucho cada episodio)
Sin embargo tiene pocas escuchas
¿Es que a tan poca gente le interesa la música antigua? (No hay mucho podcast sobre eso en castellano)
https://t.co/cFGxOaQjoy
@gaboesa ¡Gracias muchas gracias por compartirla! Nuestra plataforma, https://t.co/6QYyEhUsdl, guarda más de 300 colecciones de revistas argentinas que buscan nuevos lectores.
Para descargar, leer o releer y compartir de manera libre y gratuita: https://t.co/6QYyEhUsdl
Les dejo la descarga libre del libro que publicamos con Agus Valle e Igna Gago en 2013. Pensar y escribir en grupo sobre los Redondos fue de las cosas más hermosas que habré hecho. Nos vemos mañana en V.D..
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Esto es un escándalo: 34 de los 50 créditos hipotecarios más importantes del Banco Nación fueron para diputados, senadores y funcionarios de la Libertad Avanza. Más casta no se consigue.
"Un tiempo donde el trabajo, que siempre ha sido un ordenador social, se ha convertido en un caos de índole emotivo." sostiene @Lualvarez
Culpa, deuda, cuerpo y trabajo
Nota de colección en @PanamaRevista
TRABAJADORES AL BORDE DE UN ATAQUE DE NERVIOS https://t.co/jXFAi5EQa9
A 50 años del golpe del 24 de marzo de 1976, desde #CTERA convocamos a marchar en todo el país.
Por Memoria, Verdad y Justicia.
30.000 compañerxs y 880 docentes detenidxs-desaparecidxs, presentes.
En defensa de la democracia y la escuela pública: ¡Nunca Más!
Joachim Trier, Chéjov y la repetición.
Vi Valor sentimental (me gustó mucho, en la tradición familiar y "teatral" de Bergman). Hay en la película un homenaje o reutilización de un recurso de repetición de Chéjov en La gaviota sobre el que hice hace tiempo un hilo. Es una escena+
Artigo do presidente Lula publicado em jornais de 27 países do Mercosul e da União Europeia (Brasil 🇧🇷, Argentina 🇦🇷, Bolívia 🇧🇴, Paraguai 🇵🇾, Uruguai 🇺🇾; Alemanha 🇩🇪, Áustria 🇦🇹, Bélgica 🇧🇪, Bulgária 🇧🇬, Chipre 🇨🇾, Croácia 🇭🇷, Eslováquia 🇸🇰, Eslovênia 🇸🇮, Espanha 🇪🇸, Estônia 🇪🇪, França 🇫🇷, Grécia 🇬🇷, Irlanda 🇮🇪, Itália 🇮🇹, Letônia 🇱🇻, Luxemburgo 🇱🇺, Malta 🇲🇹, Polônia 🇵🇱, Portugal 🇵🇹, República Tcheca 🇨🇿, Romênia 🇷🇴, Suécia 🇸🇪) no dia 16 de janeiro.
📰 Acordo Mercosul-UE é a resposta do multilateralismo ao isolamento
Em uma época em que o unilateralismo isola mercados e o protecionismo inibe o crescimento global, duas regiões que compartilham valores democráticos e a defesa do multilateralismo escolhem um caminho diferente. Contra a lógica das guerras comerciais que segregam economias, empobrecem nações e aumentam a desigualdade, Mercosul e União Europeia assinam amanhã um dos acordos mais amplos do século XXI.
Firmado após mais de 25 anos de negociações e baseado na certeza de que só a integração e a abertura comercial promovem a prosperidade compartilhada, o acordo cria a maior área de livre comércio do mundo. Não existe economia isolada. O comércio internacional não é um jogo de soma zero. Todos querem crescer, e a nova parceria irá criar oportunidades mútuas de emprego, geração de renda, desenvolvimento sustentável e progresso econômico.
Somados, os 31 países que integram o Acordo Mercosul-União Europeia reúnem cerca de 720 milhões de cidadãos. Nosso PIB conjunto supera 22 trilhões de dólares. O acordo irá ampliar o acesso mútuo a mercados estratégicos, com regras claras, previsíveis e equilibradas. Ao remover barreiras comerciais e estabelecer padrões regulatórios comuns, os investimentos, as exportações e as cadeias produtivas se multiplicarão nos dois lados do Atlântico.
Uma complementaridade comercial robusta une as economias da América do Sul e da Europa. A versão do acordo que aprovamos resguarda os interesses de setores vulneráveis, garante a proteção ambiental, promove valores compartilhados como a democracia e os direitos humanos, fortalece os direitos dos trabalhadores e preserva o papel do Estado como indutor estratégico do desenvolvimento econômico e social.
A celebração desse acordo só é possível porque Mercosul e União Europeia entenderam ter muito mais a ganhar juntos do que individualmente e optaram por dialogar em condições de respeito e igualdade. Os blocos encontraram convergências mesmo diante de visões distintas, mostrando que a cooperação é muito mais vantajosa e eficaz do que a intimidação e o conflito. Agradecemos os países do Mercosul e da União Europeia por terem se empenhado na conclusão de acordo tão significativo.
A assinatura, no entanto, constitui só um primeiro passo. Amanhã começa uma nova fase de cobrança para a implementação ágil e transparente do que foi pactuado. O sucesso real do acordo será medido pela velocidade com que os seus benefícios alcançarem as prateleiras dos mercados, o campo, as fábricas e os bolsos dos cidadãos.
Inúmeros setores de ambos os lados sairão beneficiados, da bioeconomia à indústria de alta tecnologia, dos pequenos e médios agricultores às pequenas, médias e grandes empresas. Consumidores europeus e sul-americanos terão acesso a produtos mais diversificados e com preços menores, enquanto produtores alcançarão novos mercados.
Para além dos ganhos comerciais e econômicos, o acordo aproxima ainda mais parceiros unidos por laços históricos, de vocação democrática e multilateral. A interdependência é uma necessidade e uma realidade. Só o trabalho conjunto entre Estados e blocos é capaz de promover a paz, prevenir atrocidades e enfrentar os piores efeitos da mudança do clima.
Em um contexto de crescente protecionismo e unilateralismo, o acordo prova como outra governança mundial é possível, mais ativa, representativa, inclusiva e justa. Estes mesmos princípios orientam nossa busca por instituições multilaterais renovadas, como a reforma da Organização Mundial do Comércio e do Conselho de Segurança da ONU.
Ante o crescimento do extremismo político, Mercosul e União Europeia demonstram na prática como o multilateralismo, que tantos benefícios trouxe ao mundo depois da Segunda Guerra, segue atual e imprescindível.
Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil