Não existe nenhuma palavra do dicionário de qualquer idioma, vivo ou morto, cujo significado e essência consiga refletir sequer uma fração do ódio desproporcional e visceral que eu sinto pela família Bolsonaro e da sua ideologia hostil e traíra.
É uma linhagem de porcos vis e cretinos, tão isenta de qualquer tipo de humanidade, que eu desconfio que nem humanos eles são. Pobres ás crianças nascidas desse ventre apodrecido e frio que eles têm, porque nunca vão conhecer compaixão de verdade.
Quando vejo uma mulher assim, sou tomado por uma tristeza terrível.
Nunca trocaremos palavras, olhares, gestos, confissões ou risadas.
Pois em mim não há nenhum aspecto louvável. Eu sou eu. E isso me adoece. Queria ser eu no corpo de outro. Pois somente eu não basta.