ALÔ GAÚCHOS!
Lembram do Montanha da Odebretch, digo, do ministro para reconstrução do RS após a enchente, Sr. Paulo Pimenta?
Pois é, neste vídeo ele demonstra toda a sua capacidade profissional.
A propósito, ele é pré candidato a senador.
Mendonça avisou que estava de olho.
Tentativa de interferência do lula na PF perante as investigações do INSS, que envolvem o filho do lula, e as investigações do Master, que envolvem toda a republica, podem configurar OBSTRUÇÃO DE JUSTIÇA e gerar uma investigação em cima dessa tentativa.
Até que enfim!
Sobre futebol brasileiro, o furo é mais embaixo. E tem a ver com o maior problema do país, hoje.
Gilmar Mendes não é só ministro do Supremo. Ele é sócio-fundador do IDP, instituto que desde agosto de 2023 administra a CBF Academy, o braço de formação da entidade. O contrato garante ao IDP 84% da receita dos cursos, cerca de R$ 9,2 milhões em 2023. A CBF ficou com os 16%.
Agora observe a arquitetura.
Pelo menos seis nomes vinculados ou indicados pelo IDP ganharam postos na CBF, segundo a Piauí. Um vice-presidente, Gustavo Dias Henrique, também aparece nessa constelação de influência. O filho de Gilmar, Francisco Schertel Mendes, dirige o IDP e ainda ocupa cadeira no Comitê de Disciplina da FIFA.
E quem decide as causas da CBF que sobem ao Supremo?
Gilmar.
Em ações decisivas sobre a presidência da CBF que chegaram ao Supremo, Gilmar atuou como relator. A liminar de Gilmar Mendes reconduziu Ednaldo Rodrigues à presidência da CBF, mantendo no cargo o dirigente durante cuja gestão foi firmado e executado o contrato com o IDP. O pedido partiu do PCdoB, partido do secretário-geral da CBF. Um pedido anterior, feito pelo PSD, havia caído com André Mendonça, que negou. Trocou-se o partido, trocou-se o relator, mudou o resultado.
Ele nunca se declarou impedido.
Confrontado, negou conflito. E a defesa que escolheu diz tudo. Palavras dele: o IDP "estava organizando e cedendo seu bom prestígio à CBF, e não o contrário".
Releia a estrutura por trás da frase. Um ministro que julga a entidade. Cujo instituto fatura com a entidade. Cujo filho comanda esse instituto. Cujos indicados povoam a diretoria da entidade. E que ainda vem a público dizer que o favor era dele.
Em agosto de 2025, uma representação pedindo a investigação do ministro por esse caso chegou à Procuradoria-Geral da República. Foi arquivada. O número dois da PGR entendeu que não havia indícios mínimos para sequer abrir apuração. Quem deveria fiscalizar olhou para a arquitetura inteira e escolheu não ver problema nenhum.
A CBF acaba sendo um símbolo da mentalidade que destruiu não apenas o futebol brasileiro, mas o país em todas as dimensões.
O ápice da destruição da escola brasileira de futebol aconteceu hoje, mas vem de muito tempo, desde que os campeonatos passaram a ser integralmente controlados pela máfia globo-CB e, para piorar, mais recentemente por políticos do centrão e tiranos de toga.
Explica-se:
o campeonato brasileiro e os campeonatos estaduais eram mananciais de formação de atletas, porque efetivamente havia disputa real, a diferença financeira entre os clubes não era tão abismal.
Até que entra em ação o monopólio de transmissão da rede Goebels, cujo dono foi um dos primeiros sócios de certo clube carioca.
Passou a haver transmissões em nível nacional de basicamente dois clubes, que também recebiam valores muito superiores a título de direitos de transmissão.
O fosso de recursos se aprofundou pelo fato das empresas que patrocinam o futebol despejarem muito mais dinheiro nos times que têm exposição em TV aberta.
E isso não decorreu apenas da mente doentia dos manipuladores da Goebels, mas também da tentativa da espanholizar os campeonatos, pois reduzindo a expressão popular da maioria dos clubes fica mais fácil negociar os contratos com os clubes da prateleira de cima, os demais estão sempre com o pires na mão.
Ajudou muito o fato dos dirigentes de clubes de futebol serem na imensa maioria apenas canalhas corruptos, que abortaram a efetividade de associações como o clube dos 13.
Esse cenário somente foi possível pelo apoio da mídia, que sempre escondeu os sucessivos escândalos, para manter o produto futebol atraente.
Mais recentemente a mídia esportiva foi tomada por adolescentes tardios para os quais o importante é haver bandeirinhas de escanteio com arco-íris, "inclusão e outras bostas similares.
Há também um componente ético-moral.
Sempre houve ladroagem no futebol, mas até 2 décadas atrás de regra o resultado espelhava a competição esportiva.
Com a ascensão do lulismo, o futebol passou a ser apenas mais um terreno a ser aparelhado, rapinado em larga escala, e laboratório de engenharia social.
Já há clubes que implementam em suas bases lavagem cerebral identitária, o que explica em parte tantos jogadores cagões e bebês chorões.
A seleção eliminada é um amontoado de jogadores comuns com nome e sobrenome (nada de Pelés, Didis, Vavás, Garrichas) mas que jogam na Europa, ainda que muitos em clubes e ligas inexpressivas, já que o futebol brasileiro voltou a ser vira-lata.
O Brasil está afundado num atoleiro econômico, político, social, educacional, de valores, de accountability.
🧵 A INCRÍVEL SOCIEDADE ENTRE GILMAR MENDES E A CBF.
Quem diria:
O que parece ficção é a mais pura realidade: um ministro do STF sócio da CBF, comandada por Ednaldo Rodrigues. Vem entender esse enredo surreal.
1️⃣ Tudo começou em dezembro de 2023, quando Ednaldo Rodrigues foi afastado da presidência da CBF por decisão da Justiça do Rio.
A acusação? Irregularidades no acordo que o colocou no cargo.
2️⃣ Com o futebol brasileiro em crise institucional, quem apareceu para intermediar a solução?
Gilmar Mendes, ministro do STF, assumiu o protagonismo da conciliação.
3️⃣ Gilmar articulou no próprio Supremo um acordo entre o Ministério Público, a CBF, clubes e federações.
Resultado: Ednaldo voltou ao cargo, mesmo com as denúncias pendentes.
📜 O acordo foi homologado pelo STF, com Gilmar como relator.
4️⃣ O acordo previa:
– Recondução de Ednaldo
– Criação de grupo de trabalho com STF, MP, CBF e clubes
– Eleições futuras com “transparência”
Ou seja, o STF passou a tutelar a governança da CBF.
5️⃣ Mas a história vai além da política institucional.
Gilmar Mendes e a CBF viraram sócios em uma empresa privada.
Isso mesmo. Desde 2023, existe uma sociedade formalizada entre:
– IDP (Instituto de Gilmar Mendes) com 84% de participação
– CBF Academy Brasil, criada por Ednaldo, com 16%
6️⃣ O objetivo da sociedade?
💼 Oferecer cursos para treinadores e profissionais do futebol, sob o guarda-chuva da CBF.
Uma oportunidade de negócios milionária — com a chancela da entidade máxima do futebol brasileiro.
7️⃣ A pergunta que não quer calar:
Como um ministro do STF pode ser sócio de uma entidade que está sob constante julgamento e questionamento jurídico?
Isso levanta sérias dúvidas sobre conflito de interesses e uso da máquina pública para fins privados.
8️⃣ Ednaldo e Gilmar podem não dividir um camarote no Maracanã, mas dividem algo bem mais valioso:
📊 Uma empresa registrada, com CNPJ, contratos e divisão de lucros.
9️⃣ No país do futebol, até a Justiça joga.
E nesse caso, joga em todas as posições: juiz, atacante, dirigente… e sócio.
Assaí fatura bilhões, o funcionário recebe pouco e a esquerda jura que achou o vilão: o empresário.
Aí você olha a conta e descobre que o maior lucro foi de quem não contratou, não trabalhou e não vendeu nada: o GOVERNO LULA!
@JeffreyChiquini@deltanmd Uma coisa ficou claro ! Ao vivo o cara te regaçou ! Vc não teve argumento e ele provou que vc mentiu ! Ele provou ao vivo ! Essa é a diferença !
Requentaram OUTRA. Agora ressuscitaram uma matéria de 11 meses atrás sobre o GETTR. Explico rapidinho, com carinho por aqueles que me apoiam e têm interesse legítimo no assunto, porque essa tolice não merece mais do que alguns minutos do meu domingo.
Primeiro e mais importante: não há NADA criminal. A ação em questão é cível. Não existe nenhuma acusação de fraude contra mim, nem contra o Jason Miller. Nenhuma. Quem sugere o contrário ou não entende o básico de como funciona a Justiça americana, ou entende e aposta que você não entende.
Os fatos, que sempre foram públicos e notórios: o GETTR, uma rede social americana focada em liberdade de expressão, cujo CEO (não dono) era o Jason Miller, me contratou para uma consultoria de estratégia e comunicação no Brasil. Eu sou empresário e comunicador. Uma empresa de comunicação contratar um comunicador para uma consultoria de comunicação é a coisa mais natural do mundo. O escândalo é esse.
E, modéstia à parte, fui muito bem. Transformei o Brasil no segundo maior mercado do GETTR e, quando encerrei a consultoria no fim de 2021, o Brasil era o mercado que mais crescia, mais do que os próprios Estados Unidos. Muitos lembram do quão popular o GETTR chegou a ser no Brasil, entre a direita. A estratégia, o trabalho e os relatórios detalhados estão todos no processo. Trabalho de gente grande, meu e do meu time.
O que aconteceu depois? Anos depois, um investidor do GETTR, um dissidente do Partido Comunista Chinês que eu nunca vi mais gordo, foi acusado de fraude nos Estados Unidos. Os credores dele entraram com ações cíveis (repito: CÍVEIS, não criminais) de clawback para tentar recuperar dinheiro das empresas em que ele havia investido. Já são mais de 260 ações, contra centenas de pessoas e empresas que receberam pagamentos legítimos: Apple (que vendeu computadores), Facebook (que vendeu anúncios), Fox News, FedEx, escritórios de advocacia (que prestaram serviços jurídicos), concessionárias de carros, funcionários, o próprio Jason Miller. E euzinho, que prestei um serviço e fui pago por ele, como manda o figurino. Agora me digam: será que alguém acredita que todos eles, incluindo Tim Cook e Zuckerberg, estavam num esquema de fraude com um investidor Chinês? Kkkk
A minha discussão segue pendente numa corte (acho que de Connecticut) e eu não devolvi um centavo. Como acontece em qualquer disputa comercial aqui nos Estados Unidos, a conta é simples: quando o custo de advogados supera o valor em discussão, resolve-se do jeito mais eficiente e a vida segue. Foi o que fizeram gigantes como a Fox News e a FedEx. Absolutamente banal no mundo dos negócios. Só vira "escândalo" na cabeça de quem nunca assinou um contrato na vida.
Agora, o timing: uma avalanche de falas descontextualizadas, matérias requentadas, assédio até à minha família. Sim, sei que incomodo bastante, não sou o alvo principal. É o @FlavioBolsonaro. O objetivo é não apenas o de desgastâ-lo, mas também o de castrar quimicamente a sua campanha, afastando os seus aliados "radicais" para transformá-lo em mais um candidato dócil ao sistema. E há gente dentro da campanha feliz da vida com isso. Os hipertensos e santinhos.
Vocês esquecem que já fizeram isso comigo antes? Já me acusaram, me perseguiram, me difamaram e... eu passo bem. Parei de me importar com a minha reputação junto a essa gente em 2019. Trouxa é quem se diz de direita e cede à difamação feita por veículo de esquerda.
Aliás, até gosto deste papel de Dark Knight (não Dark Horse), o Cavaleiro das Trevas: aquele que é caçado e perseguido porque não pode ser o herói que Gotham merece, mas pode ser o herói de que Gotham precisa agora. Caprichem, porque eu não vou retroceder nem um milímetro nas verdades que eu falo ou nas minhas ações.
PS: Conto com os haters e os robôs do PT para o post ganhar engajamento. Caprichem.