@GuilhermeBoulos@ElianaRezende10 Será que essa é a pauta mais importante para o trabalhador? 70% com sua renda comprometida com divida. O menor SM da AL, Crescimento segundo a CEPAL de 1% para 2026.
@fatimabezerra O tempo do PT já foi agora, precisamos de alguém que ame o BRASIL com posicionamento claro contra as Ongs, a Faria Lima, a favor do desenvolvimento econômico, com emprego e renda para o brasileiro.
"O Brasil está imobilizado pelo licenciamento ambiental. Quem vai investir em um país onde se sabe que um processo de licenciamento pode levar de cinco a 50 anos? Não se pode ter um processo que depende de tantos órgãos - Ibama, Funai, Ministério Público e poder estadual. Isso afasta investimentos. Portanto, nosso problema econômico é institucional. Sem esses obstáculos, o Brasil pode dobrar a geração de energia elétrica na Amazônia, explorar a Margem Equatorial, que rende USS 20 bilhões por ano à Guiana, e os insumos do potássio e do fosfato para a agricultura. Ao remover essas restrições, o Brasil terá resolvido seu problema fiscal e alcançará, em quatro anos, uma taxa de crescimento de 4%. Investidores internacionais virão para o Brasil se houver essa garantia. O que fez a prosperidade da Noruega foi o fundo soberano de petróleo, do Canadá, os minérios em terras indígenas. E o Brasil segue congelado."
- Aldo Rebelo
@aldorebelo econômico, geração de empregos, aumento da renda e soberania nacional. Sem um mínimo de convergência em torno de um projeto de país, o Brasil seguirá desperdiçando potencial, enquanto interesses setoriais e disputas ideológicas se sobrepõem ao interesse nacional de desenvolviment
@aldorebelo Precisamos, com urgência, reconstruir um pacto nacional. A fragmentação política atual não fortalece a democracia nem impulsiona o desenvolvimento — ao contrário, paralisa decisões estratégicas, aprofunda conflitos estéreis e desvia o foco do que realmente importa: crescimento
Com 35% da população do RN dependente de bolsa-auxílio, não há sucesso social, há fracasso econômico. A renda emergencial amortece a pobreza, mas não gera emprego. Se a dependência persiste, é porque a política de emprego do estado falhou em criar trabalho produtivo e renda.
Como economista, vejo que o suposto conflito entre lulismo e bolsonarismo não existe na economia. Ambos operam dentro do mesmo arranjo: juros altos, rentismo protegido e crescimento limitado.