Uma mensagem recebida com carinho e gratidão. ❤️🇧🇷
Michelle Bolsonaro falou aos capixabas e manifestou seu apoio a Evair de Melo, destacando sua coragem e os valores que, segundo ela, os aproximam: “Deus, Pátria, Família e Liberdade”.
No vídeo, Michelle também fala sobre o desejo de encontrar Evair no Senado e de atuar ao lado dele nas pautas que ambos defendem.
Obrigado, Michelle, pelas palavras, pelo carinho e pela manifestação de apoio. É uma mensagem que recebemos com muita gratidão e respeito. 🙏
▶️ Assista ao vídeo e confira a mensagem completa.
E você, o que pensa sobre a candidatura de Evair ao Senado e sobre a mensagem da Michelle? Queremos ouvir você nos comentários. 👇
Para mudar o Brasil, é preciso Mudar o Senado.
Para Senador Evair 100🤝🇧🇷
#EvairSenador100 #NomeLimpoSabeTrabalha
#EvairDeMelo #MichelleBolsonaro #EspíritoSanto #Senado
É extraordinário assistir Gilmar Mendes escrever esse texto como se estivesse falando de um personagem distante de sua própria história.
Há um detalhe que o decano convenientemente não menciona: Paulo Gonet foi seu sócio.
Gilmar Mendes, Paulo Gonet e Inocêncio Mártires Coelho fundaram juntos, em 1998, o Instituto Brasiliense de Direito Público, hoje IDP. Gonet permaneceu formalmente na sociedade até 2017. Não estamos falando, portanto, de dois desconhecidos que ocasionalmente se cruzaram na vida pública.
E é justamente por isso que essa manifestação merece escrutínio.
Gilmar exige que André Mendonça seja tratado como politicamente interessado por ter tornado público um relatório oficial da Polícia Federal, mas ele próprio entra em plenário e depois nas redes sociais para fazer uma defesa enfática da honra de seu ex-sócio.
Mendonça não condenou Gonet, mas sim levou ao plenário elementos constantes de material produzido pela Polícia Federal. O próprio Gonet teve oportunidade de responder e afirmou que seu encontro com Daniel Vorcaro ocorreu uma única vez e foi “breve e banal”. Há, inclusive, representação atualmente submetida ao Conselho Superior do Ministério Público Federal sobre as menções ao PGR. Ou seja: existe procedimento institucional para examinar os fatos.
Mas o decano prefere transformar a discussão em julgamento moral do relator, falar em Lava Jato, eleição, linchamento e vingança, enquanto omite da própria postagem um dado absolutamente pertinente - o homem cuja honra ele se levanta para defender foi seu sócio durante anos.
Se relações, proximidade e possíveis conflitos de interesse são tão graves quando você, Gilmar Mendes, aponta o dedo para os outros, deveriam ser ainda mais graves quando o escrutínio bate à sua própria porta. Esse seu duplo padrão
é a própria corrosão da instituição.
Eu acabei de assinar o abaixo-assinado em apoio ao Ministro André Mendonça. Se você também deseja manifestar seu apoio, assine e compartilhe. Participe: https://t.co/CoIfNw3Pbv
Eduardo Affonso magistral em sua coluna de O Globo! 👏👏👏
GENTE IMPLICANTE
Era só o que faltava: já começou o Rock in Rio, a filha da Luana Piovani pegou piolho, mas a imprensa — sabe-se lá com que segundas intenções — só quer saber de fazer ilações em torno de mensagens privadas de celular.
Então um marido não pode ajudar a esposa na redação de um contrato? Ele não estava ali na condição de magistrado, mas de companheiro, honrando a promessa de apoiá-la na riqueza e na pobreza (esta, uma possibilidade um tanto remota diante dos R$ 130 milhões contratados, mas voto nupcial é coisa séria).
E que pai recusaria um cartão de crédito com limite de R$ 300 mil para os filhos, ainda mais se o mimo viesse da pessoa de quem recebe mensagens afetuosas, do tipo “Seu legado pro Brasil será eterno”, “Tenho muito orgulho e tenho certeza que cada vez mais se consolidará como a pessoa mais importante do país”? Seria uma desfeita.
Por que um ministro não pode interferir junto a um procurador, a um diretor-geral, para amparar o amigo que pergunta, num momento de infortúnio, se ele “conseguiu bloquear a maldade e a sacanagem”?
É anacrônica essa concepção do juiz numa torre de marfim, impedido de socorrer um investigado que deposita o próprio destino em suas mãos (“Não vou fazer nenhum movimento que você não achar produtivo”). É questão de humanidade acudir quem teme ser preso ou ter de fugir — quiçá cometer uma loucura, como um de seus sicários. Está na Bíblia: uma mão lava a outra, e as duas se enxaguam. E não é uma mão qualquer, mas a que digita ��Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você”. Seria uma ingratidão.
A lei até prevê a possibilidade de processar ministro do STF. Mas pense comigo: será que vale a pena quebrar uma tradição quase milenar de 135 anos, por uma bobagem dessas?
E você faz ideia do que seja morar em Brasília, com um salário de R$ 46.366,19, ter de usar capa preta naquele calor e ainda passar o dia ouvindo relator ler voto de 80 páginas? A pessoa salvou a democracia, caramba! E a democracia não tem preço.
Aí falam que não sei quem mandou mensagem perguntando se podia incluir o filho na viagem a Londres e exclamando “Oba!!!! Tomara que tenha charuto e macalan (sic)”. Crucificam um pai que só quer a companhia do filho e, modestamente, nem exige que os charutos sejam um Cohiba ou um Montecristo.
O que há de errado em essa pessoa depois querer anular todas as provas? Provas não provam nada.
As “medidas cabíveis e necessárias” são esquecer isso, sacudir a poeira e dar a volta por cima, como mandam as boas práticas republicanas.
O Brasil precisa mirar o futuro, não ficar investigando suspeição, conflito de interesses, relações promíscuas, prevaricação, advocacia administrativa, obstrução de justiça, corrupção passiva, essas minudências.
Há tanta coisa mais séria com que nos ocupar, como o combate à desinformação, a regulação da mídia, a exigência de diploma para exercício do jornalismo. E ficamos discutindo picuinha de ministro não poder assessorar investigado, presidente não conhecer lobista (ninguém conhece ninguém, nem a si mesmo. A alma humana é um abismo. Só porque a pessoa aparece com você em dezenas de fotos e frequenta a cozinha da sua casa, não quer dizer que você a conheça).
Daqui a pouco não vai poder nem mais linchar estudante em universidade pública, com apoio do reitor e dos professores.
Por isso que o Brasil não vai pra frente: só tem gente implicante, cheia de mimimi.
🚨🇺🇸 CAR@LHO, QUE LAPADA! 🔥🔥🔥
CNN: “Este é um imigrante sem documentos...”
Miller: “Eles estavam aqui ILEGALMENTE?”
CNN: “Quero que esta seja uma discussão de boa-fé...”
Miller: “Quando você usa uma linguagem feita para ocultar a verdade, isso NÃO é boa-fé. Um ESTRANGEIRO ILEGAL é um ESTRANGEIRO ILEGAL. Eles não são ‘imigrantes sem documentos’.”
CNN: “Stephen, estamos tentando humanizar o debate...”
Miller: “Humanizar? Então vamos humanizar o Código Penal também. O assaltante de banco passa a ser ‘especialista em retirada sem agendamento prévio’. O estelionatário vira ‘empreendedor de narrativas financeiras alternativas’. O cara que entra na sua casa sem convite é só um ‘visitante com documentação pendente’. Que tal?”
CNN: “Isso é uma analogia grosseira.”
Miller: “Grosseira é fingir que a lei federal some porque a redação da CNN inventou um eufemismo mais fofo. ‘Sem documentos’ soa como alguém que esqueceu a carteira no Uber. Não. É alguém que cruzou a fronteira sem autorização, ficou, e agora a imprensa trata o estatuto jurídico como se fosse uma questão de estilo de escrita.”
CNN: “Mas muitos contribuem para a economia...”
Miller: “Ah, o argumento clássico: o crime deixa de ser crime se a pessoa lava prato ou constrói telhado. Pelo mesmo critério, o contrabandista de cigarro também ‘contribui’, gera emprego no transporte. Quer que a gente chame ele de ‘empreendedor logístico informal’? A CNN topa?”
CNN: “Você está polarizando.”
Miller: “Não. Eu estou recusando o dicionário de marketing. Vocês mudam a palavra, depois acusam quem usa o termo legal de ser ‘desumano’. É o truque mais velho do livro: primeiro suaviza o vocabulário, depois declara vitória moral. Os Estados Unidos já cansaram desse teatro. Chamem o que é. Ou admitam que o objetivo nunca foi clareza — foi controle da narrativa.”
A tal “terceira via” sempre aparece com o mesmo roteiro. Passa pano pra um lado e posa de juiz do outro. Fala manso, critica leve e finge equilíbrio enquanto o país afunda.
O problema nunca foi falta de diagnóstico. Foi falta de coragem. O modelo já foi testado, já falhou e ainda tem gente tratando como se fosse só ajuste fino.
Enquanto uns querem adaptar o Brasil ao problema, outros querem mudar o jogo. Menos Estado atrapalhando, mais liberdade pra produzir. Menos discurso, mais direção.
La escena donde la TV oficial de Irán anuncia el fallecimiento del ayatolá Ali Jamenei.
Con voz entrecortada por el llanto, el conductor comunica la noticia.
La aviación de Israel difundió un clip que ilustra bombardeos intensivos contra el cuartel general del Cuerpo de Guardianes de la Revolución Islámica de Irán (CGRI) en Teherán, su capital.