Para quem ainda acredita que a extrema direita não é favorecida nas redes!!!
X limita alcance de candidatos, mas deixa Nikolas e aliados fora da restrição https://t.co/PoCKpOOXju
Descobri quem está atacando a candidatura da Tebet e da Marina.
Então, vamos falar de uma coisa que parte dessa esquerda que se diz radical precisa entender: estamos vivendo uma eleição em que o Senado é central para o equilíbrio democrático do país.
Atacar Marina Silva e Simone Tebet porque elas não correspondem ao ideal de pureza ideológica de determinados setores da esquerda é uma irresponsabilidade política. Não importa se Marina é da Rede ou se Tebet é do PSB. O que importa, nesta eleição, é de que lado elas estão. As duas estão na chapa que apoia Lula e disputam justamente as duas vagas de São Paulo para o Senado. Hoje, inclusive, Marina e Tebet aparecem entre os nomes mais competitivos dessa disputa.
O governo Lula foi, desde o início, um governo de reconstrução e resistência depois de quatro anos de destruição institucional, social e econômica. E agora não estamos discutindo apenas mais quatro anos de governo. Estamos discutindo qual país vai existir depois de Lula.
Porque é preciso compreender uma coisa muito séria: Lula não ficará para sempre. Não existe hoje outra liderança no campo progressista brasileiro com a mesma força eleitoral, política e popular. Portanto, reelegê-lo em 2026 não pode significar simplesmente colocar Lula novamente na Presidência e entregar o Congresso para os adversários.
Presidente sem Congresso vira presidente cercado.
É exatamente por isso que o Senado importa tanto. Em 2026, cada estado elege dois senadores. E é o Senado que participa da aprovação de autoridades e que tem competência constitucional para processar pedidos de impeachment contra ministros do STF. A composição dessa Casa pode definir o equilíbrio entre os Poderes nos próximos anos.
Em São Paulo, Marina Silva e Simone Tebet são candidatas da mesma aliança de Lula e Haddad. Haddad, inclusive, tem defendido publicamente o voto em Tebet diante das críticas de setores da esquerda.
Então precisa acabar essa ideia de que eleição é concurso de pureza ideológica.
Não é.
Neste momento, eleição também é correlação de forças.
Se existe um deputado de centro democrático que vai defender a Constituição, respeitar o resultado das urnas e não trabalhar para destruir as instituições, ele pode ser muito mais importante para a democracia do que deixar a cadeira cair nas mãos da extrema direita porque alguém decidiu que ninguém é “de esquerda o suficiente”.
E São Paulo é decisivo. São duas vagas. Marina e Tebet são competitivas, mas a disputa está apertada, com candidatos da direita também próximos delas nas pesquisas.
Por isso, atacar Marina e Tebet neste momento não torna ninguém mais revolucionário. Na prática, pode ajudar a eleger seus adversários.
A esquerda precisa entender a dimensão histórica dessa eleição. Primeiro, preservar a democracia. Primeiro, impedir a volta da extrema direita ao poder. Primeiro, reelegê-lo com uma base parlamentar capaz de governar.
Depois a gente disputa os próximos avanços.
Porque não adianta eleger Lula presidente e entregar o Senado para quem quer usar o Senado contra o próprio governo, contra o STF e contra as instituições democráticas.
Essa eleição não é apenas sobre o próximo mandato de Lula. É sobre os próximos dez, vinte anos do Brasil.
E é justamente por isso que São Paulo precisa entender o tamanho da responsabilidade que tem nas mãos.
Cara, eu tava aqui ainda sem acreditar. Até briguei com uma pessoa e peço perdão, vou pedir pessoalmente. Mas é real: tem gente da esquerda fazendo campanha contra a Simone Tebet e a Marina Silva.
Desculpa, gente, mas vocês são burros. Burros.
A gente precisa explicar o básico? Não tem candidato ao Senado pelo PT. A gente tem Simone Tebet e Marina Silva.
Se você está fazendo campanha contra as duas candidatas que representam o nosso campo, você vai votar em quem? No Derrite? É essa a lógica?
Eu tô impressionada. De verdade.
Com uma esquerda dessa, quem precisa de direita?
Ana Castela, que fez o "22", vai receber R$ 850 mil, ainda esta semana, via emenda do PL, para fazer um show em uma prefeitura do PL.
Emenda é da deputada Dani Cunha (PL), filha do Eduardo Cunha.
https://t.co/uWOc2yu9v7
No início do partido NOVO, nosso maior desafio era ter espaço na mídia para divulgarmos nossas ideias.
O NOVO, entretanto, mudou tanto e ficou tão ruim que hoje não aparecer é a melhor coisa que pode acontecer ao partido.
LAPADA SECA! Pedro Serrano foi na jugular hoje no UOL! Não existe materialidade, só vazamento seletivo e criminoso de fragmentos de conversa. Mídia repercutindo sem ler processo, só o que interessa pra narrativa. O que beneficia a defesa ninguém mostra. Igualzinho o pior da Lava Jato. Vergonha.
FAKE NEWS! O Governo Lula não discutiu isso em nenhum momento. Essa era a proposta de Paulo Guedes, que foi derrotada nas urnas em 22 e será novamente este ano.
🚨ATENÇÃO | Campanha do presidente Lula vai entrar com ação no TSE alegando CRIME ELEITORAL cometido pelo lado bolsonarista, que espalharam notícias falsas de forma COORDENADA
Influenciadores RELATARAM EM SUAS PÁGINAS terem recebido doações de empresários e canais bolsonaristas