Está aí uma paixão e amor que não se explica. Só posso encerrar assim: sou Flamengo há mais de 50 anos, e “sofrerei” pelo manto até o último suspiro. Vamos Mengão!!!
Redes sociais, para mim, são uma espécie de diário, com registro de memórias. Demorei para este registro porque tudo foi intenso e corrido desde ontem. Sou Flamengo desde sempre. Aliás, sou o primeiro da família, pois sou o filho e neto mais velho das duas famílias. Segue…
mas sobretudo, uma espécie de cura de algo que nos machucava. Quem não ama este esporte louco, que desperta muitos sentimentos, certamente não entende, ou até mesmo me critique, e me considere louco.
Esta dor estava guardada com a gente nestes 4 anos. Ontem, 29 de novembro, esta ferida que parecia já cicatrizada, foi exterminada de vez. Ao fim do jogo, me deparei com dois marmanjos velhos (eu e ele) chorando um choro diferente. Eram muitas emoções: alegria, alívio, êxtase,
Neste período, voltei a frequentar estádio com mais frequência. Muitas alegrias, muitos jogos espetaculares. Mas tinha uma dor no peito ainda. Eu estava em Montevideo com meu parceiro rubro-negro de sempre: Gazinho. Foi muito doído. Muito!!
Faltava conexão do meu amor pelo futebol com o amor pelo meu time. E agradeço todos os dias a Papai do Céu por ter permitido que eu estivesse vivo para acompanhar a geração 2019-2025. Maior sintonia entre time e torcida desde a geração mágica do nosso maior herói.
Neste intervalo, título incrível do brasileiro do ano de 2009. Adriano e Pet fundamentais. Flamengo sendo Flamengo. Algumas copas do Brasil e muitos campeonatos cariocas neste período. Mas ainda faltava. Sentia falta dos anos 80.
Depois disso, ficamos quase 30 anos sofrendo. Torcendo muito, mas sofrendo. Sempre amei esportes, e acima de tudo, amo o futebol. Vi gerações vencedoras de outros times, e assistindo os rivais jogarem bem e ganharem.
Ainda tenho na retina o gol do Renato Gaúcho no Mineirão, contra o Atlético Mineiro em 87. E os gols de falta do Júnior capacete em 92?? Coroação de um rubro-negro lendário.
Fui menino nos anos 80. Minha mãe acordou super assustada e impressionada com aquele menino de quase 7 anos assistindo jogo de madrugada - o jogo mais incrível de todos contra um Liverpool incrédulo. As finais de brasileiro contra Grêmio e Santos (82 e 83), lembro detalhes.
Meu pai era tricolor, e amava o time dele. Meu avô materno, botafoguense. Fruto da geração Garrincha e gênios do futebol carioca. Eu, forjado na geração Zico, meu ídolo máximo no esporte. Graças a ele, Leandro, Junior, Adílio, Andrade, Nunes, Júlio César e todos seus companheiros
Queridos médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde, enquanto cuidais dos vossos pacientes, o Senhor oferece-vos a oportunidade de renovar continuamente a vossa vida, alimentando-a com gratidão, misericórdia e esperança. #Jubileu