Se o texto acima é da ex-primeira-dama, pode-se dizer que a emenda, como de costume, saiu pior que o soneto. Michelle resolveu aplicar remendo novo em roupa velha, proclamando, com ar de quem se redime, que não guarda raiva de ninguém. Excelente. Regozijemo-nos. Até ontem, o que se via no seu desdém pela candidatura de Flávio era, pura e simplesmente, uma raiva destilada, quase bíblica. Agora a questão já não é saber se a ex-primeira-dama tem ou não tem cólera no peito; é medir quantos bolsonaristas ainda conservam alguma simpatia por ela.
“Apenas esclareci uma situação que estava sendo deturpada”, declarou, sem dizer, é claro, o que exatamente estava sendo deturpado. Teriam os bolsonaristas deturpado a ausência absoluta de empatia, ou de apoio, ao enteado? A verdade é que o problema não reside na suposta deturpação, mas no “esclarecimento” intempestivo. Michelle batizou de esclarecimento o que não passou de lavagem pública de roupa suja, e, sem risco de mal-entendido, só pode ser lido como sabotagem. Sim: para a maior parte dos mortais, o vídeo foi uma tentativa clara de torpedear o candidato que, mal ou bem, ainda encarna o voto anti-sistema. Um desastre estético e político. Ponto final.
Eis outra frase digna de divã freudiano: “Vamos trabalhar juntos para derrotar o atual governo”. Depois de fuzilar o enteado em praça pública, a matriarca estende os braços, magnânima, superior, quase iluminada. Venceu a luta imaginária, expôs o rival ao ridículo e, sentindo-se rainha, oferece a mão ao vencido: venha, pobre-diabo, vamos trabalhar juntos. Não cola, Michelle. Não cola.
Depois vem a pérola que toma todos por otários: “Não há briga nem competição”. Então o que há? Se briga não é briga e competição não é competição, que a senhora explique, com a clareza que diz prezar, que diabo são essas coisas que só atrapalham. Alguém aqui delira, e não são os bolsonaristas.
Por fim, a estocada que revela tudo: “uma nova história será escrita, com verdade, clareza e respeito”. Traduzindo: diz Michelle, nas entrelinhas, que faltaram a Flávio esses três atributos: verdade, clareza e respeito, mas agora que a roupa suja foi devidamente arejada, o enteado comportar-se-á como bom menino e a nova história será escrita. Não por ele, naturalmente. Por ela.
E a cereja envenenada do bolo: “fiquem em paz”. Palavras ocas. Paz é substantivo que só soa verdadeiro na boca de Cristo: “deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”. A paz de Michelle, até agora, tem sido apenas confusão. Triste, ruidosa e desnecessária confusão.
Michelle Bolsonaro já foi naturalmente elegante. Sim, o verbo está no pretérito. A elegância, nela, era quase uma graça inata, algo que não precisava ser fabricado para as câmeras. Perdeu-a, porém, no dia em que decidiu não saber perdoar. Até as pedras o sabem: carrega no peito uma mágoa desmedida, maior do que a própria fidelidade que se espera de uma esposa. Não a conjugal, essa miudeza de alcova, ou um dever natural, mas a fidelidade maior, a adesão sem fissuras à vontade do marido.
Michelle não se curvou à indicação de Jair Bolsonaro. E isso, num universo onde a lealdade é moeda de troca e quase religião, revelou-se fatal. Uma dama verdadeira não desafia o chefe da casa em praça pública; menos ainda quando o chefe foi presidente da República. Lavou, ademais, roupa suja diante do espelho da nação: gesto que a elegância antiga jamais permitiria. Não vi o vídeo que hoje todos comentam, mas soube do excesso: o “galego” repetido até o fastio, como quem precisa, a cada sílaba, certificar-se de que o mundo inteiro tome nota da intimidade.
Usado com parcimônia, o vocativo podia ter um quê de charme brejeiro, pitada de cumplicidade conjugal exposta com leveza. Repetido como mantra, tornou-se brega, quase patético. Tornou-se o bolo excessivo de cerejas que enjoa à segunda garfada. Publicamente, a ex-primeira-dama deveria ter recorrido à forma que a liturgia do poder exige: “meu marido, o ex-presidente”. A frieza formal, nesses casos, carrega mais dignidade e mais força do que a necessidade histérica de exibir intimidade.
Michelle já foi naturalmente elegante e, por extensão, naturalmente importante. Perdeu ambas as qualidades. Sem elegância, restou-lhe a máscara rígida do passado; sem importância, restou-lhe a raiva miúda, a birrenta impaciência de quem vê o próprio mito escapar-lhe entre os dedos. Curiosamente, só o “galego”, por ora mudecido, rarefeito, recolhido à esfera privada, poderá ainda salvá-la. Mas, tal como as coisas se apresentam, nem mesmo Jair Bolsonaro, com todo o seu magnetismo, conseguirá reverter o sentimento que ela deixou no bolsonarismo: um misto de decepção e repúdio surdo, quase irreversível.
A dama dissolveu-se; sobrou a sombra ressentida. E as sombras, como se sabe, não elegem presidentes.
O jogo (((deles))) sempre foi a doutrina do mal.
Novamente querem que as crianças sejam corrompidas por esse inseto do FELIPE NETO.
O "dono" da doutrina da educação no Brasil chama Jorge Paulo Lemann.....
"Filantropo", tido como bilionário, nada mais é do que um "testa de ferro" do capital dos banqueiros sionistas!!!
Examinem o site da fundação desse corrompido!
https://t.co/XsYInbkAIX
A Contratação:
O acordo financeiro consta na ata de uma reunião extraordinária realizada pelo sindicato no início de junho. A justificativa para a escolha de Luana Piovani foi o seu expressivo alcance digital mais de 5,6 milhões de seguidores
Hoje, em Blumenau, participei de um almoço com aproximadamente 120 empresários dos municípios de Blumenau e Gaspar, em Santa Catarina.
Na pauta, temas de interesse nacional e regional, como infraestrutura, enchentes, reforma tributária, escala 5x2 e os desafios enfrentados pelos setores produtivos.
Um encontro marcado pelo diálogo, pela troca de ideias e pela discussão de assuntos importantes para o desenvolvimento da região.
VOU DAR UMA DE PATRIOTA DE AÇO
E FALAR EM CAIXA ALTA
A MICHELE NAO FEZ O VIDEO SOZINHO
ELA TEVE AJUDA DE QUEM ENTENDE DE VIDEO EM ESPECIAL DO INSTAGRAM COMO OS ASSESSORES MUITO BEM PAGOS PELO PL. OS ASSESSORES DO NOSSO QUERIDO NIKOLAS. SERGIO SANTANA.
POR ISSO O VIDEO SE DIVIDE CERTINHO NA PARTE QUE ELA VAI FALAR DO FLAVIO.
EU VENHO DIZENDO
FAZ MESES
NIKOLAS
MICHELE
TARCISIO
E TALVEZ (NAO TENHO CERTEZA UM CERTO 🥚)
ESTAO SABOTANDO PARA TER OS VOTOS DO BOZO SEM TER O BOZO.
AGORA A NOVA ONDA EH O CAIADO COM VICE MICHELE
JA VENHO AQUI DIZER NAJA FIRMO @Mi_Bolsonaro SE POR UM AZAR OU UM GOLPE VOCE VIER DE VICE EU VOU VOTAR NO @Ruicpimenta29
ABRAÇOS EFUSIVOS.
O Matheus dá um passo atrás. E mesmo diante dos olhos dele... um prédio de 15 andares. Quinze. Desaba por completo. Imagina o barulho de toneladas de concreto a transformarem-se em pó num piscar de olhos.
Caracas/ Venezuela
Precisamos de @FlavioBolsonaro na Presidência para curarmos as feridas do 8 de janeiro.
Vamos nos unir porque temos uma eleição para ganhar.
Com Lula, a perseguição só irá piorar .
Daqui a pouco os intelectuais independentes pegam essa hipérbole do @opropriokogos, pra acusar a "direita" de ataques a honra da Michelle.
Mas o fato é que o Kogos foi certeiro na crítica.
Tabata Amaral não existe. É apenas um dos avatares de Jorge Paulo Lemann, amiguinho de Bernard Madoff. Se cavarem bem, prometo que chegam ao Epstein, ao JP Morgan e aos Rothschild...
Jorge Paulo Lemann, será que é difícil para a P.F começar com esse homem, ele tem muito a explicar, Americanas, Tabata Amaral, George Soros, urnas eletrônicas etc...
- Sancionou a lei que regulariza as bets
- Lucrou bilhões em impostos com bets reguladas
- Colocou tudo relacionado à decisão sob sigilo de 100 anos
- Abriu investigação contra a CazéTV por divulgar bets, mesmo a emissora sendo apoiadora do governo
O esperto lucrou em cima do otário 3 vezes, stonks