“Hoje é São João. Como bom paraibano, qual é um bom cardápio e uma boa trilha sonora para comemorar a vitória da Seleção?”
Matheus Cunha: “Vou indicar toda a playlist de Dominguinhos, do meu amigo João Gomes. Acho que está todo mundo em Campina Grande, o maior São João do Mundo. Desculpa a todos os outros, mas sou paraibano, tenho que puxar a sardinha para o meu lado.”
“O que é bom para comer na festa junina?”
Matheus Cunha: “Ah, uma pamonha, uma canjica, um milho verde… Tô com saudade!”
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É um absurdo o gramado do @ValerioEC1942. Até para os padrões do Módulo II é algo inadmissível. Não é atoa que os jogos só terminam em empates. Sem condições alguma de ter um futebol decente nessas condições.
Simplesmente chocada e decepcionada.
Pra mim, vocês sabem, a política real se faz nas ruas, nas redes, com transparência, papo reto e propósito. Não se faz escondendo os problemas debaixo do tapete ou com tentativas de sabotagem.
Eu e muitas lideranças decidimos ficar no @PSOL50 para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira, porque nossa responsabilidade nestas eleições é gigante: dar nosso melhor, tudo de nós, para reeleger o presidente Lula e garantir uma bancada de esquerda mais forte, maior, para sustentar o governo e disputar a sociedade. Mas, para isso, o PSOL precisa cumprir os acordos que fez conosco. E não está cumprindo. Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando.
Tenho um orgulho imenso de ter ajudado a levar a luta pelo fim da escala 6x1 para o Brasil inteiro. As ruas estão do nosso lado. Mas fazer campanha no nosso país não é igual para todos. Sou uma deputada negra e travesti. Para viajar São Paulo, maior estado do país, puxando votos, preciso de uma logística imensa e de um esquema de segurança fortíssimo. Nossos corpos correm riscos que a burocracia do partido não pode simplesmente ignorar, com o risco de inviabilizar nossa pré candidatura à reeleição, rebaixar o máximo potencial dos nossos votos… e colocar em risco nossa integridade física.
É um absurdo que a direção partidária feche os olhos para essa realidade. Hoje, Juliano Medeiros @julianopsol, presidente da Federação PSOL-Rede, em sua primeira candidatura, teria exatamente a mesma prioridade que eu. @ManuelaDavila, que acabou de chegar ao partido, tem previsão de receber mais que o dobro. Respeito a trajetória deles e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios… A inteligência política passou longe. É uma tentativa de asfixiar quem está na linha de frente em detrimento de um perfil de pré-candidaturas bem específico, de grupos que só pensam em si mesmos e estão, mais uma vez, arriscando a viabilidade do PSOL.
Tanto é assim que, comandado por @PaulaCoradi, presidenta nacional, o PSOL simplesmente desmontou a sua política nacional de inclusão que garantia repasses nacionais justos com ajustes por gênero, raça e para pessoas com deficiência (PCD), exatamente no momento em que o próprio Tribunal Eleitoral reconhece a importância histórica e a necessidade dessa política. É um retrocesso inaceitável.
E não é só comigo. No Rio de Janeiro, lideranças gigantes e populares como @RenataSouzaRii e @RickAzzevedo sofrem do mesmo mal. Igualmente @CarlosGiannazi em SP. O partido ignorou e subestimou o Rick na última eleição, ele foi para a rua, foi o mais votado, enquanto o PSOL encolheu, em grande parte pela má distribuição dos seus recursos sob critério que são políticos. E agora o PSOL está prestes a repetir exatamente o mesmo erro com ele!
Ninguém quer tirar o básico ou negar importância de quem está nas suas primeiras campanhas. O que não podemos aceitar é a falta de transparência e o suicídio político de sufocar quem tem a força popular para garantir a sobrevivência do partido. Nós ficamos no PSOL para superar a cláusula de barreira e eleger bancadas fortes. Agora, exigimos que a direção cumpra a sua palavra.
Estranho o que a Globo fez com a Ana Thaís Matos nesta Copa, né?! Titular até outro dia nos jogos do Brasil, agora é comentarista de intervalo, resumida a uma frasezinha na transmissão? Achei legal não.
Meu filho, aqueles ali são os zagueiros, aqueles ali um pouco a frente são os volantes, e aquele baixinho ali sempre vai estar entre eles, acabando com todos os jogos. É a zona Messi. E ali ele faz história!
Foi um detalhe pequeno na goleada da Alemanha por 7 a 1 sobre Curaçao, mas Deniz Undav, autor do 6º gol, marcou a história das Copas do Mundo ao celebrar com passos de govend, uma dança curda.
O atacante é o 1º curdo yazidi a marcar num Mundial. Os curdos são o maior grupo étnico do mundo sem um Estado próprio, tendo algo entre 30 e 45 milhões de pessoas.
Já sobre os yazidis, há uma discussão sobre serem uma etnia própria ou um subgrupo etnorreligioso dos curdos. Fato é que tanto curdos quanto yazidis são povos que convivem há séculos com perseguições.
A família de Undav migrou pra Alemanha após um golpe de Estado na Turquia, em 1980, que serviu pra fomentar o nacionalismo turco e oprimir ainda mais as populações curdas. Além da Turquia, os curdos se espalham por países como Irã, Armênia, Iraque e Síria.
O atacante já se acostumou a comemorar seus gols assim pelo Stuttgart, seu clube na Alemanha, e ganhou na Copa a companhia de Antonio Rüdiger, ele próprio de ascendência de Serra Leoa, que costuma se pronunciar a favor de temas sociais, como o asilo a refugiados.
O que diferencia os yazidis de outros povos curdos é que, enquanto a maioria curda é muçulmana sunita, eles seguem uma religião própria, o yazidismo, marcado pelo sincretismo entre elementos de diversas fés.
A história yazidi é repleta de tentativas de genocídio e limpeza étnica contra sua população. Uma das mais recentes ocorreu em 2014, num ataque do ISIS no Iraque. Yazidis foram expulsos e fugiram pra região árida e inóspita das Montanhas Sinjar, onde ficaram presos e sitiados sob temperaturas extremas de verão, correndo risco de vida.
Por isso, para os curdos yazidis, a celebração de Undav foi uma maneira bonita de aparecer no noticiário global sem estar num contexto de violência e perseguição.
Mesmo com o pioneirismo de Undav em seu gol simbólico contra Curaçao, já tivemos outros jogadores de origem curda disputando a Copa, e teremos outros mais em 2026.
A seleção do Iraque, por exemplo, viu a bandeira curda sendo exibida na sua comemoração pela classificação ao Mundial, já que a equipe é etnicamente diversa.
Quando o INSS não suportar mais garantir a aposentadoria do brasileiro, deveremos nos lembrar que o atleta Neymar e o ator Juliano Cazarré simplesmente triplicaram a população deste país.
Pô, falando numa boa. Pega o jogo de ontem, a intensidade dos marroquinos, esse Costa do Marfim x Equador agora. Dá pra acreditar que o Neymar, voltando de lesão e parado há quase um mês, conseguiria entrar bem?